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Não sabe o que significa PETR4, VALE3, ITUB4? Entenda o significado dos códigos das ações para operar na Bolsa

Para começar a comprar e vender ações, o primeiro passo é entender os significados dos códigos das ações na Bolsa, já que é por meio deles que as operações são realizadas.

Códigos, como PETR4 ou VALE3, são muito conhecidos no mercado, mas será que você sabe o que cada letra ou número que os compõem significam? Sua formulação é feita com base em um padrão de número e letras que ajudam a identificar a empresa e o tipo de ação correspondente ao código.

Entenda o significado dos códigos das ações da Bolsa e aprenda a identificar os tipos de ações mais negociados via home broker.

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Códigos de ações

Os códigos de ações são compostos por quatro letras e um número e ficam listados no home broker no book de ofertas. Dentre os tipos mais comuns estão as ações de final 3, 4 e 11.

Ao decidir comprar ações de Petrobras, por exemplo, você deve encontrar o código da ação correspondente a essa empresa e, a partir disso, iniciar sua operação, como PETR4.

Tipos de ações

Os dois principais tipos de ações encontradas na Bolsa de Valores são as ações preferenciais (PN) e as ações ordinárias (ON).

Ações preferenciais

As ações preferenciais, representadas pela sigla PN, dão o direito de receber dividendos da empresa com prioridade, mas não fornecem direito a voto.

Ações ordinárias

As ações ordinárias, representadas pela sigla ON, dá ao seu detentor o direito de voto em assembleia e o de receber, de forma não preferencial, dividendos da empresa.

Diferença entre as ações de tipo 3 e 4

A principal diferença entre as ações de tipo 3 e 4 é que as ações de tipo 4 são as chamadas ações preferenciais, de sigla PN, enquanto as de tipo 3 são ações ordinárias, de sigla ON.

Composição dos códigos

A foto mostra uma mulher sentada à mesa. Ela mexe em um celular e em um tablet, simultaneamente, enquanto investiga informações a respeito dos códigos das ações.

As letras e os números podem mudar totalmente o significado dos códigos das ações. Cada um deles representa uma ação diferente e podem mudar, dependendo do tipo do mercado em que estão inseridos.

Mercado à vista

Letras

As letras fazem referência as empresas emissoras da ação, como PETR4 (de Petrobras) ou BBDC4 (de Bradesco).

Números

Os números indicam o tipo de papel que ele representa, como ações ordinárias, preferenciais, com direito a subscrição, entre outros. Confira as principais:

1 – Direito a subscrição de uma ação ordinária

Os códigos com final 1 são aqueles que dão o direito a subscrição de uma ação ordinária.

Logo, ao possuir um direito de subscrição com final 1, por exemplo, você pode comprar uma ação ordinária com prazo e preço predeterminados.

Caso o trader não queira exercer o direito de subscrição, é possível que ele venda esse direito de compra para terceiros no mercado secundário.

2 – Direito a subscrição de uma ação preferencial

Os códigos com final número 2 também dão direito a subscrição, mas para a compra de uma ação preferencial.

Caso o trader não queira exercer o direito de subscrição, também é possível que ele venda esse direito de compra para terceiros no mercado secundário.

3 – Ação ordinária

O final 3 indica que o papel correspondente ao código é uma ação ordinária – com direito a voto, como JBSS3.

4 – Ação preferencial

Os códigos com final 4 indicam que o papel é uma ação preferencial, dando ao detentor da ação a preferência no recebimento de dividendos, como a CMIG4.

5, 6, 7 e 8 – Ações preferenciais de classes diferentes

Códigos com final 5,6,7 e 8 indicam que as ações são preferenciais, mas pertencem a classes diferentes: classes A (PNA), B (PNB), C (PNC) e D, (PND), respectivamente.

As diferenças entre as classes podem ter a influência de diversos fatores e, por isso, não é possível definir uma diferença clara entre elas.

No geral, elas costumam variar de acordo com a empresa emissora da ação.

9 – Recibo de subscrição sobre ações ordinárias

Ao obter o direito de subscrição de uma ação ordinária, o direito com código final 1, antes de entrar em sua carteira como uma ação ordinária, torna-se final 9, representando um recibo de subscrição, que indica que ela já pode ser negociada pelo preço predeterminado.

10 – Recibo de subscrição sobre ações preferenciais

Os códigos com o final 10, assim como os de final 9, indicam o recibo de subscrição, mas de ações preferenciais.

Significado das ações de final 11

Os códigos de final 11, na maioria das vezes, servem para indicar que os papéis são BDRs (Brazilian Deposit Receipts – Certificados de depósitos de ações de companhias do exterior) ou Units, que são pacotes de ações preferenciais e ordinárias negociadas em grupo.

Códigos no mercado de opções

Para operar no mercado de opções também é preciso saber os tipos de códigos utilizados nas operações de compra e venda.

Assim como no mercado à vista, as quatro primeiras letras indicam a empresa emissora, na sequência, a quinta letra representa o mês de vencimento de acordo com a opção de compra ou de venda.

Confira as letras correspondentes aos meses de vencimento na tabela abaixo:


Mês

Opção de compra (Call)

Opção de venda (Put)
JaneiroAM
FevereiroBN
MarçoCO
AbrilDP
MaioEQ
JunhoFR
JulhoGS
AgostoHT
SetembroIU
OutubroJV
NovembroKW
DezembroLX

Mercado fracionário

Já no mercado fracionário, os códigos são semelhantes ao mercado à vista, mas com o complemento da letra F, indicando que aquele papel está sendo negociado neste mercado.

Exemplo: PETR4F, VALE3F, BBAS3F e EMBR3F.

Mercado a termo

No mercado a termo, os códigos das ações também são parecidos com os do mercado à vista, mas acrescidos da letra T para indicar que o papel está sendo negociado no mercado à termo.

Agora que você aprendeu o significado dos códigos das ações, já está pronto para começar a operar! Abra sua conta na Clear e opere com a corretagem zero de verdade do mercado.*

Cotação das ações

No site oficial da B3 e na página da Infomoney é possível acompanhar a cotação diária das principais ações negociadas em Bolsa.

Além disso, na página de análises da Clear, você pode conferir as análises gráficas e fundamentalistas dos papéis mais negociados do mercado acionário.

*Algumas operações estão sujeitas a cobranças. Confira nossos custos em: clear.com.br/site/custos

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Entenda o que é IPO e como funciona o processo para abrir capital e negociar ações na Bolsa


Comprar e vender ações na Bolsa de Valores faz parte do dia a dia do trader, mas você já se perguntou como elas chegaram até lá?

O IPO, que significa Initial Public Offering, é o processo de Oferta Pública Inicial, no qual as empresas que irão abrir capital vendem suas ações pela primeira vez na Bolsa. Porém, a principal dúvida é: como, de fato, ele funciona?

Neste artigo, explicamos o que é IPO, como ele funciona e quais suas vantagens e desvantagens, tanto para a empresa quanto para o investidor.

O que é IPO?

IPO é a sigla em inglês para Initial Public Offering que, traduzido para português, significa Oferta Pública Inicial e diz respeito ao evento que acontece quando uma empresa decide abrir capital e distribuir suas ações na Bolsa de Valores pela primeira vez.

Quando isso acontece, a empresa passa de “limitada” (Ltda), que geralmente possui dois ou mais sócios, para “sociedade anônima” (S/A), quando as ações são vendidas na Bolsa e seus sócios tornam-se anônimos.

No Brasil, os IPOs ainda acontecem de forma tímida, mas estão em ascensão.

Algumas empresas brasileiras abrem IPO fora do País, como o caso da XP Inc, que teve seu IPO realizado em 11 de dezembro.

A oferta inicial de ações da XP Inc foi a nona maior entre as principais bolsas ao redor do mundo em 2019, em um universo de 250 empresas.

Tipos de ofertas públicas

Depois de entender o que é IPO, podemos dividir as ofertas públicas entre dois tipos: as primárias e as secundárias:

Oferta Pública Primária

A oferta pública primária é aquela que acontece quando a empresa decide abrir seu capital e emite novas ações para colocá-las à venda no mercado. Neste caso, a companhia é a vendedora das ações e o objetivo é arrecadar recursos para a companhia.

Oferta Pública Secundária

Na oferta pública secundária as ações já existem e são vendidas pelos próprios cotistas ou acionistas da companhia. Ou seja, o lucro obtido com a venda, vai para o vendedor e não para a empresa, como na oferta pública primária.

Diferença entre IPO e Follow-on

Ao analisar a lista de ofertas públicas no site da B3, por exemplo, é comum encontrar duas classificações: O IPO e o Follow-on. Mas qual é a diferença? Como explicamos acima, IPO é o evento responsável pela primeira oferta pública de uma empresa na Bolsa de Valores, ou seja, quando ela decide abrir seu capital.

O Follow-on, então, é o evento que indica ofertas públicas, primárias ou secundárias, de uma empresa que já tenha capital aberto na Bolsa.

Como funciona o IPO para a Empresa

Primeiramente, a empresa que deseja abrir seu capital precisa se registrar como companhia aberta na CVM (Comissão de Valores Mobiliários), órgão que regula o mercado acionário, e pedir uma permissão para poder ser listada na Bolsa de Valores.

Depois disso, a empresa precisa lançar um prospecto de oferta que, de acordo com o site oficial da B3, nada mais é do que um documento com todas as informações sobre a companhia e a distribuição das ações, como setor de negócio, situação de mercado, quadro administrativo, riscos e planos para o futuro do negócio, entre outros.

Como investir em um IPO

O primeiro passo para participar ou flipar em um IPO é ser cliente de um banco ou de uma corretora. O termo flipar é muito usado pelos traders nessas ocasiões e significa fazer a compra de ações em um IPO com o intuito de vendê-las no dia de sua abertura no mercado para lucrar com isso.

Ao sair um IPO de uma determinada empresa, por exemplo, você receberá um comunicado no Home Broker sobre a oferta da companhia. O prospecto também pode ser encontrado no site da B3.

Antes de tomar qualquer decisão, é importantíssimo avaliar a saúde financeira da empresa em questão, seus concorrentes, a destinação do recurso captado e as análises feitas por analistas experientes de sua corretora sobre os fatores de risco.

Caso decida participar, você deverá fazer uma reserva das ações por meio do Home Broker, preenchendo o quanto deseja gastar com aquele ativo e qual o preço máximo que deseja pagar por cada uma delas. Tudo isso, de acordo com a banda de preços, no qual a empresa determina um intervalo entre o valor mínimo e máximo.

Depois do período de reserva, no qual todos os traders sugeriram seu valor de compra, acontece a precificação do valor das ações, conhecido como book builing, que define o preço final do papel. Logo, o negócio só não será fechado, caso o preço final, seja superior ao da sua oferta.

Por exemplo, se você ofertou R$ 12,50 por uma determinada ação que teve seu preço final a R$ 15 reais, você ficará de fora do IPO. Mas, caso você tenha sugerido o valor de R$ 18, poderá comprar as ações pelo preço estipulado e não pelo preço final.

É importante ressaltar que, ao reservar a compra de uma ação, é necessário deixar um percentual da oferta estimada como garantia, que pode ser o dinheiro em conta ou até ações e títulos públicos, sujeitos a deságio.

Vantagens e desvantagens do IPO para as empresas

A principal vantagem para as empresas é, sem dúvidas, o aumento de recursos financeiros para quitar dívidas, expandir mercado ou até adquirir novas empresas. Para os sócios iniciais, outro grande benefício é poder vender suas ações com mais facilidade e lucrarem com isso.

Torna-se uma empresa de capital aberto também é atrativo para atrair novos talentos, já que a empresa pode retribuir seus funcionários com ações tendo como objetivo retê-los na companhia.

Como desvantagem, podemos considerar o alto custo e a burocracia que uma empresa precisa arcar durante um processo de IPO, que pode sair em torno de milhões de reais. Além disso, quanto mais acionistas a empresa começar a ter, menor será o controle dos proprietários sobre ela.

Outro ponto negativo é que, apesar de ter mais facilidade na venda, os sócios não podem vender suas ações totais, pois isso poderia representar que eles não confiam no futuro da empresa e, consequentemente, prejudicaria o valor da companhia no mercado.

Além disso, depois se tornar uma companhia pública, a empresa começa a ser supervisionada segundo os regulamentos da CVM e passa a ser acompanhada constantemente por seus cotistas.

Ou seja, qualquer vulnerabilidade da empresa acaba ficando bem mais exposta, podendo trazer prejuízos ao valor da companhia e ao mercado.

Qual a vantagem do IPO para o investidor?

A maior vantagem de participar de um IPO é a chance de poder reservar as ações antes mesmo delas ingressarem no mercado, podendo pagar um valor bem menor do que o que será negociado em seu pregão de estreia.

Por outro lado, como o mercado acionário gira em torno da volatilidade, dependendo da companhia, é possível que o valor da ação, que subiu no IPO, acabe não sendo valorizada pelo mercado, e caia drasticamente em seu primeiro pregão, dando prejuízo aos investidores. Por isso, a importância de uma boa análise fundamentalista antes de decidir comprá-las.

Aprendeu o que é IPO? Abra sua conta na Clear e não perca a oportunidade de participar das ofertas públicas da B3.

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Um dos investidores mais conhecidos do mercado financeiro, Warren Buffet, sempre defendeu que nenhuma pessoa deveria depender apenas de uma fonte de renda.  Para ele, diversificando sua carteira é possível minimizar os riscos e evitar entrar em apuros. 

Quando falamos de renda variável, é possível até mesmo viver de renda dos investimentos, através de dividendos, desde que se tome riscos calculados e se invista com sabedoria. 😉 

O investidor que pensa em montar uma carteira focada neste ativo e viver de dividendos deverá investir no longo prazo e ter certa regularidade em seus aportes para que seu crescimento patrimonial justifique o recebimento de dividendos ao ponto de poder viver apenas desta receita. 

A seguir, explicaremos sobre o provento mais popular do mercado, trazendo uma perspectiva de que se é possível ou não viver de dividendos. Boa leitura! ⬇️ 

É possível viver de dividendos? 

Quando o investidor decide ingressar na Bolsa de Valores, é necessário que ele entenda os riscos para saber como driblá-los.  

Visar o longo prazo pode ser o primeiro passo para começar a diminuir os riscos dos seus investimentos. E isso também tem a ver com seu perfil estar alinhado com esses prazos.  

Se você pretende montar uma carteira de ações que paguem bons dividendos ao longo prazo, será necessário estudar sobre as empresas listadas na Bolsa e conhecer o potencial delas antes de selecionar as melhores para a sua carteira – sejam as small caps, mid caps ou blue chips.  

Nesse ponto, a análise fundamentalista será de extrema importância, pois é por meio dela que você identificará se a empresa tem potencial de crescimento ou não. 

👉 Aprenda o que é gerenciamento de riscos e como montar uma boa estratégia 

Como descobrir se uma empresa é boa ou não em dividendos?

Pensando em viver de dividendos, o mais importante é entender se a empresa consegue ser lucrativa constantemente e a longo prazo, pois dividendos são justamente o lucro da empresa distribuído aos acionistas. Ou seja, empresas que têm prejuízo não terão nada a dividir com os investidores.  

Pelas regras das companhias listadas no Brasil, empresas podem ficar até três anos sem distribuir qualquer tipo de provento aos investidores e acionistas, justificando anualmente os motivos para isso. 💸 

Se no quarto ano a empresa continuar sem conseguir lucro, todos os acionistas — tanto de ações ordinárias quanto preferenciais — passam a ter direito ao voto nas assembleias da organização.

A foto mostra homem sorrindo sentado em uma cadeira utilizando uma computador, que está em uma mesa com um notebook, cadernos e uma luminária, em alusão ao dia a dia de viver de dividendos.
Sim, viver de dividendos é uma possibilidade real, mas exige esforço, dedicação e estudo para entender como construir sua carteira da melhor forma para seus objetivos.

Fique atento ao Payout

Payout significa a quantidade em porcentagem do quanto a empresa divide os seus lucros.  Na prática, fica a critério de cada companhia destinar maior parte ou não dos lucros para a divisão com os acionistas. 

Agora que você já sabe o que é Payout, vale uma observação: não é porque o payout de uma empresa é alto que ela deve ir automaticamente para a nossa carteira. 👀 

Empresas que já estão consolidadas há bastante tempo no mercado podem ter um payout alto, pois não precisam fazer grandes investimentos para crescer rapidamente.  

Já empresas pequenas listadas na Bolsa de Valores tendem a reinvestir boa parte dos lucros para conseguir crescer ao longo do tempo.  

Por isso, é importante olhar o patrimônio líquido e o valor de mercado simultaneamente, comparando tamanho e posição da empresa perante os concorrentes. 

💡 A margem líquida é essencial para descobrir o retorno sobre o patrimônio de uma empresa. Saiba como calculá-la neste conteúdo! 

Quanto é possível receber em dividendos dessas empresas? 

Para viver de dividendos, é preciso recebê-los, certo? Logo, deve-se olhar o indicador que chamamos de Dividend Yield (DY), ou seja, quanto de proventos será recebido em porcentagem em relação ao valor da ação praticado.  

Vejamos esse exemplo: a empresa Clear (CLRN3), listada na nossa Bolsa de Valores, está sendo cotada a R$ 21,35 e no último período pagou R$ 0,90 por ação.  

Seu Dividend Yield será de 4,5%, ou seja, essa empresa rentabiliza em dividendos o mesmo que a poupança e, analisando sob essa ótica, muitos podem achar que o investimento seja ruim.  

Porém, quando se investe em ações, é possível ganhar não somente com os proventos pagos, mas também com a valorização delas no longo prazo. 😎 

Quando são pagos os dividendos?

Outro tópico importante se você quer saber se é possível viver de dividendos é: quando são pagos os dividendos? 🤔 

Existem diversas plataformas, aplicativos e sites que podem indicar a data de pagamento, mas o comunicado oficial da empresa anunciando quando e quanto será distribuído, sempre sairá primeiro no site de RI (Relações com Investidor) da própria organização.  

Por meio desse portal a empresa divulga todos os resultados, balanços, projetos e demais comunicados aos quais os acionistas devem ter acesso. Os calendários de pagamentos são previamente divulgados e cada organização faz o seu.  

Existem empresas que pagam dividendos todos os meses, enquanto outras pagam semestralmente ou anualmente. Para ter mais detalhes, basta encontrar os comunicados da empresa aos acionistas quanto a esse tema.  

Para quem deseja viver de dividendos é interessante ter empresas na carteira que paguem dividendos em períodos diferentes do ano, para chegar o mais próximo possível de uma renda mensal.  

Os valores dos dividendos sempre caem diretamente na conta da corretora e não possuem dedução do imposto de renda, diferente de outra forma de receber proventos que são os juros sobre capital próprio (JCP), o qual já vem com a dedução do imposto.

Quanto é preciso ter para viver de dividendos pagos pelas empresas? 

Tudo depende do seu custo de vida e quanto sua carteira de dividendos está pagando. Hoje conseguimos tranquilamente encontrar boas empresas que pagam mais de 7% a.a. neste provento.  

Vamos supor que suas ações irão render em média 7% a.a.. Agora imagine que o seu custo de vida é de aproximadamente R$ 5.000,00 por mês.  

A conta é simples, não passa de uma regra de três: se você precisa que 7% seja igual ao seu custo de vida, que nesse caso é de R$ 5.000,00, então o patrimônio total investido na carteira de ações deverá ser de, aproximadamente, R$ 870.000,00 para cumprir com suas obrigações sem precisar trabalhar a mais por isso.  

Talvez pareça muito dinheiro para pouco retorno, mas é importante lembrar que o valor investido continuará rendendo na bolsa, e seu dividendo tende a aumentar com isso. 💰 

Também é preciso considerar que quem procura viver de dividendos no mercado acionário pode buscar rentabilidades maiores que a média. 

Portanto, é possível, sim, rentabilizar sua carteira de ações e viver de rendimentos. Tudo dependerá do quanto você se dedica para formar seu patrimônio e alcançar boas rentabilidades pensando no seu custo de vida. 

Agora que você já sabe tudo sobre viver de dividendos, abra sua conta na Clear e opere com a corretora especialista em trading. 🚀

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Entenda todas as características desse tipo de ação e descubra se é o investimento ideal para você 

Na Bolsa de Valores existem diversos tipos de ativos que podem ser negociados. Dentre eles, as ações se apresentam como uma modalidade de investimento cada vez mais interessante para os brasileiros. 

Porém, você sabia que as empresas listadas na bolsa podem oferecer mais de um tipo de ação? 

É realmente possível lucrar com ações, mas, para isso, é fundamental conhecer suas peculiaridades antes de se jogar de cabeça. 

Um bom começo é compreender que esses ativos estão separados em dois grandes grupos de acordo com suas características, vantagens e riscos: ações preferenciais e ações ordinárias. 

Para começar, neste artigo você irá saber tudo sobre as ações ordinárias

Afinal, o que é uma ação ordinária? 

Ação ordinária (ON) é aquela que concede, a quem investe, direito a voto e participação nas decisões da companhia. Na B3, são identificadas pelo algoritmo 3 ao final do ticker (código formado por 4 letras maiúsculas e um número). 

 Como exemplo, podemos citar ABEV3 (Ambev), VALE3 (Vale) e PETR3 (Petrobras). 

Boa parte das empresas que entraram na bolsa nos últimos anos tem apenas ações ON. Isso vem ocorrendo por conta do aumento das exigências para que as empresas concedam mais poder de decisão aos acionistas. 

Algumas organizações específicas só podem emitir ações ordinárias. Como é o caso das que estão listadas no mais alto segmento de governança corporativa, o Novo Mercado, ou no Bovespa Mais, para empresas que querem entrar na bolsa gradualmente. 

Mas por que investir em ações ordinárias?  

Agora que você já sabe o que é uma ação ordinária e como identificá-la na Bolsa de Valores, é importante entender que esse tipo de ativo possui diversas características que representam vantagens para quem pretende investir em ações, principalmente pensando a longo prazo. 

As principais vantagens das ON são: 

Participação na gestão da empresa 

Como comentado anteriormente, ao adquirir ações ordinárias o investidor passa a ter direito de voto. Isso quer dizer que os detentores de ações desse tipo têm poder para influenciar nas tomadas de decisões da empresa e até escolher quem a administra. 

Na maioria das organizações, o grau de participação é proporcional à quantidade de ações ordinárias adquiridas pela pessoa. No caso, quanto mais ações você compra, mais participação você tem. 

Para pequenos investidores o sistema de ações ordinárias é benéfico uma vez que, mesmo possuindo poucas ou até uma única ação, o direito a participar de assembleias gerais e opinar está assegurado. 

É importante ressaltar que, para além da quantidade de ações, o grau de participação também depende do nível de governança corporativa da empresa e das regras do estatuto social.  

É muito comum que detentores desse tipo de ações estejam presentes nas reuniões para ter influência na gestão da companhia. Existem casos relatados na imprensa de pequenos investidores que conseguiram barrar certas estratégias e até impedir fusões.  

Então, se você acredita que sua expertise pode colaborar com os rumos da companhia na qual investe, esse é o tipo de papel ideal para você! 😉

Na imagem existe um grupo de pessoas, majoritariamente negras e pretas, sentadas ao redor de uma mesa retangular participando de uma reunião de empresa. Em cima da mesa temos computadores desktops e garrafas d'água. Ao fundo temos parede com vidros trazendo claridade para a sala.
Com as ações ordinárias, acionistas passam a deter direitos de fala e participação em reuniões importantes da companhia.

Direito ao Tag Along 

Outra característica interessante das ações ordinárias que é uma vantagem para quem investe  é o direito ao tag along, que é a contribuição no prêmio em caso de venda ou transferência de controle da companhia. 

O novo dono não precisa comprar a empresa inteira, apenas o bloco de controle. Ou seja, um conjunto de ações ordinárias que dá a maioria dos votos nas assembleias (50% mais uma ação). 

Nesses casos, a Lei das Sociedades Anônimas (que rege as ações ordinárias) institui que a empresa compradora pague aos detentores das ações ON, no mínimo, 80% do valor da cotação dos papéis, podendo chegar até a 100%. 

+ S.A: O que é Sociedade Anônima? 

É por esse motivo que, geralmente, as ações ordinárias valorizam mais que as preferenciais quando existe a possibilidade de mudança no controle da empresa. 

Isenção nas dívidas 

Apesar do direito de voto, o acionista que possui ações ordinárias não é responsabilizado pelas dívidas da empresa. Suas perdas ficam sempre limitadas ao capital investido. 

Além disso, quando pensamos no longo prazo, as ações ordinárias são mais vantajosas visto que o crescimento do capital da empresa resulta em retornos mais altos. 

Quais são as desvantagens das ON? 

Como vimos, as ações ordinárias possuem várias vantagens, mas também podemos enumerar algumas desvantagens em comparação com as ações preferenciais. Entre elas estão: 

  1. Os investidores com ações preferenciais, como o nome diz, têm prioridade no recebimento de dividendos e juros sobre capital próprio. Já quem tem ações ordinárias não conta com esse benefício. 
  2. Caso a empresa seja dissolvida ou liquidada, acionistas preferenciais têm prioridade, também, em relação àqueles que compraram ações ordinárias no recebimento das restituições. 

Como faço para investir nesse tipo de ativo? 

Como já vimos, a ação ordinária é facilmente identificada por levar o número 3 em seus códigos. 

Para adquiri-las, é preciso ter conta em uma corretora e efetuar a Ordem de Compra. O processo em si é bastante simples, mas pode variar entre as corretoras. 

Porém, a escolha da ação que representa um investimento promissor deve levar em conta diversos fatores. 

👉 Além de conhecer os tipos de ações, você também deve analisar o mercado e a empresa onde pretende investir. Não esqueça que você está se tornando sócio da empresa. 

👉 Analise os fundamentos e indicadores com cuidado. Além disso, entenda as regras de governança corporativa da companhia (Bolsa e CVM (Comissão de Valores Mobiliários) exigem que as companhias listadas ofereçam diversas informações aos investidores por meio de seus sites). 

Quer saber mais sobre quais indicadores você deve prestar atenção para investir em ações? Então, assista ao vídeo abaixo, com um resumo que o canal da Clear no YouTube preparou sobre o tema: 

👉 Não deixe de verificar também a liquidez dos ativos. Geralmente, quanto maior a liquidez, mais recomendada é a ação. Tenha em mente seus objetivos para o investimento. 

👉 Para obter bons resultados, é fundamental levar em conta o seu perfil de investidor e suas metas. Conheça sua tolerância a riscos e respeite seus limites. 

Entenda se prefere buscar ganhos maiores aceitando possíveis prejuízos ou se a segurança de retornos menores e garantidos parece mais atrativa. 

Lembre-se: se investir da maneira correta, você será capaz de multiplicar seu capital e construir riqueza com as ações! 

E se quiser saber mais sobre ações, confira nosso post sobre o que é follow on

Se interessou pelas ações ordinárias? Ainda tem alguma dúvida? Abra sua conta na Clear e conte com ajuda gratuita dos nossos experts em finanças! 

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Com possibilidade de baixo investimento inicial, o mercado fracionário pode ser indicado para iniciantes e pequenos investidores.

No Brasil, menos de 1% da população investe na Bolsa de Valores. Já em outros países, mais de 50% das pessoas alocam recursos na renda variável. Um dos motivos é que muita gente acredita que apenas os ricos podem investir na bolsa.  

E isso não é verdade. 

O mercado fracionário pode ser uma opção para quem quer comprar ações sem precisar engordar a conta bancária antes. 

Achou interessante, mas tem dúvidas sobre como o mercado fracionário funciona e se pode ser útil para você?  

Neste artigo, você irá entender: 

Vamos lá? 😉 

Afinal, o que é o mercado fracionário de ações? 

Basicamente, o mercado fracionário é aquele onde as ações podem ser negociadas sem a necessidade da compra de um lote mínimo. Assim, é possível comprar de 1 até 99 ações.  

Esse modelo se apresenta como uma boa opção para quem não tem muitos recursos no momento, mas acredita que pode lucrar na Bolsa de Valores. Além de ser, também, um ótimo espaço para investidores iniciantes que desejam aprender como o mercado funciona sem correr grandes riscos. 

Outra vantagem é que o mercado fracionário permite que a pessoa investidora consiga diversificar a carteira de ações. Por exemplo, em vez de colocar todos os recursos em uma única empresa – comprando um, dois ou três lotes -, você poderia elaborar uma carteira com diversas ações fracionadas.  

Dessa forma, o resultado seria um conjunto acionário diversificado visando diminuir os riscos da renda variável

Qual a diferença entre o mercado à vista e fracionário?  

A principal diferença entre esses dois mercados é a quantidade de ações que pode ser negociada.  

Enquanto no fracionário, as negociações são realizadas sem um lote mínimo, no mercado à vista (também conhecido como Mercado Integral ou Convencional) só dá para negociar o lote-padrão completo. 

Na B3, os lotes-padrão são organizados de forma que podem conter 10, 100 ou 1.000 ações. Porém, empresas com capital aberto podem definir o padrão desejado por lote. 

Dica de Expert: a maneira mais fácil de descobrir o padrão da empresa de interesse é consultando os lotes de negociação. 😉 

Aqui vai um exemplo: se você tiver interesse em adquirir papéis da Vale no mercado convencional, precisará ter a quantia suficiente para comprar 100 ações de uma só vez (esse é o lote-padrão estipulado). O mercado fracionário traz a solução para esse impasse. Nele, mesmo quem não pode arcar com os custos de um lote inteiro de ações consegue investir na empresa comprando 1, 2, 3 ações e assim por diante. 

Na imagem temos um homem branco de costas falando ao telefone celular e olhando concentrado para o computador desktop e um teclado branco (está apoiado em uma mesa de madeira clara).  Na tela do computador é possível ver 4 gráficos coloridos diferentes.  Atrás do desktop existe uma parede de tijolos.
O mercado fracionário de ações pode ser uma ótima alternativa para investidores iniciantes ou com poucos recursos.

Outro aspecto que é interessante observar é que os dois mercados são independentes, ou seja, as cotas e a liquidez não estão ligadas.  

Geralmente, o mercado fracionário apresenta ofertas de venda um pouco mais altas do que o mercado convencional. Já os valores para compra são um pouco mais baixos. 

Se você quiser comprar, por exemplo, uma ação que custa R$10,00 no mercado convencional, no fracionário pode ser que ela seja vendida a R$10,10. E o mesmo pode acontecer na hora da venda. No fracionário, talvez você encontre comprador apenas por R$9,90.  

Devido ao menor volume de negociações, a liquidez no mercado fracionário é menor. E é por isso que as ações costumam ter um spread (diferença entre preço de compra e venda) maior do que no lote padrão. 

Vale a pena investir no Mercado Fracionário? 

Você já entendeu as principais diferenças entre os dois mercados e agora deve estar se perguntando se vale ou não a pena entrar no mercado fracionário.🤔 A resposta certa para essa pergunta é: depende.  

Um dos pontos que você precisa avaliar é a diluição dos custos na sua operação, uma vez que os impostos, emolumentos e corretagem são exatamente os mesmos em ambos os mercados.  Quanto menor o investimento, menos diluída fica a taxa cobrada pela corretora e maior será o seu impacto. 

Por exemplo, se considerarmos uma taxa de corretagem de R$10,00, para um investimento de R$20,00 ela representa 50% do valor. Já para um investimento de R$ 20 mil, o percentual seria de 0,05%, o que é expressivamente menor.  

Para valer a pena, os custos de uma operação nunca podem ocupar mais do que 10% do valor investido.  

Se você já investe pela Clear, essa será uma preocupação a menos, já que a corretagem é ZERO para ações, fundos imobiliários e contratos futuros

Diante disso, entrar no mercado fracionário é interessante quando você pensa em um investimento de longo prazo, no qual você acumula ações aos poucos para depois poder negociar no mercado padrão, amortizando os custos.  

Já para o curto e médio prazo, é necessário mais liquidez e um número maior de ações para conseguir bons resultados e, portanto, o mercado fracionário não é recomendado. 

Como investir no Mercado Fracionário de ações? 

Se você decidiu entrar no mercado fracionário, saiba que é muito fácil começar. A operação é idêntica à do mercado convencional. 

Porém, graças à tecnologia, o processo é muito simples, ao alcance de qualquer um que queira se aventurar pelos mares dos investimentos de renda variável.  

Na Clear, o passo a passo simplificado é assim: 

01 – Abra sua conta 

Abra sua conta na Clear – fácil, online e gratuito! 

02 – Faça a transferência 

Faça uma TED transferindo a grana que você quer investir em ações para a sua conta na Clear. 

03 – Acesse o Pit de Negociação 

Na hora de operar, procure no Home Broker a ação desejada e acrescente a letra F (de fracionado). Por exemplo, a VALE3 fica VALE3F no mercado fracionário.

 Na imagem temos dois homens brancos de terno sentados em uma mesa mas não é possível ver seus rostos.  Em cima da mesa de madeira clara existe um computador desktop e uma pasta preta.   Tanto na tela do computador quanto nas folhas dentro da pasta, temos gráficos nas mais diversas cores e configurações.
Entender as diferenças entre o Mercado Fracionário e o Convencional é fundamental para escolher o modelo que melhor cabe nas suas necessidades.

Devagar se vai longe 

Como vimos, o mercado fracionário está aí para ajudar o pequeno investidor que não deseja fazer um aporte muito alto em apenas uma empresa, mas que gostaria de construir um patrimônio em ações. Pequenos valores podem somar grandes quantias no longo prazo. 💰 

Se você quer comprar ações no mercado fracionário, não se esqueça de ficar atento ao spread, à liquidez, às cotações das ações e aos custos da operação. 

Na Clear, você não paga corretagem e já começa o seu aporte com vantagem na rentabilidade. Comece a investir com a gente

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O aluguel de ações, apesar de ainda ser uma prática pouco conhecida, apresenta inúmeros benefícios para os investidores, principalmente para aqueles que decidem emprestar seus ativos. 

Para quem investe no longo prazo, por exemplo, o aluguel de ações pode ser uma forma de aumentar a rentabilidade de sua carteira, lucrando com os ativos que ficariam parados por um determinado período de tempo. 

Já para o tomador do empréstimo, que geralmente atua no curto prazo, o aluguel pode proporcionar boas chances nas operações de venda a descoberto. 

Se interessou? Entenda como funciona o aluguel de ações, vantagens e desvantagens e quais os custos desse tipo de operação na Bolsa de Valores com esse conteúdo completo que separamos para você 

E se ainda não investir em ações, abra sua conta na Clear e invista com corretagem zero. 😉 

O que é aluguel de ações

O aluguel de ações é a operação em que o investidor, conhecido como doador, disponibiliza suas ações para o comprador, nomeado como tomador, mediante a uma garantia e uma taxa prefixada. 

Na maioria das vezes, o doador, que é o detentor dos ativos, traça uma estratégia de longo prazo e, enquanto espera a valorização de seus ativos, decide alugar suas ações ao tomador para aumentar sua rentabilidade. 

Já os tomadores, costumam ser investidores que necessitam dos ativos temporariamente para viabilizar alguns tipos de operações a curto prazo, como vendas a descoberto ou para liquidar operações já realizadas. 

Um exemplo que normalmente acontece é, o tomador acreditando na queda da ação, faz a venda de ativos que não possui e, por isso, precisa tomar o aluguel para entregar as ações vendidas. 

Posteriormente, ele faz a compra a um preço inferior e as devolve ao doador, obtendo, assim, lucro na operação. 

B3: Bolsa de valores nacional

A B3 é o órgão responsável por administrar as operações de empréstimos, atuando como contraparte central das operações e garantindo o pagamento do contrato. 

Ela proporciona esse serviço por meio do BTC (Banco de Títulos CBLC), que funciona por meio de um sistema automático, acompanhando a compensação e buscando por possíveis vendas a descoberto com o objetivo de melhorar a liquidez das ações. 

Para firmar o acordo, é necessário que ambas as partes definam a taxa ao ano do aluguel, o período que os ativos ficarão locados e a garantia. 

Abra sua conta na Clear para operar na Bolsa e entender as vantagens do aluguel de ações para otimizar suas operações. ✨ 

Como funciona o aluguel de ações

O aluguel de ações funciona de forma semelhante ao aluguel de imóveis. Para iniciar o processo, o investidor com interesse em se tornar doador deve informar à sua corretora por e-mail ou por meio do Home Broker, o interesse de alugar suas ações, especificando quais papéis e as quantidades. 

Os ativos que, atualmente, podem ser emprestados são: 

A corretora comunica a oferta para emprestar ativos de seus clientes para a B3 e atua como intermediário entre o doador e o tomador do empréstimo, registrando o contrato de aluguel na Bolsa. 

Para alugar os ativos, o tomador deve fornecer uma garantia à corretora com um valor considerável para assegurar a liquidação do empréstimo, além de pagar uma taxa de remuneração pelo aluguel ao doador. 

No período de empréstimo, os ativos do doador são transferidos temporariamente para o tomador e os doadores que possuem ações com direito a voto em assembleias podem ter seu direito anulado, já que a titularidade estará no nome do tomador, dando a ele o direito de voto até o fim da vigência do contrato. 

Além disso, vale ressaltar que o doador recebe do tomador todos os eventos corporativos sobre a ação durante o aluguel, como dividendos, bonificação, JCP, entre outros. 

A foto mostra as mãos de uma pessoa, segurando um tablet. Ao fundo vemos dois monitores. Todos os aparelhos estão mostrando gráficos referentes a aluguel de ações
Se interessou? Saiba que qualquer pessoa pode fazer o aluguel de ações, seja ela jurídica, física e também instituições financeiras.

Quem pode alugar ações?

Qualquer tipo de investidor na Bolsa, seja pessoa física ou jurídica, pode optar por utilizar o serviço de aluguel de ações. 

No caso de instituições financeiras, o processo também é permitido, porém com algumas ressalvas legais. 

Vantagens para o doador

Algumas das principais vantagens para um doador são: 👇 

Vantagens para o tomador 

Por outro lado, as vantagens para o tomador são: 👇 

Quais operações o tomador pode realizar com as ações alugadas?  

Ao alugar ações, o tomador pode realizar as seguintes operações: 

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Quais são os custos para alugar ações? 

A taxa de aluguel que o tomador deverá pagar ao doador varia de acordo com oferta e demanda, e é apresentada na página da B3

Para o doador do ativo, que disponibiliza suas ações para aluguel, terá que pagar o IRRF sobre o rendimento, que segue a tabela regressiva de renda fixa.  

Além disso, a Clear cobra uma comissão de 30% em cima da taxa a ser recebida pelo doador. 

Já para o tomador do empréstimo, além da remuneração acordada com o doador, ele deverá arcar com: a taxa de registro da BM&F Bovespa, emolumentos, a tributação sobre os rendimentos e comissão da Clear de 0,5% do volume financeiro do contrato.  

Caso o tomador deseje ficar com o papel por mais do que um mês, ele deverá também pagar uma taxa de renovação de 0,5% cada 30 dias do aniversário do contrato. 

4 tipos de contrato de aluguel de ações 

#01 – Contrato reversível ao doador 

Neste tipo de contrato, o doador tem o direito de encerrá-lo a qualquer momento, independentemente do período acordado. Caso isso ocorra, o tomador paga apenas a taxa de aluguel proporcional ao período que ficou com as ações. 

#02 – Contrato reversível ao tomador

Neste caso, é o tomador que possui o direito de  finalizar o contrato independentemente da data de vencimento e deve devolver as ações alugadas em até quatro dias. 

#03 – Contrato reversível ao tomador e doador

Essa versão do contrato permite que tanto o tomador quanto o doador possam finalizar o contrato de aluguel antes do vencimento. Caso o doador solicite a devolução do papel antes do vencimento, o tomador terá 4 dias úteis para devolver as ações. 

#04 – Vencimento Fixo

No contrato com vencimento fixo, o doador e o tomador devem cumprir o período de vigência do contrato acordado previamente por ambas as partes. 

Como fazer aluguel de ações na Clear?

No vídeo abaixo, confira o passo a passo de como alugar ações no home broker da Clear: 

Gostou do conteúdo de como fazer aluguel de ações? Então, continue acompanhando nosso blog e fique por dentro de tudo sobre o mercado de Renda Variável.  🚀 

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Você é a pessoa mais indicada para responder o que fez com o seu dinheiro ao longo do ano, mas nós te ajudamos a entender o que as empresas fizeram com seus lucros nesse período. Levantamos aqui as principais pagadoras de dividendos e o que elas têm em comum.

O ponto de partida para uma empresa pagar dividendos é ela gerar lucro, só assim ela tem o que distribuir. Mas  para ser boa pagadora de dividendos não basta gerar lucro uma vez, a companhia tem que ter resultados constantes. Entre as principais pagadoras de dividendos vemos empresas que estão em uma fase mais madura do negócio, assim elas têm mais previsibilidade dos resultados e mais “tranquilidade” para dividir o resultado com o acionista.

Olhando mais de perto a lista das Top 10 pagadoras de dividendos vemos que 4 são empresas de energia, logo analisar o setor nos ajuda a entender alguns pontos. O setor elétrico é um exemplo de setor regulado, o que traz previsibilidade, contribuindo para resultados constantes e receita recorrente.

Bancos também são conhecidos como bons investimentos quando o investidor busca receber proventos. Apesar de lucros historicamente altos e políticas que proporcionavam o pagamento de dividendos, em 2020 tivemos uma mudança da regra. O Conselho Monetário Nacional limitou a 25% do lucro o pagamento de dividendos dos bancos.

Como investidor, a escolha na compra de uma ação pode ser movida pela expectativa de valorização do papel ou pela esperança de receber altos dividendos. Uma coisa não exclui a outra, mas são investimentos marcados por características diferentes. Dificilmente um empresa madura, que frequentemente distribuí o lucro, vai dobrar de tamanho nos próximos anos e de forma orgânica. Afinal, o dinheiro que está sendo distribuído ao acionista não está sendo investido em projetos.

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Mas, se uma coisa não exclui a outra com certeza elas são complementares. Além das ações de empresas maduras tenderem a oscilar menos, o que contribui para equilibrar a volatilidade da carteira, a renda recorrente com os dividendos pode ser reinvestida. Assim, investir em ações que distribuem lucros pode ser uma forma de gerar mais dinheiro para investir.

Para listar as principais pagadoras de dividendos desse ano consideramos as ações com maior Dividend Yield do Ibovespa, doa últimos 12 meses, atualizado em fevereiro de 2022. O Dividend Yield calcula quanto do valor da ação, em percentual, foi “devolvido” para o acionista através do pagamento de dividendos.

NomeCódigoSetor Dividend Yield

 Últimos 12 meses – 2022 (em %)

EletrobrasELET3Energia elétrica2,88
TaesaTAEE11Energia elétrica11,47
BBSeguridadeBBSE3Previdência e seguros6,37
Telef BrasilVIVT3Telecomunicações7,01
Santander BRSANB11Serviços financeiros10,46
BradesparBRAP4Materiais Básicos39,67
CPFL EnergiaCPFE3Energia elétrica12,08
EletrobrasELET6Energia elétrica3,17
B3B3SA3Serviços financeiros6,71
ValeVALE3Mineração17,29
Fonte: Status invest (24/02/22)
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homem segurando celular com plataforma trading aberta e notebook ao fundo

Escolher a melhor plataforma de trading é começar com o pé direito no empolgante universo das transações em tempo real na bolsa de valores. 😎 Esse é um tipo de tecnologia que qualifica as decisões porque ajuda o investidor com dados e em segurança. 

Para operar nesse mercado, é importante saber que, embora esteja sempre presente, o fator emocional deve ser muito bem controlado para que não se torne um problema e leve a ações precipitadas. 

Sabe qual é um dos primeiros passos para isso? 🤔 

Sim, é estar bem equipado com uma ferramenta que forneça informações confiáveis e suporte total antes, durante e depois de negociar. É disso que vamos tratar neste texto. 

Neste conteúdo, você encontra tudo o que precisa saber sobre as plataformas de trading, ideal para quem quer investir em renda variável, além de ficar sabendo quais são as melhores plataformas para trader. 

Siga acompanhando para conferir todas as dicas. Boa leitura! 

O que é uma plataforma de investimento? 

Plataforma de investimento é um tipo de espaço on-line que as corretoras de valores disponibilizam para quem quer começar a investir. A plataforma geralmente tem uma gama de produtos à disposição, tanto de renda fixa quanto variável. 

Como escolher uma plataforma de trading? 

Quando se começa a transacionar ações ou ativos de renda variável, o primeiro “susto” que levamos é dar de cara com a plataforma de negociação, seus números e gráficos que nem sempre parecem fazer sentido.  

A boa notícia é que as plataformas de negociação podem ser mais simples do que se imagina. 

#01 – Conhecimento de trading 

Plataformas são, de certa forma, produtos e, sendo assim, existem aqueles destinados a um público mais seleto e outras que atendem a um maior número de pessoas. 

Nesse caso, as mais restritivas são indicadas para traders avançados, ou seja, que já dominem as técnicas de negociação e saibam interpretar as informações contidas na plataforma. 

Mas, se você é iniciante, vale optar pelas plataformas mais simples, com menos informação disponível e que, por isso, permitam decidir com rapidez. 

Ou seja, a melhor plataforma de trading também é aquela que se ajusta ao seu nível de conhecimento sobre negociação com ativos financeiros de risco alto ou moderado. 

#02 – Objetivos

Você pretende operar no day trade, fazendo scalping ou a ideia é trabalhar com position trade? 

Traduzindo: no primeiro, a estratégia de negociação é enviar várias ordens de compra ou venda em um dia, obtendo lucros menores em cada uma delas. 

Na última, essa estratégia segue a lógica inversa, portanto, a ideia é comprar menos ações nas zonas de suporte e resistência para obter lucros máximos com a sua valorização em longo prazo. 

Para cada uma dessas estratégias, existem plataformas mais ou menos indicadas, ainda que todas elas permitam trabalhar de ambas as formas. 

#03 – Tipo de ativo 

Nem só de ações vive o mercado financeiro. Afinal, modalidades como commodities e derivativos estão aí com as mesmas possibilidades de lucros que no mercado acionário. 

Então, ao selecionar uma plataforma, vale atentar para o tipo de ativo financeiro que ela permite negociar. 

#04 – Versão demo

As boas plataformas de trading, em geral, oferecem uma versão demo, na qual se pode negociar com dinheiro “de mentira”. 

É uma excelente maneira de começar a praticar, já que, nessa versão, os gráficos acompanham os movimentos do mercado real. Dessa forma, você aprende a negociar praticando, sem correr risco de perder dinheiro, comprando e vendendo posições de forma aleatória. 

Na verdade, a versão demo pode ser interessante até para traders mais experientes, pois podem servir como “campo de testes” para ideias e teorias antes de negociar. 

O que avaliar antes de escolher a melhor plataforma de trading?

homem comemorando em frente ao notebook, com tela de projetos atrás com plataforma trading aberta

Agora, você sabe o que uma plataforma precisa ter e de que forma essas características podem ou não casar com o seu perfil.  

Mas, da mesma forma que acontece ao comprar um carro, não basta apenas saber se ele é completo de fábrica. Afinal, existe sempre a relação custo-benefício e ela também se aplica às plataformas de negociação. 

Quem está começando, normalmente, não tem muito capital para colocar em risco ao negociar ativos de renda variável. 

Por sua vez, investidores mais arrojados, por já terem conquistado resultados expressivos, buscam por soluções que os permitam continuar aumentando seus lucros. 

Para cada um desses perfis, o fator preço é fundamental, considerando a capacidade de investimento que está em jogo. 💰 

Resumindo: se você é iniciante e não pode arriscar demais, vale começar experimentando as plataformas gratuitas. 

E, caso já tenha experiência, sinta-se à vontade para escolher as mais robustas e que oferecem recursos avançados e dados estratégicos. 

#01 – Perfil de investidor

Você pretende operar só no day trade ou a sua opção é pelo swing trade

Como já vimos, no primeiro caso, a estratégia consiste em abrir e fechar uma posição no mesmo dia. 

Já no swing trade, o investidor abre uma posição esperando fechá-la no dia seguinte à transação ou dias depois. 

São dois tipos de estratégia que revelam o perfil de investidor e que tipo de resultados são esperados ao aderir a uma plataforma de trading. 

A propósito, é muito importante conhecer o seu perfil de risco antes de negociar. 

#02 – Complexidade

Quem pretende negociar com muitas posições ao mesmo tempo, precisará de uma plataforma que permita visualizar diversos gráficos em uma única tela. 

Sendo assim, é esperado que se trabalhe com análises gráficas mais complexas e um volume de dados maior para embasar decisões. 

Por outro lado, para quem tem o objetivo de fazer poucas negociações (uma por semana, por exemplo), as plataformas mais simples de se operar são mais adequadas. 

Plataformas de trading: Comparativo

Claro que a gente não deixaria você na mão sem saber que qualidades as melhores plataformas de trading têm. 

Veja na tabela abaixo um comparativo que pode ser o seu ponto de partida: 👇 

Plataforma Para que serve Pontos fortes 
FlashTrader Tape Reading ●   Leitura de tape reading   ●  Criação de books customizados ●  Posição de players em tempo real   
MetaTrader 5 (gratuita) Leitura de gráficos e algoritmos ●  Mais de 80 indicadores exclusivos para análise técnica   ●  Envio de ordens pelo gráfico 
ProfitPro Leitura de gráficos e tape reading ●  Ferramentas operacionais como Trailing Stop, AutoBreakeven, Cross Order, entre outras   ●  Leitura de Times & Trades 
ProfitPlus Leitura de gráficos ●  Plataforma robusta que permite criar estratégias avançadas   ●  Matriz de operações ●  Indicadores e estudos técnicos 
ProTrader Web (gratuita) Leitura de gráficos ●  Interface personalizável   ●  Book de ofertas ●  Indicadores gráficos 
ProTrader Desktop Leitura de gráficos e tape reading ●  Ferramentas avançadas como profundidade do mercado, tempo & cotação, scalper e opção master   ●  Gráficos avançados 
TradeZone WebCharts (gratuita) Leitura de gráficos ●  Mais de 14 tipos de gráficos em tempo real com inúmeras periodicidades   ●  Mais de 100 indicadores e estudos profissionais 
TradeZone Leitura de gráficos ●  Permite a entrada de ordens pelo livro de ofertas   ●  Indicadores exclusivos da metodologia PhiCube 
Tryd Pro Leitura de gráficos e tape reading ●  Identifica padrões de comportamento de um ativo   ●  Visualização de todos os negócios que ocorreram com um determinado ativo ●  Cesta de ordens (útil para quem negocia os mesmos ativos com frequência) 
Tryd Trader Leitura de gráficos e tape reading ●  Replay de mercado/simulador para testar as estratégias de operações em diferentes dias   ●  Monitor de cotações ●  Leilões fora do horário padrão 
Smarttbot Operações automatizadas ●  Conferência de ordens enviadas pelo robô   ●  Gráficos de acompanhamento ●  Estratégias customizáveis 
Profit Trader Clear Leitura de gráficos ●  Simulador para testar estratégias sem arriscar o capital   ●  Replay de mercado para testar estratégias ●  Compilação de dados do trading 
Flash Chart Leitura de gráficos ●  Ideal para scalping   ●  Book de ofertas agregado por preço na vertical ●  Gráficos de Candle, Barra, Linha, Área e gráfico de Renko  

Quais são as melhores plataformas para trader?

Para quem desejar operar no day trade, todas as plataformas acima são indicadas. Porém, como vimos, existem muitas formas de se negociar no mercado de renda variável. 

Por isso, destacamos a seguir as melhores plataformas para se trabalhar especificamente com a bolsa de valores. 

Acompanhe! 

Clear PRO

Para quem já sabe o que quer e tem o objetivo de começar logo, então, a Clear PRO é a plataforma indicada. 

Para negociar no day trade, ela permite negociar e analisar seus ativos favoritos por meio de gráficos em 6 formas diferentes: 

Meta Trader 5

Pela Meta Trader 5, você trabalha com milhares de indicadores em uma plataforma que faz análises técnicas com código aberto. 

Também envia ordens diretamente pelo gráfico e aproveita a boleta scalper exclusiva. 

Coloque automaticamente as ordens de stop, realização parcial e gain com valores previamente definidos, além de fazer operações com um único clique. 

ProfitPlus

Para quem quer a plataforma mais completa do mercado para fazer negociações com total embasamento e de forma estratégica, a ProfitPlus é a mais indicada. 

Com ela, você tem disponíveis relatórios de performance, sistema de criação de estratégias avançado, roteamento de ordens e uma ampla base de dados para trabalhar. 

Qual a melhor plataforma de home broker?

Recentemente, o home broker da Clear Corretora foi eleito o melhor do Brasil, segundo uma pesquisa da Infomoney. 

Há quem prefira plataformas que permitam fazer home broker sem muito mistério por não abrir mão da praticidade. 

Nesse caso, além do Clear PRO, veja quais são as nossas indicações. 👇 

Smarttbot

Com o Smarttbot, você transaciona de forma segura, confiável e com suas próprias estratégias. 

Você pensa e o robô faz por você com total controle sobre suas operações. 

Tryd Pro

Imagine uma plataforma que permita ao trader identificar padrões de comportamento para os ativos de sua escolha? 

Pois esse recurso existe e está disponível na plataforma Tryd Pro, com a qual você controla em tempo real todas as suas transações pelo livro de ofertas. 

Qual a melhor plataforma para tape reading?

Tape reading é uma estratégia de negociação pela qual um investidor pauta suas decisões pelos movimentos do mercado. Isso envolve a leitura de diversos indicadores, como preço das ordens, tamanho, taxa de chegada, condições entre outros aspectos. 

Dessa forma, é possível identificar em quais momentos os grandes players que exercem pressão no mercado se movimentam, permitindo definir melhor quando comprar ou vender um ativo. 

Na Clear, você pode escolher por plataformas desenhadas para facilitar esse tipo de negociação

ProTrader Desktop 

Com funcionalidades de alto nível e baixa latência, pelo ProTrader Desktop você tem uma série de ferramentas avançadas para extrair o melhor em suas negociações. 

Faça tape reading com uma plataforma projetada para essa finalidade e não seja mais surpreendido com as oscilações nos preços. 

Flash Trader

Com a plataforma Flash Trader, você tem em tempo real a posição dos principais players do mercado. 

Essa é uma informação bastante valiosa, já que permite agir no momento preciso, quando uma grande compra pode impactar nos preços dos ativos. 

Ele possibilita, ainda, que você acompanhe as concentrações de volumes X preços, para encontrar zonas de suporte e resistência no day trade. 

Plataforma Zero 

Muito bem, depois de todos esses pontos conseguimos perceber que encontrar a plataforma ideal para o seu perfil é fundamental. Portanto, para facilitar e encorajar isso, a Clear lançou a campanha de plataforma zero. 

Para ser elegível à campanha basta a realização de, no mínimo, um minicontrato, seja ele de índice ou dólar, com RLP ativo no mês de contratação. 

Pronto, sem segredos, só sucesso! 

Mas, vale ressaltar que, caso a operação não seja elegível para a campanha (ou seja, se, no mês de contratação, não for realizada uma operação de um minicontrato com RLP ativo), o valor integral da plataforma será cobrado no quinto dia útil do mês subsequente.  

Algumas das plataformas que se aplicam são: 

Além de muitas outras. 

Importante: A gratuidade é válida somente para uma plataforma, no caso, a de maior valor. 

Não deixe essa oportunidade passar, aproveite agora mesmo! A campanha irá durar 12 meses, podendo ser cancelada a qualquer momento com aviso prévio de 30 dias. 

Bora pra cima com a Clear! 🚀 

Por que investir pela Clear?

Operar na bolsa de valores pode gerar custos consideráveis quando se trabalha com uma corretora que pratica taxas elevadas. 

Na Clear, você negocia em todas as plataformas que acaba de conhecer com taxa de corretagem zerada

Isso mesmo: custo zero para transacionar com ações e outros ativos de renda variável. 

Somos a primeira corretora do Brasil sem corretagem em todos os nossos produtos. 

Conclusão

Para escolher a melhor plataforma de trading, é preciso considerar as diferenças que existem entre cada uma delas. 

Não deixe de avaliar com cuidado antes de começar a negociar, não só para aproveitar ao máximo os recursos da sua próxima plataforma, como para evitar custos para os quais você não esteja preparado. 

Acompanhe as publicações no blog da Clear e não deixe de assistir nossos vídeos no Youtube para ficar fera em trading e em investimentos. 

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A foto mostra uma mulher com roupa de frio, ao ar livre em uma cidade, segurando um celular em ambas as mãos, para o qual olha com uma expressão sorridente.

Certamente você já deve ter lido ou ouvido notícias a respeito do desempenho das empresas na Bolsa de Valores, não é verdade? Mas você já se questionou sobre quais indicadores são usados para definir essas análises? Pois bem, o Market Cap é um dos mais importantes. 

Pensando nisso, preparamos este conteúdo para te contar o que são indicadores de ações, o que é Market Cap, como é feito seu cálculo, e outras informações relevantes sobre o assunto. Vem com a gente! 👇 

Indicadores de ações: o que são? 

Indicadores de ações são métricas usadas por quem investe para calcular as possibilidades de desempenho de investimentos no longo prazo, podendo ser usados para analisar fundamentos de empresas, produtos ou serviços. Em outras palavras, são ferramentas de medição de potenciais e resultados das ações na Bolsa de Valores

O uso estratégico dos indicadores financeiros permite que pessoas investidoras obtenham informações concretas para que saibam como agir, como fazer as devidas comparações e onde estão as principais oportunidades para investir

Sua importância se deve ao fato de ajudarem a diagnosticar a real situação de uma empresa diante do mercado, isto é, avaliar sua saúde financeira e obter uma perspectiva mais precisa quanto ao seu desempenho futuro. 

O que é Market Cap? 

Market Cap é um medidor financeiro usado para mensurar o tamanho de uma empresa a partir do valor pelo qual ela é negociada na Bolsa de Valores. Essa métrica é também uma das principais ferramentas para avaliar se a organização está tendo uma performance satisfatória e crescendo com o decorrer do tempo. 

Em sua tradução literal, o conceito de Market Cap pode ser entendido como Capitalização de Mercado, ou seja, é um indicador cuja finalidade é apontar o valor total de uma instituição. 

Em outras palavras, Market Cap é uma metodologia para analisar a dimensão da empresa e qual a sua relevância para quem vai investir. Afinal, é por meio do seu histórico e dessa métrica que podemos identificar o nível de maturidade de uma organização, se ela está perdendo valor de mercado ou se encontra-se em fase de crescimento. 

Resumindo, o Market Cap permite que as pessoas descubram o índice de constância da empresa na entrega de resultados, assim como o seu desempenho com o passar do tempo. Um bom indício de qualidade é a evolução positiva do Market Cap. 

📘 Leia também: Como uma empresa abre capital na Bolsa? Saiba o que é IPO 

O que é capitalização? 

Trata-se da aplicação para acúmulo de capital, ou seja, quando o valor investido sofre a incidência de uma taxa de juros que, por consequência, leva ao acúmulo de mais capital. Capitalização é um termo muito comum no mercado financeiro, usado para se referir às diversas estratégias para aumentar valores. 

No contexto do Market Cap, a capitalização ocorre, por exemplo, quando uma empresa de capital aberto tem seu valor estimado de acordo com as expectativas de condições monetárias e econômicas futuras. 

O que é desdobramento de ações (Stock split)? 

Stock Split é o processo no qual as organizações elevam a quantidade de ações disponíveis no mercado, mas mantêm o mesmo percentual relativo ao capital aberto, o que faz com que o número total de ações também aumente de forma significativa, mas o valor caia na mesma proporção, fazendo com que o valor investido permaneça igual. 

Sendo assim, o desdobramento de ações não serve para aumentar o valor ao acionista, mas sim para dividir a organização em um número maior de ações. 

Como calcular a capitalização de mercado? 

De forma simplificada, o cálculo de Market Cap das empresas negociadas na Bolsa é feito pela multiplicação do número de ações que a organização tem pelo preço de cada unidade.  

Por exemplo, se uma marca tem US$15 mil ações com o valor de US$10 cada, para obter seu Market Cap é preciso multiplicar 10 por 15 mil, ou seja, seu valor de capitalização de mercado será de US$150 mil. 

Com a Clear você conta com agilidade nas operações e a possibilidade de operar alavancado. Abra já sua conta e invista com corretagem zero.  

Categorias da capitalização de mercado 

A foto mostra um notebook sobre uma mesa, ligado em uma plataforma de ações, em referência ao market cap. Um homem está de costas para a câmera e segura uma caneta apontada para a tela do notebook.
É importante entender as diferenças entre as categorias do Market Cap. Essa informação vai te ajudar lá na frente, com as análises, na hora de investir em ações 

Depois de entender, inicialmente, o que é Market Cap (ou o que é capitalização de mercado), é possível dividir as organizações em diferentes categorias, de modo que as mais conhecidas são: Nano, Small, Mid, Large e Mega Cap. Cada grupo tem a finalidade de nortear os investimentos e compreender melhor as características de cada empresa. 

Ao conhecer melhor as categorias de Market Cap, é mais fácil compreender qual tipo de empresa faz mais sentido para o perfil de risco da pessoa que quer investir, assim como as metas que cada indivíduo tem ao aplicar um determinado valor de capital. 

Nano Caps 

As Nano caps são uma categoria que enquadra as organizações cujo Market Cap seja inferior a US$50 milhões. Não é tão fácil encontrar empresas Nano caps na Bolsa de Valores, dado que, por serem menores, o custo para a abertura de um IPO pode ser elevado. 

Microcaps 

Microcaps são aquelas empresas que têm o Market Cap entre US$50 milhões e US$300 milhões. 

Small caps 

Na categoria das Small Caps situam-se as organizações em que o valor de capitalização de mercado geralmente está entre US$300 milhões e US$2 bilhões, mas isso não é uma regra. Essas empresas têm liquidez menor, já que suas negociações têm um volume menor. 

Algumas das características que podem estar relacionadas às empresas categorizadas como Small Caps são: 

Os investimentos em Small Caps, normalmente, tendem a trazer altos índices de retorno financeiro no longo prazo, visto que essas empresas costumam se encontrar em fase de crescimento exponencial. Contudo, também são organizações consideradas como capital de risco. 

Large Caps 

Organizações que fazem parte da categoria Large Cap são conhecidas por terem um valor de Market Cap expressivo. Para que sejam classificadas nesse grupo, é necessário que o seu valor de capitalização de mercado seja estimado entre US$10 bilhões e US$200 bilhões. 

Algumas das características que podem estar relacionadas a esse tipo de organização são: 

Por serem empresas mais maduras, as organizações de Large Cap oferecem menor risco a quem investe. E vale dizer que, nesta categoria, estão, ainda, as conhecidas Blue Chips, as maiores e mais negociadas empresas da Bolsa de Valores. 

Mega Caps 

O termo Mega Cap é usado para se referir a uma organização cuja capitalização de mercado seja avaliada em US$200 bilhões ou mais. 

Existem algumas empresas brasileiras que se enquadram nessa categoria, como a VALE, Petros e Itaú. 

E ainda é possível adquirir papéis de empresas estrangeiras que possuem, por exemplo, BDRs na nossa Bolsa de Valores. 

Como começar a investir? 

A foto mostra duas mulheres sentadas olhando para um tablet que está na mão da mulher à esquerda, em referência ao início dos investimentos em ações, baseados nos conhecimentos sobre market cap. A outra mulher sorri.
Para começar no mercado de ações, é só dar o primeiro passo 

Agora que a gente passou pelos pontos mais importantes sobre o que é Market Cap, bateu aquela curiosidade de como começar a investir em ações

Bom, em primeiro lugar, é necessário abrir uma conta em uma corretora de valores. Aqui na Clear, você não paga nada de taxa de corretagem e abre a sua conta de maneira totalmente gratuita e on-line. 

Depois, é preciso ter em mente que os investimentos em renda variável, como é o caso das ações, sofrem, com mais frequência, com a volatilidade do mercado e, por isso, é importante considerar a diversificação da sua carteira

Se você vai investir na Bolsa de Valores pela primeira vez, pode encontrar mais dicas no conteúdo abaixo: 

📘 Como investir na Bolsa: 5 passos rápidos para começar! 

De qualquer forma, a gente já adianta que, de maneira geral, é recomendado começar por ações para longo prazo, e de empresas já estabelecidas no mercado, sem correr muitos riscos nesse início. Além disso, quem é trader iniciante pode optar por começar por operações de Day Trade, nas quais as ações são compradas e vendidas no mesmo dia. 

Se preferir, você pode acessar nossos simuladores e fazer um teste antes de começar a operar: 

📘 Simuladores Day Trade da Clear 

Tudo certo para começar sua jornada pelos investimentos?  

Na Clear, não há espaço para taxas. Abra sua conta e comece hoje mesmo a operar com alta alavancagem!  

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A foto mostra uma mulher de costas para a câmera escrevendo fórmulas matemáticas em uma lousa verde, em referência ao cálculo do roe.

Muito utilizado por quem investe e por quem administra empresas, o ROE é uma das mais importantes métricas da análise fundamentalista. 

Muitas vezes, pessoas que decidem começar a investir levam um susto com a quantidade de siglas e expressões que são próprias deste mercado −ação ON, ação PN, ADR, CDI, LCI, ROE, IFIX, enfim.  

Mas boa parte dessas nomenclaturas complicadas do mercado financeiro têm explicações simples que revelam ferramentas muito úteis para a pessoa investidora. 

Um exemplo disso é o ROE, um indicador que relaciona o lucro de uma empresa com seu patrimônio líquido, demonstrando sua rentabilidade.  

Agora, você fica sabendo um pouco mais sobre o que é ROE, além de como calculá-lo e interpretá-lo.  

ROE: o que é? 

ROE significa  Return on Equity, ou Retorno sobre o Patrimônio Líquido, em português. O ROE é um dos mais importantes indicadores da análise fundamentalista. 

Nesse tipo de análise, quem está investindo avalia os dados financeiros e gerenciais de uma empresa antes de decidir pela compra de suas ações.  

A finalidade do ROE é medir a capacidade que uma companhia tem de gerar valor para si mesma e para quem investe nela por meio de seus próprios recursos

Indicador ROE: por que analisar? 

O ROE é utilizado para comparar a rentabilidade de diferentes empresas e auxiliar na identificação de operações que podem gerar lucro, principalmente no longo prazo.  

O ROE ajuda a entender qual é retorno a partir dos recursos acumulados pela companhia e que serão utilizados para impulsionar sua atividade

Companhias com bom desempenho tendem a favorecer a valorização do capital aplicado por acionistas. Além disso, para quem pretende investir em ações, analisar o ROE é uma forma de saber a rentabilidade esperada para o investimento. 

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Como calcular o ROE? 

Agora que você já sabe o que é ROE, falta descobrir o que fazer para encontrá-lo. Para calcular ROE, que é expresso em porcentagem, basta utilizar uma fórmula muito simples. 

Cálculo ROE: 

ROE = Lucro Líquido ÷ Patrimônio Líquido x 100 

Ao dividir o lucro líquido acumulado por uma empresa nos últimos 12 meses pelo valor de seu patrimônio líquido, chegamos ao ROE. Apesar de ser um cálculo fácil de ser realizado, entender o que cada um de seus componentes representa confere uma visão mais rica do cenário. 

O lucro líquido é o rendimento real de uma empresa. Ele é determinado por meio do cálculo da diferença entre a receita total e o custo total da companhia.  

Já o patrimônio líquido é o resultado da diferença entre os valores do ativo e do passivo, o que aponta o valor contábil da empresa. 

As empresas listadas na bolsa são obrigadas a deixar essas informações disponíveis para qualquer pessoa. No site da B3, é possível encontrar as Demonstrações Financeiras Padronizadas (DFP), documentos que informam o lucro, patrimônio e outros dados relevantes para quem investe. 

Confira um exemplo pra ilustrar melhor: 

Ou seja, no primeiro caso, a cada R$1 real investido, o ganho é de R$0,50. Na segunda, cai para R$0,28. Logo, o ROE indica qual companhia administra melhor o capital investido. 

ROE: como analisar? 

A foto mostra uma menina apoiada sobre uma mesa. Ela segura um lápis e copia, em seu caderno, coisas de um livro à sua frente, em referência ao aprendizado das análises envolvendo ROE.
Fazer o cálculo do ROE é o pontapé inicial para análises mais profundas.

Respondendo de forma direta e simplificada, podemos dizer que um ROE elevado corresponde a uma gestão eficiente, pois revela que a empresa gera mais lucro com menos necessidade de investimento. 

Contudo, a interpretação precisa envolver outros fatores para ser mais assertiva, como a economia do país, o histórico da empresa e o período analisado —tudo isso irá influenciar no valor final do ROE.

Ainda assim, como referência, um bom ROE costuma estar acima de 15% e, caso esteja abaixo de 5%, o risco é considerado elevado

Ao calcular ROE de uma empresa, é importante ter atenção a alguns fatores que podem distorcer a interpretação:  

  1. Se a empresa tiver um patrimônio muito pequeno, O ROE  apresentará um percentual maior. Caso esse tipo de instituição tenha uma contingência, pode acabar utilizando sua reserva de lucro e apresentando um desempenho ruim;  
  1. Outro ponto relevante é a comparação com outras companhias do mesmo setor, possibilitando a validação da eficiência:  uma empresa com ROE baixo não é necessariamente uma má opção de investimento. Vale a pena entender a justificativa desse número do ROE  

E o ROE negativo? 

Pode ser que você se depare com um cenário de ROE negativo. O que fazer nesse caso? 

Um ROE negativo significa que a empresa não deu lucro no período. Sem um patrimônio próprio, a empresa passa a operar com capital de terceiros, o que geralmente reflete problemas de gestão.  

No longo prazo, a má gestão e o consequente ROE baixo podem resultar no fraco desempenho das ações da empresa, já que a rentabilidade impulsiona o lucro e as cotações acompanham esse indicador. 

De qualquer forma, é fundamental levar em conta outros indicadores da análise fundamentalista e olhar para o histórico da empresa, já que ela pode apresentar um ROE alto em determinado período, mas ter sofrido grandes variações ao longo do tempo, indicando instabilidade ou resultados sazonais. 

Enfim, deu pra entender o que é ROE e por que é importante ter atenção a essa métrica na hora de identificar negócios rentáveis? Abra sua conta na Clear e torne-se um investidor. 

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