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Mercado de Opções: conheça mais sobre essa modalidade de investimento na Bolsa de Valores, com Bea Aguillar

Quando falamos em bolsa de valores, é quase automático pensar em ações.

Mas e sobre o mercado de opções, você já ouviu falar?

Embora o termo seja um pouco diferente, as opções também são bem comuns na bolsa e, na realidade, existem também as chamadas opções de ações. Vamos explicar sobre isso na sequência. Acompanhe!

Opções de ações

No caso das opções de ações, trata-se de um tipo de investimento que garante ao seu titular o direito de comprar ou vender um ativo em uma data futura por um preço pré-determinado, com a  proposta de  minimizar riscos de oscilação do ativo e proporcionar um potencial de lucro a quem investe.

O que é o Mercado de Opções?

Mercado de Opções é onde ocorre a negociação do direito de comprar e/ou vender algum instrumento financeiro com base em um valor fixo. Quem compra uma opção é chamado titular e, quem vende, lançador. Inicialmente, eles não negociam o ativo, mas o prêmio (o valor que garante o direito de compra ou venda do ativo ou mercadoria).

Os dois definem o valor de venda ou compra, o chamado strike price ou preço exercido.

O titular sempre terá o direito do exercício, mas não a obrigação de exercê-lo. O lançador terá a obrigação de atender ao exercício caso o titular opte por exercer seu direito.

Um exemplo parecido é o seguro de carro.

Ao adquirir um seguro, você está garantindo o direito de venda do veículo por um valor fixado mesmo que ocorra um imprevisto que o desvalorize.A opção de compra é chamada de call e a de venda de put.

Como funciona o Mercado de Opções?

O Mercado de Opções funciona assim: o titular (aquele que fez a compra de uma opção) não precisa exercer o direito de compra, e o lançador (quem fez a venda da opção) fica com o dinheiro do prêmio.

Imagine que você (lançador) comprou um apartamento (ativo) no valor de R$ 300 mil e acredita que ele vai valorizar.

O seu irmão (titular) também pensa que o valor vai subir, mas ele não tem o dinheiro para comprar o imóvel no momento.

Então, vocês fazem um acordo de opção de compra (call).

Seu irmão deposita R$ 30 mil (prêmio) para ter o direito de comprar o apartamento por R$ 340 mil (strike) após 1 ano (período do contrato).

Isso porque ele acredita que o valor do apartamento pode chegar a R$ 400 mil. Se a previsão se concretizar, seu irmão poderá comprar o imóvel por R$ 340 mil. Logo, ele pagará R$ 370 mil em um bem que vale R$ 400 mil.

Caso o cenário não se concretize, o seu irmão não precisa exercer o direito de compra e você fica com o dinheiro do prêmio.

O mesmo exemplo pode ser usado para uma opção de venda. Suponha que você comprou o mesmo apartamento, mas descobriu que ele deve desvalorizar.

Você pode pagar R$ 30 mil ao seu irmão para ter a opção de vender (put) o apartamento a ele por R$ 300 mil em até um ano.

Como investir no Mercado de Opções?

Investimentos no Mercado de Opções são realizados por meio do Home Broker ou pela mesa de operações, e são indicados para investidores com alguma experiência na Bolsa, pois para investir no Mercado de Opções, é importante saber como esses contratos são negociados.

Na bolsa de valores, a B3, as opções são identificadas pelas 4 primeiras letras do ativo, seguidas pela letra do mês de vencimento e, por fim, o número que indica o strike.

Por exemplo, o código VALEB18 indica uma opção de ações da Vale com vencimento em fevereiro, com strike de R$18,00.

Confira a tabela abaixo:

Mês de vencimentoSérie da Opção de Compra(CALL)Série da Opção de Venda(PUT)
JaneiroAM
FevereiroBN
MarçoCO
AbrilDP
MaioEQ
JunhoFR
JulhoGS
AgostoHT
SetembroIU
OutubroJV
NovembroKW
DezembroLX

Vantagens e desvantagens

O mercado de opções oferece diversas oportunidades, tanto no sentido de controlar riscos, como no de operar alavancado.

Nele, existe a possibilidade de investir em tendência de alta ou de baixa e é possível diversificar as estratégias.

O investidor pode construir posições controlando as zonas de lucro e prejuízo, aumentando a rentabilidade da carteira.

Além disso, as opções se apresentam como uma alternativa interessante para quem pretende lucrar no curto prazo.

Analisando riscos e desvantagens do mercado de opções, podemos considerar que a possibilidade de perda é mínima para quem utiliza esse tipo de contrato para se proteger de possíveis oscilações do ativo.

O máximo que o titular pode perder é o valor do prêmio.

No caso do lançador, ele pode obter ganhos de duas maneiras: recomprando a opção de compra por um preço inferior do que o recebido na venda ou esperando o vencimento do contrato para conseguir o prêmio.

Porém, o lançador está sujeito a perdas ilimitadas. Ele é um especulador.

Outro risco desse tipo de investimento é a volatilidade do mercado, já que as opções estão associadas a ativos como moedas, ações e commodities. Outro ponto é a liquidez.

Nem sempre é possível resgatar o dinheiro aplicado no momento desejado.

Se você adquire um contrato com pouca liquidez, pode precisar vendê-lo a um preço abaixo do mercado, sacrificando parte do lucro.

Custos no Mercado de Opções

É importante considerar também os custos para aplicar em opções, como a taxa de corretagem e a taxa de custódia pelo serviço de guarda da aplicação.

Essas taxas na Clear são todas zeradas, mas ainda assim é necessário se atentar aos outros custos.

São cobrados também emolumentos, as taxas cobradas pela Bolsa de Valores para cada operação de compra e venda de ativos.

As opções têm incidência de Imposto de Renda de 15% sobre o rendimento líquido e de 20% para operações de day trade.

No caso das ações, não incide IR para ganhos inferiores a R$ 20 mil no mês, mas com as opções o mesmo não acontece.

Apesar de o mercado de opções oferecer perspectivas muito interessante, como em todo investimento, é preciso calcular os riscos para não perder mais do que um limite estipulado.

Quanto maior a possibilidade de lucro, maior é o risco de prejuízo também, no caso do lançador.

Há uma série de particularidades no que se refere à negociação de opções.

Portanto, para investir no  mercado de opções é importante adquirir conhecimento, se familiarizar com os conceitos e entender as diversas estratégias que existem.

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mulher de cabelos curtos de costas mexendo em tablet

Quando falamos em Bolsa de Valores, logo pensamos em ações. Porém, nem só de ações vive um trader. Pelo menos não necessariamente. Muitos investidores optam também por operar minicontratos, negociados no mercado futuro. 

Se você ainda não tem esse tipo de investimento na sua carteira, confira quais são suas características, vantagens e riscos e avalie se esse investimento pode ser para você!  

Minicontratos: O que são? 

Antes de mais nada, precisamos entender o que são. Em resumo, esses contratos são acordos de compra e venda de ativos como uma moeda, um índice ou commodities, negociados na Bolsa de Valores, que serão concretizados no futuro.  

Nesse acordo, é determinado um valor para uma compra ou venda que será realizada em uma data também pré-definida. Esse estilo de negociação surgiu da necessidade de abrandar riscos do mercado agrícola.  

Com os contratos futuros, os agricultores vendem a produção antes mesmo da colheita e garantem o melhor preço de mercado. Essa operação para travar o preço de um ativo é chamada de hedge

Basicamente, o mercado futuro conta com dois tipos de investidores: pessoas que buscam reduzir os riscos de suas operações e os especuladores, que possuem a capacidade de prever movimentos do mercado. E é dessa última forma que um trader pode lucrar. 

O mercado futuro é uma das principais apostas de quem atua no Day Trade, principalmente nos mercados de índice e dólar.  

Em um contrato futuro de dólar, é como se o investidor estivesse estimando quanto estará valendo o dólar daqui a 1 mês. Já no índice, compradores e vendedores combinam uma cotação para o contrato relacionado ao Índice Bovespa em uma data futura. 

Entretanto, os contratos cheios de índice e de dólar não estão ao alcance da maioria dos pequenos investidores. Um contrato cheio de dólar equivale a US$ 50 mil e o mínimo que se pode operar é um lote de cinco contratos, ou seja, US$ 250 mil.  

Já no índice, cada contrato vale aproximadamente R$ 75 mil e o lote padrão mínimo também é de cinco contratos, totalizando R$ 375 mil. 

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Minicontratos e suas vantagens

Muito bem, mas e se você não tem US$ 250 mil disponíveis para investir? Foi pensando em você que os Minicontratos foram criados em 2011.  

Essas aplicações tornam o mercado futuro acessível para pessoas físicas, pois representam a possibilidade de negociar apenas uma fração dos contratos cheios. 

Os ativos que dominam os Minicontratos são o Mini Índice e o Minidólar.  

No índice, os R$375 mil necessários para operar um contrato cheio caem para cerca de R$ 14 mil no Mini Contrato. Já no Minidólar, o valor de um contrato é de US$ 10 mil. Para ambos, o lote mínimo é de apenas 1 contrato. 

Além disso, nos contratos do mercado futuro, o investidor tem a oportunidade de operar alavancado, ou seja, não é necessário ter em conta o valor total de um Mini Contrato para poder operá-lo.   

As corretoras pedem apenas uma margem de garantia equivalente a uma determinada variação da cotação, caso seja preciso cobrir um prejuízo. Com isso, é possível entrar nesses investimentos com apenas cerca de R$ 100,00. 

Assim, pelo fato de poderem ser operados com uma quantia baixa de dinheiro, muita gente usa os minicontratos para ganhar com a oscilação do preço destes ativos ao longo do pregão, realizando operações de compra e venda no mesmo dia.  

Alta liquidez

A alta liquidez é outra vantagem dos minicontratos.  É fácil e rápido entrar e sair do mercado por conta do volume de negócios que ocorrem todos os dias. 

Minidólar e Mini-Índice: principais diferenças

Antes de começar a negociar Mini Índice e Minidólar, é muito importante conhecer as diferenças entre esses contratos e as ações. Esse entendimento é crucial para o sucesso nas operações. 👇 

Tanto o Mini Índice como o Minidólar se movem em pontos, diferente das ações, que se movem em centavos. Esses pontos equivalem a um valor em dinheiro.  

No caso do Mini Índice, cada ponto vale R$0,20 e a movimentação mínima é de 5 em 5 pontos. Sendo assim, negociando um único contrato, a cada 5 pontos a movimentação equivale a R$1,00.  

Já o Minidólar se move de meio em meio ponto. Cada meio ponto vale R$5,00. Portanto, a variação de um ponto inteiro é igual a R$ 10,00. 

Siglas e vencimentos: Mini-Índice e Minidólar

Outros aspectos dos contratos que são bem diferentes das ações são as siglas e os vencimentos. Ao negociar uma ação, o trader usará sempre o mesmo código. No caso de ações do Itaú, por exemplo, o código utilizado será invariavelmente ITUB4.   

Já no mercado futuro, todos os contratos têm vencimentos. No dólar, por exemplo, todo mês tem um contrato diferente para negociar e o vencimento é no último dia de cada mês.  

Enquanto isso, no índice os contratos vencem a cada dois meses, na quarta-feira mais próxima do 15º dia do mês de vencimento. Esses diferentes vencimentos alteram as siglas que são usadas para negociar os contratos. 

Um minicontrato, tanto de índice quanto de dólar, tem a sua sigla seguida pela letra que representa o mês de vencimento e o número do ano. 

Confira nas tabelas abaixo como são formadas essas siglas: 👇 

Sigla do ativo Mês de vencimento Letra 
Índice = IND Fevereiro 
Abril  
Junho  
Mini Índice = WIN Agosto 
Outubro  
Dezembro  
Acrescenta-se o ano (2019=19) e teremos, por exemplo, WINQ19, para um contrato de Mini Índice com vencimento no mês de agosto de 2019.   
Sigla do ativo Mês de vencimento Letra 
Dólar = DOL Janeiro 
Fevereiro  
Março  
Abril  
Maio  
Junho  
Minidólar = WDO Julho 
Agosto  
Setembro  
Outubro  
Novembro  
Dezembro  
Acrescenta-se o ano (2019=19) e teremos, por exemplo, WDOJ19, para um contrato de Minidólar com vencimento no mês de abril de 2019.   

Ajuste do pregão 

Para quem resolve fazer Swing Trade (operações de mais de 1 dia) em dólar e índice, todo lucro e prejuízo são realizados no fechamento do pregão, no chamado ajuste diário.  

Quem teve lucro, recebe o retorno. Quem teve prejuízo, é descontado enquanto estiver posicionado. Com isso, o investidor só ganha ou paga a diferença do minicontrato daquele dia, o que viabiliza as operações para quem tem pouco capital. 

Horário

Outra diferença entre Minicontratos e ações é a questão do horário de negociação. Enquanto as ações só começam a ser negociadas às 10:00, os contratos já podem ser operados desde às 9:00, na abertura do mercado. ⏰ 

Crie a melhor estratégia

Ganhar ou perder neste mercado depende de estudos e estratégias. Apesar da margem de garantia exigida pelas corretoras ser pequena, para operar é válido ter um valor em conta um pouco maior que o necessário. Assim, é possível realizar suas operações com mais respiro, já que a curva de aprendizado pode demorar um pouco.  

Além disso, vale ter cuidado com a alavancagem. Lembre-se que ao se posicionar alavancado, você estará investindo um dinheiro que não é seu. Portanto, os ganhos podem ser multiplicados, mas as perdas também. 👀 

Como em todo investimento de renda variável, para operar Minicontratos é necessário investir em um bom gerenciamento de riscos, com estratégias bem definidas de stop loss e stop gain.  

É imprescindível que o trader tenha conhecimentos de análise gráfica e técnica para reconhecer o momento certo de abrir ou fechar uma posição e obter bons resultados. 

Antes de ir para o mercado, é muito válido testar como funcionam esses contratos. Procure uma plataforma de simulação na qual é possível operar no modo demo para entender a dinâmica desses contratos. 

Plataforma Zero para operar minicontratos 

Se você quer começar a investir em minicontratos, a Clear tem ainda mais um estímulo: a campanha de Plataforma Zero. 

Ao realizar pelo menos um minicontrato com RLP ativo no mês de contratação, seja ele de índice ou de dólar, você está elegível à campanha e terá a gratuidade de uma plataforma para operar. 

Pronto, sem segredos, só sucesso! 

Mas, vale ressaltar que, caso a operação não seja elegível para a campanha (ou seja, se, no mês de contratação, não for realizada uma operação de um minicontrato com RLP ativo), o valor integral da plataforma será cobrado no quinto dia útil do mês subsequente.  

Algumas das plataformas que se aplicam são: 

Além de muitas outras. 

Importante: A gratuidade é válida somente para uma plataforma, no caso, a de maior valor. 

Não deixe essa oportunidade passar, aproveite agora mesmo! A campanha irá durar 12 meses, podendo ser cancelada a qualquer momento com aviso prévio de 30 dias. 

Bora pra cima com a Clear! 🚀 

Invista em minicontratos com a Clear 

Ainda tem dúvidas sobre como começar a investir em minicontratos? Separamos um vídeo para você perder a insegurança: 

Na Clear, você investe em diversos ativos de renda variável sem pagar corretagem. Abra sua conta

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A primeira imagem do conteúdo é uma foto de uma mulher sentado no sofá com o notebook no colo e mexendo no celular aprendendo sobre Opções Binárias com a Clear.

Descubra se esse tipo de investimento combina com o seu perfil investidor 

Todo bom investidor reconhece a importância da diversificação para conquistar bons resultados.  

Por isso, aprender novas formas de operar no mercado financeiro é um passo importante para quem visa evoluir constantemente. 

Por ser ainda pouco explorado no Brasil, o investimento em Opções Binárias costuma gerar dúvidas.  

Contudo, pode ser uma boa opção para quem quer conhecer diferentes oportunidades de lucrar com operações financeiras. 

Ficou interessado? 

Neste artigo, você irá entender o que são, como funcionam e quais os riscos dessas operações que podem apresentar grandes ganhos em um curto espaço de tempo – mas também, perdas.  

Boa leitura! 

O que são Opções Binárias? 

Também conhecidas como opções digitais ou opções de retorno fixo, as Opções Binárias são realizadas por investidores que buscam lucrar no curto prazo.  

Mas como a operação acontece?  A partir da aposta de uma variação de baixa ou de alta de determinado ativo, quando não há efetivamente a compra ou venda de um ativo, como ações ou cotas de fundos, por exemplo. 

O que ocorre é a tentativa de prever o comportamento do preço, seja de um índice, uma ação ou uma moeda, entre outros.  

O especulador aporta um montante na tendência de baixa ou de alta e, caso ela se confirme em um certo período, realiza o lucro, independente do percentual de variação do preço.  A operação pode ser concluída em poucos minutos ou até mesmo segundos. 

Acompanhe um exemplo:  

Suponha que você tenha motivos para acreditar que uma ação que está custando R$ 20,00 irá se valorizar. Então, você decide apostar na variação de alta e a porta dinheiro nessa operação.  

Se após 15 minutos o papel estiver valendo R$ 25,00, você irá lucrar.  

Ainda que durante o período estipulado o preço do ativo tenha caído, o valor de referência é o preço que se encontra no fim da operação. 

Como funcionam as Opções Binárias? 

Como vimos, em Opções Binárias, só é possível apostar na subida (higher) ou descida (lower) do preço de um ativo.  

Caso o especulador acerte o sentido da variação, ele recebe uma rentabilidade fixa.   

Quando a aplicação é realizada no sentido da subida do preço, chama-se opção de compra (call), já no sentido da descida, é a opção de venda (put)

Para entender melhor sobre a opção de compra (call), conceito importante para Operações Binária, segue o vídeo do nosso canal do Youtube sobre o tema com o Matheus Nassar, supervisor de mesa de operações da Clear.  

O sentido da aposta, a rentabilidade e o prazo são elementos importantes da operação que são acordados com a corretora.   

Quanto à remuneração, quem acerta o sentido da variação lucra cerca de 70% a 90%. Em contrapartida, quem erra pode perder todo o valor investido. Já os prazos costumam ser bem curtos, em geral, durando no máximo 1 hora. 

Apesar do formato mais utilizado ser o “dinheiro ou nada”, no qual o investidor lucra se o ativo subir ou cair (de acordo com a aposta), independentemente do valor final. 

Existem também outros tipos de operações binárias. Confira a seguir: 

Quais são as formas de realizar Operações Binárias? 

Existem três formas de realizar Operações Binárias no Brasil. 

 1) Método Manual, o investidor escolhe as opções binárias e controla as aplicações;  

2) Opção Sinais, uma modalidade semiautomáticas, computadores e corretoras indicam as escolhas que o investidor deve fazer; 

3) Tipo Robots, softwares totalmente automatizados escolhem e realizam as operações. 

Pontos de atenção! 

Apesar de muito comum em mercados estrangeiros, as Opções Binárias não são regulamentadas no Brasil.   

Ainda assim, isso não significa que seja ilegal ou proibido

O fato é que não existe um órgão regulador que supervisione esse tipo de operação.  

Já as possibilidades de especulação presentes na Bolsa de Valores, como índices, contratos futuros e BDRs contam com o respaldo da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e garantem mais segurança.  

De qualquer forma, vale a pena entender o funcionamento desse tipo de operação e avaliar se os riscos inerentes são condizentes com o seu perfil investidor. 

As Opções Binárias podem ser realizadas por meio das plataformas de investimento de corretoras autorizadas e, caso você decida operar, utilize uma corretora especializada e confiável, como a Clear

Lembre-se que esse tipo de aplicação pode ser muito instável e, apesar de parecer uma aposta, não deve ser encarado como um jogo de azar.  

Não esqueça que assim como o potencial de ganho pode ser grande, as perdas também podem ser significativas.  

É necessário estudar muito e criar uma estratégia robusta para ter sucesso com Opções Binárias. 

Opções Binárias vale a pena? 

Essa pergunta depende de alguns fatores para ser respondida.  

Primeiro, leve em consideração seu perfil de investidor e o objetivo do investimento. 

Se você é um investidor conservador ou que não pode comprometer o dinheiro que irá investir, as opções binárias não são para você, já que é um investimento de alto risco onde se pode perder todo o capital investido. 

Além disso, lembre-se que esse investimento não é regulamentado no Brasil. Ou seja, caso você encontre algum problema no caminho, não terá como recorrer a órgãos responsáveis – como acontece em investimentos feitos na Bolsa de Valores, que é regulamentada pela Comissão de Valores Mobiliários CVM

Por isso, fique atento na hora de escolher seus investimentos. 

Conheça outros investimentos 

Se você quer investir em renda variável, mas não se sente seguro para alocar seu capital em opções binárias, saiba que existem outros investimentos que podem ser boas alternativas. 

E, se for investir em Renda Variável, abra sua conta na Clear. Somos a primeira corretora a oferecer taxa de corretagem zero em nossos produtos. Aproveite! 

Mercado de opções 

Opções são contratos onde se é negociado o direito de comprar ou vender um lote de ações por um determinado período.  

Esse contrato garante o direito da transação, mas não a obrigação dela ser realizada. 

Investir em opções é uma boa alternativa para fazer hedge ou alavancar seus investimentos. 

Day Trade de ações 

Investir em ações fazendo day trade é quando o investidor compra e vende o ativo no mesmo dia.  

O objetivo dessa operação é lucrar com as pequenas oscilações do mercado em um curto período de tempo. 

As vantagens desse investimento são a agilidade em fazer as transações e possibilidade de fazer alavancagem. 

Para compreender melhor sobre o tema, acompanhe nosso Canal do Youtube da Clear sobre o tema:  

ETFs 

ETFs, é a abreviação do inglês Exchange Traded Funds, são fundos com cotas negociadas na Bolsa de Valores. Ou seja, você faz toda a negociação via home broker

Estes fundos buscam retornos que correspondam à performance de algum índice de referência, como o Ibovespa, por exemplo. 

Para investir em algum desses produtos, basta abrir sua conta na Clear gratuitamente! 

IQ Option e Opções Binárias: qual a relação? 

Como falamos, as opções binárias não são regulamentadas no Brasil. Entretanto, algumas corretoras operam esse produto. 

A IQ Option é uma dessas corretoras.  

Porém, atenção: o mercado de opções binárias não é regulamentado. Se você tiver algum imprevisto com suas operações, a CVM não irá atuar.  

Então, atenção na hora de escolher seus investimentos. 

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Se você se interessa pelo mundo das criptomoedas e até pensa em investir nessa classe de ativos, precisa conhecer o HASH11, o primeiro ETF de criptos da B3, a Bolsa de Valores brasileira.   

Mas o que é, exatamente, esse ETF? Como investir no HASH11? Quais são as vantagens e desvantagens de se optar por ele? Como funciona e como o HASH11 é composto?  

São muitas questões, não é mesmo? Por isso, separamos este conteúdo completo para você tirar suas dúvidas e ficar por dentro do assunto. Curtiu? Continue acompanhando e boa leitura.  😉 

Afinal, o que é HASH11?  

A Hashdex Nasdaq Crypto Index Fundo de Índice, ou simplesmente HASH11, nada mais é do que o ETF de criptomoedas negociado na B3. A partir dele, é possível aproveitar as muitas oportunidades que o mercado de criptos oferece.  

O HASH11 começou a ser negociado na Bolsa de Valores em 26 de abril de 2021, com uma oferta pública inicial (IPO) que movimentou R$600 milhões. Nada mal, né?  

Apenas dois meses após ser lançado, o HASH11 já era o quinto maior ETF da B3, perdendo apenas para ETFs mais conhecidos, como: BOVA11, SMAL11, IVVB11 e XINA11.  

A gestora responsável pelo HASH11 é a Hashdex, e vale mencionar que, no início de novembro/2021, ela já tinha sob sua gestão ativos avaliados em US$1 bilhão.   

ETF: o que é? 

Bom, para entender um pouco melhor sobre o HASH11, é preciso saber o que é o Exchange Traded Fund, o tão famoso ETF. 🤔 

Simplificando, ETFs são fundos de investimento que replicam índices relevantes no mercado, como o IVVB11, por exemplo, que oferece o desempenho das ações da bolsa americana, conforme o índice S&P 500.   

Ou seja, um ETF nada mais é do que um fundo que agrupa investimentos de acordo com um índice guia.   

É através de um ETF que o investidor brasileiro pode buscar investimentos em mercados fora do país. No caso das criptomoedas, agora é possível investir no ETF HASH11.  

Por dentro das criptomoedas!  

Ok, já entendemos que o HASH11 é um ETF de criptos negociado na B3, mas o que são, de fato, as criptomoedas? Chamadas popularmente de moedas virtuais, as criptomoedas são ativos digitais.  

Por serem virtuais, elas não podem ser utilizadas em meio não digital, portanto só circulam na internet. 🌐 

Outra característica muito importante é que as principais criptomoedas não são emitidas por governos, mas adotam redes blockchain com os mais avançados e modernos recursos de criptografia para sua gestão.  

As criptomoedas são bastante versáteis, servindo para investimentos, transferência de valores pela internet, compra e venda em lojas físicas, via digital.  

ETFs de cripto  

Para compreender o que são, então, os ETFs de cripto, tudo o que temos que fazer é unir os conceitos de ETF e criptomoedas que vimos até aqui.  

👉 O ETF de criptos HASH11 é o fundo de investimento negociado na B3, que funciona como qualquer outro ETF, mas neste caso relacionado a criptomoedas. Ou seja, você pode investir em moedas digitais através de um fundo constituído, na Bolsa de Valores brasileira.  

Afinal, como funciona o HASH11?  

Você já sabe que um ETF replica algum índice dos principais mercados financeiros. No caso do HASH11, ele replica o NCI, ou seja, o Nasdaq Crypto Index, índice desenvolvido pela Nasdaq, em conjunto com a Hashdex, composto pelos principais criptoativos do mercado.   

Periodicamente, é feito um processo de análise dos ativos, e no caso do HASH11 esse processo acontece a cada três meses. 

A foto mostra um bitcoin no primeiro plano e, ao fundo, uma tela de computador desfocada
O HASH11 foi o primeiro ETF de criptomoedas disponível na B3, bolsa de valores brasileira, agrupando ativos de criptos que acompanhavam um mesmo índice.

Este ETF cobra dos investidores uma taxa de administração. O funcionamento do HASH11 está dentro do padrão da maior parte dos ativos oferecidos na Bolsa de Valores, sendo um investimento de renda variável, portanto se houver uma excelente rentabilidade hoje, ela não é garantida amanhã.   

Há riscos, e se você pretende investir precisa estar ciente disso. Mas não precisa se assustar, com a Clear você fica por dentro do assunto!  

Como o HASH11 é composto?   

Como mencionamos, um ETF é composto por diferentes ativos, mas quais? Segundo dados mais recentes de 2021, os ativos que compõem o HASH11 são:  

Todos esses são tipos de criptomoedas, sendo a Bitcoin a mais antiga e conhecida do mercado.  

Qual é o preço para investir em HASH11?  

Em 4 de agosto, por exemplo, a rentabilidade diária do ativo era de 5,59%. Até este dia, a valorização do NCI desde sua criação foi de 68,02%.  

Já em 16 de novembro de 2021, o valor era de R$66,40. A variação, neste ano, até esta data, foi de R$26,10 a R$69,04.  

Vale a pena? Confira as vantagens do HASH11!  

Investir no HASH11 pode trazer excelentes resultados financeiros. Há algumas vantagens que são muito relevantes e que poderão te ajudar na hora de decidir se vale a pena.   

Confira, agora, quais são as principais vantagens 👇  

Vantagem 1: Segurança  

Para iniciar, temos uma das questões mais relevantes: a segurança. Com o HASH11 você tem a segurança de investir em criptomoedas por meio da Bolsa de Valores.   

Afinal, ao investir no HASH11, você o faz por meio da B3, regulamentada pela CVM e pela Anbima.  

Vantagem 2: diversificação  

Outro ponto importante que também reflete a segurança é a diversificação. Diversificar seus investimentos com criptomoedas é uma grande vantagem, pois você pode contar com ativos diferentes.  

E vale lembrar que o HASH11 não depende do desempenho de uma única criptomoeda.  

Vantagem 3: a tributação  

É claro que você terá que declarar seus ganhos quando prestar contas com o leão do fisco. 🦁 Declarar rendimentos de criptomoedas é complexo, ao contrário de investimentos em ETFs, que acabam sendo muito mais simples.  

Sua corretora emitirá os dados para a declaração, da mesma forma como faz, por exemplo, com investimentos em ações.  

Confira quais são as desvantagens:   

Como tudo na vida, se há vantagens há também desvantagens de se investir no HASH11.  Veja as principais: 

Desvantagem 1: o risco   

As criptomoedas estão em um mercado muito volátil, portanto apresentam um risco maior do que a maioria dos investimentos. Isso pode ser um problema, caso o seu perfil de investidor não se enquadre nesse aspecto.  

Desvantagem 2: poucas escolhas  

Investir em qualquer ETF não oferece muita liberdade de escolha, afinal, os investimentos já estão estabelecidos. O HASH11 B3 replica um índice e sua carteira é pré-definida.   

O investidor nada poderá fazer, nem a sua corretora, se as criptomoedas que compõem o HASH11 não estiverem indo bem.  

Por isso, a diversificação da carteira se faz importante e, além disso, conhecer qual é o seu perfil ajuda a entender se o ETF de criptos é realmente um investimento feito para você. 

Desvantagem 3: taxa de administração   

Você já sabe que há taxa de administração, e isso pode até ter um impacto sobre a rentabilidade alcançada. A taxa do HASH11 B3 é de 0,30% ao ano.   

Aconselhamos conversar com o especialista da sua corretora sobre isso. 

A foto mostra, ao fundo, uma mulher desfocada segurando uma moeda de bitcoin, que está no primeiro plano
Um dos grandes destaques dos ETFs está na sua praticidade em relação à variação de investimentos que um investidor pode alcançar de modo mais simples e direto. 

Como investir no HASH11: passo a passo!  

Se você está certo que investir no HASH11 pode trazer bons resultados, é hora de saber o passo a passo para entrar neste mundo e aproveitar a verdadeira revolução que as criptomoedas estão promovendo no mercado financeiro. 💸 

01 – Tenha uma conta em uma corretora de valores   

Se você ainda não tem uma conta em uma corretora de valores, é hora de abri-la. Não é possível investir no HASH11 senão através de uma corretora, que disponibilize um Home Broker

Por isso, é preciso escolher uma que te ofereça todo o suporte, que promova um atendimento proativo e individualizado e ofereça acesso a investimentos em ETFs, exatamente como a Clear, primeira corretora do Brasil a oferecer corretagem zero. Se ainda não possui conta, abra já a sua, é online, rápido e 100% grátis.  

02 – Deposite dinheiro na conta   

Em seguida, você precisará transferir uma determinada quantia para sua conta na corretora de valores, e isso pode ser feito por DOC ou TED.   

E sabia que, com a Clear você acompanha todas as suas movimentações por meio do eleito o melhor app e home broker do país em 2020? 😉 

03 – Acompanhe seus investimentos  

É claro que é preciso ter calma e disposição para aplicar em renda variável, mas acompanhar a evolução do investimento escolhido é muito importante, até mesmo para decidir quando é a hora de resgatar sua aplicação.   

E, mais uma vez, pontuamos que conversar com seu especialista sobre a evolução do investimento fará toda a diferença. Acompanhe e discuta com ele esta evolução.  

Então, o que achou do HASH11? Se interessou? Deixe seu comentário e confira outros conteúdos em Master Clear, repletos de novidades e muita informação sobre o mundo dos investimentos para ficar por dentro! 🚀 

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Aprender como operar minicontratos é uma ótima saída para quem deseja ingressar no mercado futuro, mas possui pouco capital para negociar contratos cheios. 

Eles foram desenvolvidos pela BMF& Bovespa para que pequenos investidores pudessem ter a chance de fazer negócios baseando-se nas especulações futuras do mercado em relação ao câmbio e ao principal índice brasileiro, o Ibovespa.  

Mas você sabe como eles funcionam? 🤔 

Neste conteúdo, explicamos melhor como operar minicontratos, além de abordarmos a diferença entre mini-índice e minidólar e suas vantagens. Legal, não é? 

Continue acompanhando e fique por dentro do assunto. Boa leitura!

Entenda como funcionam os contratos futuros

Os contratos futuros são utilizados por quem deseja negociar ativos financeiros, como índices, moedas ou commodities, de acordo com as projeções ou especulações futuras dessas cotações. 

Eles funcionam como um compromisso de compra e venda no mercado futuro, no qual ambas as partes acordam o preço de um determinado ativo para pagamento em uma data futura. 

O principal objetivo de quem negocia nesse mercado é se proteger das oscilações dos preços e lucrar com isso. 💰 

Diferentemente do mercado à vista, para operar no mercado futuro, o trader não precisa ter uma quantia significativa em conta. Neste tipo de operação, é possível negociar os ativos usando uma margem de garantia. 

Utilizando os contratos futuros, os produtores agrícolas podem utilizar a estratégia de hedge, que nada mais é do que proteger suas operações das oscilações de preços. 

Por meio dela, por exemplo, é possível vender commodities antes da colheita para uma data futura garantindo, assim, a cotação atual da moeda e se protegendo do prejuízo, caso ela suba. 

O que são minicontratos

Os minicontratos, que funcionam como os contratos futuros, foram criados pela BM&FBovespa com o objetivo de atender os investidores com baixo capital. 

Porém, ao contrário dos contratos cheios, eles possuem um valor de lote mínimo menor para negociação e permitem que o trader opere com apenas uma porcentagem do valor total e baixa margem de garantia. 

Ao negociar um contrato cheio de índice futuro, por exemplo, é necessário comprar um lote mínimo de 5 contratos. Se o índice estiver a 110.000 pontos, o volume da operação ficará em torno de R$ 550.000,00. 

Já na negociação de minicontratos, como o lote mínimo é de 1 quantidade, ao operar 1 lote de mini índice, considerando que cada ponto vale 0,20, a operação giraria em torno de R$ 22.000,00. 

Para negociar um lote de minicontrato de índice basta ter uma margem desagiada de 100 reais. Enquanto para operar 1 lote mínimo de índice cheio, que corresponde a 5 contratos, a margem necessária é de R$ 2.500,00 (R$ 500,00 por contrato). 

Tipos de minicontratos

Existem dois tipos de minicontratos disponíveis para negociação na Bolsa de Valores: o minicontrato de índice e o minicontrato de dólar. 

Seus códigos são formados pela sigla do ativo, a letra com o código do mês do vencimento, e dois números referentes ao ano de vencimento, como, por exemplo: WINZ22 e WDOU22. 

Confira agora quais são as principais diferenças entre eles e aprenda como operar minicontratos de índice e de dólar: 👇 

01 – Minicontrato de índice

O minicontrato de índice é aquele em que o trader negocia lotes baseados nos pontos do índice Ibovespa, composto pelas ações mais negociadas no mercado, com um custo bem menor que o do contrato padrão. 

A sigla utilizada para identificar o minicontrato na Bolsa é WIN e sua cotação é medida pelos pontos do Ibovespa Futuro, que valem R$ 0,20 cada um e equivalem a 20% do valor do ponto do contrato cheio. 

Logo, se o Ibovespa estiver a 110.000 pontos, por exemplo, um minicontrato valerá R$ 22.000,00, tudo isso, além da margem de garantia para operar no módulo Day Trade que, na Clear, é de R$ 100,00 desagiados por minicontrato. 

Seu vencimento é bimestral e se dá na quarta-feira mais próxima do dia 15 do mês do vencimento. Os vencimentos negociados são:

MêsCódigo
JaneiroZ
FevereiroG
MarçoG
AbrilJ
MaioJ
JunhoM
JulhoM
AgostoQ
SetembroQ
OutubroV
NovembroV
DezembroZ

Exemplo prático:

Suponha que o trader queira negociar 5 minicontratos de índice. Para realizar uma compra ou uma venda nesta quantidade, ele deverá possuir ao menos R$ 500,00 de margem desagiada (R$ 100,00 x 5 minicontratos).  

Se o trader comprar 5 mini índices a 110.000 e vender a 110.300, o resultado da operação será de R$ 300,00 (300 pontos x R$ 0,20 x 5 contratos). 

MINI-ÍNDICE
Código de Negociação WIN
Lote padrão 1 contrato
Tamanho do contrato R$ 0,20 por ponto do índice Ibovespa
Variação mínima 5 pontos
Data de vencimento quarta-feira mais próxima do dia 15 nos meses pares
Letras de vencimento G-J-M-Q-V-Z
Tipo de liquidação financeira
Margem da Clear para Day TradeR$ 100,00 desagiados por contrato
Margem da Clear para Swing Trade R$ 2.000,00 por contrato

#02 – Minicontrato de dólar

O minicontrato de dólar é negociado com base na expectativa da cotação do dólar futuro e costuma ser utilizado como forma de proteção, principalmente para quem tem pagamentos em dólar para datas futuras. 

Ele pode ser encontrado na Bolsa por meio da sigla WDO e seu lote mínimo é de 1 contrato que equivale a US$ 10,000, enquanto sua margem de garantia é de: 

Enquanto no contrato cheio cada ponto equivale a R$ 50,00, no minidólar cada ponto corresponde a R$ 10,00, exatamente 20% do contrato cheio. 

Seu vencimento é mensal e se dá no primeiro dia útil do mês de vencimento. Os vencimentos negociados são: 

MêsCódigo
JaneiroF
FevereiroG
MarçoH
AbrilJ
MaioK
JunhoM
JulhoN
AgostoQ
SetembroU
OutubroV
NovembroX
DezembroZ

Exemplo prático:

Suponha que o trader deseja negociar 4 minicontratos de dólar. Para realizar uma compra ou venda nesta

Suponha que o trader deseja negociar 4 minicontratos de dólar. Para realizar uma compra ou venda nesta quantidade, ele deverá possuir ao menos R$ 600,00 desagiados de margem (R$ 150,00 x 4 minicontratos).  

Se o trader comprar 4 contratos a 5.390,00 e vender a 5.400,00, o resultado da operação será de R$ 400,00 (10 pontos x R$ 10,00 x 4 contratos). 

MINIDÓLAR
Código de Negociação WDO
Lote padrão 1 contrato
Tamanho do contrato US$ 10.000,00
Variação mínima 0,5 pontos
Data de vencimento primeiro dia útil do mês de vencimento do contrato
Meses de vencimento todos os meses
Letras de vencimento F-G-H-J-K-M-N-Q-U-V-X-Z
Tipo de liquidação financeira
Margem da Clear para Day Trade R$ 150,00 desagiados por contrato
Margem da Clear para Swing Trade R$ 3.000,00 por contrato

Vantagens de operar minicontratos

Possibilidade de alavancagem

Ao negociar um minicontrato você não paga por ele, e sim pela sua variação. Dessa forma, é exigida apenas uma fração do contrato como margem. 

Esse modo de operar oferece ao trader a oportunidade de alavancar os recursos, operando um valor maior do que o investido, com o objetivo de conseguir um retorno mais contundente para o seu capital. 

Utilizando o caso anterior do mini índice, cotado a 110.000 pontos, por exemplo, para operar 1 contrato não é necessário possuir o valor total do mesmo, que seria de R$ 22.000,00 (110.000 pontos x R$ 0,20).  

Na Clear, temos a maior alavancagem do mercado e, com apenas R$ 100,00 desagiados, é possível negociar um contrato que vale R$ 22.000,00, ou seja, com uma alavancagem altíssima, de cerca de 200 vezes (R$ 22.000,00 / R$ 100,00). 

Liquidez

Devido à grande quantidade de negócios que ocorrem diariamente, fica mais fácil entrar e sair das operações, garantindo uma boa liquidez no ativo operado. 

Carteira Diversificada

Com os minicontratos é possível explorar várias frentes do mercado, já que ele permite que você invista em índice e câmbio, por exemplo, e evitando depender apenas do mercado de ações. 

Quer saber mais sobre como operar minicontratos? Acesse a página de minicontratos da Clear Corretora e descubra todas as vantagens de operar com o menor custo do mercado! 

E se ainda não tem conta, abra sua conta na Clear e invista em minicontratos com corretagem zero! 

Plataforma Zero

Muito bem, depois de todos esses pontos conseguimos perceber que encontrar a plataforma ideal para o seu perfil é fundamental.   

E, para facilitar ainda mais a vida do trader, a Clear lançou a campanha de Plataforma Zero. Mas como você pode aproveitar isso? 🤔 é simples, basta a realização de, no mínimo, um minicontrato, seja ele de índice ou dólar, com RLP ativo no mês.  

Pronto, sem segredos, só sucesso!  

Mas, vale ressaltar que, caso não seja negociado 1 minicontrato com RLP ativo/mês, o valor integral da plataforma será cobrado no mês em que não for realizada a operação.  

Algumas das plataformas que se aplicam são:  

Além de muitas outras.  

Importante: A gratuidade é válida somente para uma plataforma, no caso, a de maior valor.  

Não deixe essa oportunidade passar, aproveite agora mesmo! A campanha irá durar 12 meses, podendo ser cancelada a qualquer momento com aviso prévio de 30 dias.  

Bora pra cima com a Clear! 🚀  

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Imagine um avião, um carro e uma bicicleta. Todos são meios de transportes eficientes. Mas você não iria de bicicleta para o Japão e nem percorreria os 10 quilômetros de casa para o trabalho de avião, certo? 🤔 

Cada veículo tem características específicas que se adequam melhor a um determinado tipo de jornada. Com as ações funciona da mesma forma. 

Dependendo dos tipos de empresas em que você investe, é possível esperar um resultado diferente para os seus rendimentos. Por isso, é fundamental conhecer suas peculiaridades. 

Para ajudar nessa tarefa, trouxemos um conteúdo repleto de informações para você entender melhor os tipos de empresa e ficar por dentro do assunto  Continue acompanhando e boa leitura!  

6 tipos de empresas para conhecer! 

O megainvestidor Peter Lynch elaborou uma classificação com 6 tipos de ações para você ficar de olho. 👀 

Considerado um dos maiores investidores dos últimos tempos, o americano se tornou um ícone ao obter um retorno médio anual de admiráveis 29,2% durante os 13 anos em que foi gestor do fundo Magellan. 

Crescimento Lento

A primeira classe de ações especificada por Lynch engloba grandes empresas que já atingiram um nível de maturidade e que crescem um pouco acima do PIB. 

Como não esperamos delas um crescimento acentuado, o ponto forte desses papéis não é a valorização, mas sim o pagamento de dividendos.  

Empresas de utilidade pública, como as de energia e saneamento, são um bom exemplo. 

Como identificar uma empresa de crescimento lento?

Bom, para identificar uma companhia de crescimento lento, observe se ela realiza pagamentos de dividendos altos e regulares.  

Isso indica que a empresa não conta com grandes projetos para expandir o negócio e gerar valor para o acionista, distribuindo parte dos lucros por meio de pagamento de proventos. 

O Banco do Brasil (BBAS3) se enquadra nessa categoria, apresentando um crescimento médio anual de 6% nos últimos cinco anos. 

Crescimento Moderado

Nosso próximo tópico entre os tipos de empresas são aquelas confiáveis ou de crescimento moderado. São grandes, sólidas e apresentam um crescimento relevante, entre 10 e 12% ao ano. 

São as famosas Blue Chips. Essas companhias costumam performar bem mesmo em momentos de crise, representando uma proteção para períodos de recessão.  

Empresas como Ambev (ABEV3) e Itaú (ITUB4) são bons exemplos. 

Fique de olho antes de investir

Antes de comprar uma ação dessa categoria, verifique se a taxa de crescimento manteve o mesmo ritmo nos últimos anos.  

Além disso, fique atento à questão do preço. É preciso ter cuidado para não pagar mais nessas ações do que elas realmente valem. 

+ Você sabe o que é o follow on de ações? 

Crescimento Rápido  

Seguindo, estas são as empresas prediletas de Lynch. As companhias de crescimento rápido apresentam uma evolução de 20 a 25% ao ano. Geralmente, são empresas novas que eram pequenas na bolsa de valores e tiveram uma ascensão muito rápida. 

Não é obrigatório que essa categoria de empresa esteja inserida em uma indústria de alta expansão, já que é possível crescer ganhando market share. Os dividendos não são relevantes nessa estratégia. O foco aqui está todo na valorização dos papéis. 

De acordo com o megainvestidor, é possível encontrar ações que chegam a valorizar mais de 100 vezes. 💸 Alguns poucos investimentos acertados nessa categoria de ativos podem significar o sucesso da sua carteira.  

Porém, os riscos também são potencialmente maiores, já que a valorização depende do crescimento e consequentemente do futuro da empresa. Sendo assim, busque companhias com fundamentos sólidos e lucros expressivos para minimizar as chances de surpresas desagradáveis. 

Além disso, você precisará analisar se a velocidade da expansão está aumentando ou diminuindo.  

O caso mais emblemático de rápido crescimento no mercado de ações brasileiro é o da varejista Magazine Luiza (MGLU3), que valorizou mais 1000% desde o seu IPO em 2011

+ Você sabe o que é small caps? 

Cíclicas

Nosso próximo tipo de empresa, aquelas cíclicas, tem seu desempenho atrelado a fatores externos, como a conjuntura macroeconômica, por exemplo. Os resultados dessas companhias variam de forma regular de acordo com o cenário. 

As empresas ligadas ao turismo retratam bem isso. Com a economia aquecida, as viagens aumentam e os lucros também. Já em tempos de crise, o movimento é exatamente o contrário. 

Investimentos nessa categoria de empresas exigem cautela para entender o momento do ciclo. O timing é fator decisivo. ⏰ 

De Recuperação

Empresas de recuperação ou turnaround são aquelas que estão no bico do corvo, mas podem ressurgir das cinzas com força total. 

São companhias que estiveram perto de falir, mas estão executando um plano para implementar mudanças drásticas e passar a conquistar bons resultados. 

Se a virada se concretizar de fato, o acionista nada de braçada. Caso a expectativa de reestruturação não seja bem sucedida, há grandes chances de se perder todo o capital investido. 

Empresas como OI (OIBR3) e IRB (IRBR3) se encaixam nessa categoria. Como o risco é elevadíssimo, o ideal é nunca investir mais do que 5% da carteira. 

Ativos Ocultos

Por fim, empresas de ativos ocultos são aquelas que, por algum motivo, estão subprecificadas. Elas possuem algum ativo valioso que está sendo ignorado ou mal avaliado pelos analistas. 

Em seu livro “O Jeito Peter Lynch de investir”, o investidor explica que esses ativos podem ser imóveis, clientes, tecnologias e patentes, entre outros. O objetivo de investir em uma empresa dessa categoria é conseguir uma valorização após a correção do preço. 

Para tanto, além de paciência, é necessário fazer um estudo profundo da companhia para ter certeza da existência desses ativos não estão sendo considerados no valor atual da empresa e devem passar a ser em um futuro próximo.  

Fazendo boas escolhas

Agora que você já conhece os 6 tipos de empresas presentes na bolsa de valores, fica mais fácil compreender o retorno que você pode esperar ao investir em cada uma delas, não é mesmo? 😎 

Dessa forma, você pode diversificar seus investimentos nas diferentes categorias de acordo com os seus objetivos. 

Porém, lembre-se que as companhias transitam entre essas classificações de tempos em tempos e é preciso fazer uma reavaliação periódica. 

Gostou do conteúdo? Confira outras dicas no nosso blog Master Clear e bora pra cima! 🚀 

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Por: Pietra Guerra

No dia 04 de maio de 2021 atingimos um importante marco que retrata o amadurecimento dos investimentos no Brasil: pela primeira vez o número de CPF de mulheres registrados na B3, a bolsa de valores do Brasil, atingiu 1.000.000.  

O avanço é grande, mas o caminho é longo. Por isso, o nosso movimento de Mulheres na Bolsa continua até os 2.000.000 de CPFs femininos, depois até sermos 50% dos investidores do Brasil e até chegarmos à equidade. 

O que eu posso dizer, como mulher que vem construindo a carreira no mercado financeiro desde 2014, é a importância de termos outras mulheres para dialogar.  

Isso inspira e aproxima o tema de outras pessoas, além de trazer um olhar diferente para um mundo que ainda é muito homogêneo. Essa diversidade é fundamental em todos os participantes do mercado, seja entre investidores e investidoras, profissionais do mercado ou nas empresas que captam recursos na bolsa. 

#BolsaPorElas: mulheres inspirando mulheres no dia-a-dia e na Bolsa de Valores 

Mulheres na Bolsa: representatividade em altos cargos empresariais 

Estamos fazendo barulho sobre o crescimento da representatividade das mulheres como investidoras, como profissionais e porta-vozes do universo de ações e devemos ter os mesmos olhos e ouvidos atentos se as empresas que investimos estão nesse mesmo movimento.  

O diálogo com as investidoras e a inclusão de um olhar plural não fica a cargo só dos agentes de mercado, mas também das empresas. Afinal, são elas que estão inseridas na economia real e tomam dinheiro através de ações ou outros instrumentos do mercado de capitais para financiar seus projetos. 

Quando olhamos para os cargos de liderança e de tomada de decisão das empresas, as mulheres ainda são minoria no Brasil.  

Um estudo recente aponta que temos apenas cinco empresas brasileiras listadas com que o cargo de CEO (Chief Executive Officer, em português Diretor Executivo – a cadeira mais alta da hierarquia das empresas) é ocupado por uma mulher. 

*Fonte: Teva Índices, XP Investimentos.

A Teva Índices considera no estudo um universo de 177 empresas brasileiras listadas, com três critérios de elegibilidade:  

(i) free float: não são consideradas as empresas que possuem menos de 4,0% de suas ações em circulação; (ii) valor de mercado: Não são consideradas empresas abaixo de R$ 300 milhões e (iii) volume negociado: não são consideradas empresas abaixo de R$ 100 milhões. 

Expandindo esse olhar para o Conselho de Administração das empresas, a representatividade das mulheres também tem muito o que crescer nos grupos de decisores. Foram levantadas apenas sete empresas em que o número de conselheiras representa 40% ou mais do Conselho. 

Empresas brasileiras listadas com mulheres representando 40% ou mais do Conselho* 

*Fonte: Teva Índices.

A Teva Índices considera no estudo empresas com pelo menos 1% de ações em circulação (ou free float), capitalização de mercado mínima de R$ 300 milhões, volume de negociação no mês de referência (03/2021) superior a R$ 20 milhões e no mínimo duas mulheres no conselho de administração.  

O estudo também considera apenas cargos efetivos, exclui empresas em recuperação judicial ou extrajudicial e aquelas que não estejam em dia com informes regulatórios. 

Nesse contexto, o caminho também é longo por parte das companhias para trazerem a pauta da representatividade das mulheres nas cadeiras de decisão.  

Esse é inclusive um ponto de avaliação por parte de diversos investidores institucionais e internacionais, que cobram cada vez mais das empresas responsabilidade em questões ambientais (E), sociais (S) e de governança (G). 

A análise ESG, um conceito global que avalia as empresas e os diferentes investimentos do ponto de vista da sustentabilidade tem ganhado força nos mercados internacionais, o que reflete na bolsa brasileira dado que quase 50% dos investidores da B3 são estrangeiros.  

Nessa análise, a representatividade das mulheres no quadro de funcionários e nos cargos de liderança das instituições é uma das métricas de diversidade, que está incluída no quesito de responsabilidade social (S) da empresa. 

Por fim, para darmos continuidade ao movimento de mulheres na bolsa, é justo que estejamos nas diferentes cadeiras, nas diferentes posições de liderança e podendo escolher de que lado queremos estar: investidoras, profissionais do mercado financeiro ou empresárias de sucesso.  

O importante é lembrar que estamos conquistando nosso espaço, e tem muito lugar para ser alcançado ainda.

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ETFs são fundos de investimento que replicam a composição de índices. Negociados na Bolsa de Valores, podem ser seu primeiro investimento na renda variável.

Se você investe ou está pensando em investir em renda variável, com certeza já ouviu falar em ações. Esse ativo é o tipo mais conhecido da Bolsa de Valores. Porém, ele não é o único negociado na B3. Existem outros investimentos na bolsa que podem diversificar sua carteira de investimentos. Um deles são os ETFs.

Os ETFs, abreviação do termo em inglês Exchange Traded Funds, são fundos que replicam índices. Esse investimento é bastante conhecido fora do Brasil, mas aos poucos está se tornando mais conhecido por aqui, tendo mais liquidez e chamando a atenção dos investidores brasileiros.

Um ponto interessante sobre esse investimento é que pode ser uma opção para investir em ativos internacionais, já que pode replicar algum índice de fora. Assim, você pode aproveitar o bom momento de outras bolsas e trazer mais solidez para sua carteira.

Entenda como funcionam os ETFs e porque podem ser uma boa opção para você.

O que são ETFs?

Os ETFs são fundos onde sua rentabilidade sempre está atrelada a algum índice de referência. Isso significa que o gestor de um ETF sempre vai ajustar sua composição para que fique a mais parecida possível com o benchmark.

Por exemplo, se o ETF tiver como referência o Ibovespa o gestor do fundo irá utilizar os recursos dos cotistas para comprar as ações que fazem parte do índice – na mesma proporção. Mesmo que ele encontre opções mais atraentes no momento do investimento, ele deve sempre seguir o índice.

Uma diferença entre os ETFs e os outros fundos de investimento é que eles são negociados na B3, assim como as ações. Ou seja, o investidor pode comprar ETFs pelo home broker da corretora de valores.

Pouco conhecido no Brasil

Os ETFs são investimentos mais conhecidos fora do Brasil. Por aqui, foi regulamentado em 2002 e apenas recentemente começou a ganhar destaque.

Atualmente, existem 17 ETFs listados na B3, que replicam diferentes índices tanto nacionais quanto internacionais.

ETFs listados na Bovespa

Veja a lista com todos os ETFs listados na Bovespa e conheça um pouco mais sobre algum deles:

Nome do Fundo de ÍndiceNome do PregãoCódigo de Negociação
BB ETF IBOVESPA FUNDO DE ÍNDICEBB ETF IBOVBBOV
BB ETF S&P DIVIDENDOS BRASIL FUNDO DE ÍNDICEBB ETF SP DVBBSD
BTG PACTUAL ESG FUNDO DE ÍNDICE S&P/B3 BRAZIL ESETF ESG BTGESGB
CAIXA ETF IBOVESPA FUNDO DE ÍNDICECAIXAETFXBOVXBOV
ETF BRADESCO IBOVESPA FDO DE ÍNDICEETF BRA IBOVBOVB
ISHARES BMFBOVESPA SMALL CAP FUNDO DE ÍNDICEISHARES SMALSMAL
ISHARES IBOVESPA FUNDO DE ÍNDICEISHARES BOVABOVA
ISHARES IBRX – ÍNDICE BRASIL (IBRX-100) FUNDO ÍNDICEISHARES BRAXBRAX
ISHARES ÍNDICE CARBONO EFIC. (ICO2) BRASIL-FUNDO ÍNDICEISHARES ECOOECOO
ISHARES S&P 500 FDO INV COTAS FDO ÍNDICEISHARE SP500IVVB
IT NOW IBOVESPA FUNDO DE ÍNDICEIT NOW IBOVBOVV
IT NOW IDIV FUNDO DE ÍNDICEIT NOW IDIVDIVO
IT NOW IFNC FUNDO DE ÍNDICEIT NOW IFNCFIND
IT NOW IGCT FUNDO DE ÍNDICEIT NOW IGCTGOVE
IT NOW IMAT FUNDO DE ÍNDICEIT NOW IMATMATB
IT NOW ISE FUNDO DE ÍNDICEIT NOW ISEISUS
IT NOW PIBB IBRX-50 – FUNDO DE ÍNDICEIT NOW PIBBPIBB
IT NOW S&P500 TRN FUNDO DE ÍNDICEIT NOW SPXISPXI
IT NOW SMALL FDO ÍNDICEIT NOW SMALLSMAC
TREND ETF IFIX FUNDO DE ÍNDICETREND IFIXXFIX
TREND ETF LBMA OURO FDO. INV. ÍNDICE – INVEST. EXTTREND OUROGOLD
TREND ETF MSCI ACWI FDO. INV. ÍNDICE – INVEST. EXTTREND ACWIACWI
TREND ETF MSCI CHINA FDO. INV. ÍNDICE – INV. EXT.TREND CHINAXINA
TREND ETF MSCI EUROPA FDO. INV. ÍNDICE – INV. EXT.TREND EUROPAEURP
HASHDEX NASDAQ CRYPTO INDEX FUNDO DE ÍNDICEHASHDEX NCIHASH
Lista atualizada dia 24/02/2022 – Fonte: Bovespa

BOVA11

Esse fundo tem como referência o Ibovespa, que é o principal índice de ações do Brasil. Ele é composto pelas ações das empresas que movimentam mais de 80% de todo o volume de negociado na B3.

BRAX11

Ele tem como referência o Índice Brasil – IbrX 100, que é formado por uma carteira teórica pelas 100 ações mais negociadas da bolsa levando em conta quantidade e volume financeiro medindo o retorno desse investimento.

IVVB11

Esse fundo é baseado em um índice internacional, o S&P 500. Faz parte desse índice as ações das 500 maiores empresas dos Estados Unidos. Portanto, esse ETF atrela sua rentabilidade à performance do S&P 500, porém em moeda nacional.

DIVO11

Esse ETF busca a rentabilidade do IDIV, que é formado pelas empresas maiores pagadoras de dividendos da bolsa nos últimos 24 meses.

Como investir em ETF?

Para investir em ETFs você precisa ter conta em uma corretora de valores, como a Clear. Toda a negociação é feita pelo home broker, ou App, da sua corretora, o ambiente para negociar ativos na B3.

Antes de escolher o ETF em que vai investir, pesquise sobre o índice no qual a rentabilidade dele é espelhada.  É importante fazer uma escolha de acordo com os seus objetivos e expectativas.

Para investir no ETF, basta acessar o home broker, ou App, pela sua conta da corretora e procurar pelo código do fundo em que quer investir. Depois, basta seguir com a negociação pelo home broker.

Valor mínimo para investir

O valor mínimo para investir em ETFs depende do valor da cota e vai variar dependendo do índice. Por exemplo, se uma cota do BOVA11 for negociada a R$ 60, como o lote padrão é de 10 cotas o investimento mínimo para este fundo nesse caso seria de R$ 600.

Mas fique de olho: o lote padrão vai ser alterado em breve e o investidor vai poder negociar de 1 em 1.

Mas depende do preço das cotas e do fundo que você escolher.

Quais são as diferenças com outros fundos de investimento?

Como falamos, os ETFs têm algumas diferenças quando comparados aos outros fundos de investimentos. As principais delas são:

Tipo de gestão

O tipo de gestão demonstra como o fundo é gerido. No caso dos ETFs a gestão é passiva. E, embora existam fundos de investimento com gestão passiva, muitos têm na gestão ativa o seu grande diferencial. Ou seja, os gestores estão sempre de olho no mercado buscando as melhores oportunidades de investimento para aplicar os recursos dos cotistas.

Não é o caso dos ETFs. Nesse tipo de investimento, os gestores têm a preocupação de replicar a composição de algum índice já existente do mercado. Mesmo se ele acreditar que existam papéis mais rentáveis no momento, ele deve sempre replicar o índice.

Negociação

A maneira de investir também é diferente. Se você quiser investir em fundos tradicionais poderá encontrá-los diretamente na conta da sua corretora ou banco. Já para negociar ETFs é preciso entrar no pregão da bolsa de valores.

Para fazer isso, você também precisa ter conta em uma corretora de valores – mas o ambiente onde irá negociar é outro: para ETFs, vai entrar no home broker, o mesmo lugar onde compra e vende ações.

Acompanhamento de desempenho

A outra diferença que destacamos é a forma do investidor acompanhar o desempenho do fundo. Em fundos tradicionais informações sobre rentabilidade precisam ser fornecida pelos administradores em documentos oficiais.

Para os ETFs, a rentabilidade pode ser acompanhada em tempo real já que as cotações são divulgadas ao longo do dia pela B3. Então, basta acompanhar as divulgações da bolsa de valores.

Por que comprar ETFs?

Os ETFs podem ser ótimas opções de investimento, sendo inclusive indicados para quem quer começar a investir na bolsa de valores, mas não sabem por onde. A ideia de começar investindo em um fundo que replica algum índice já existente no mercado pode ser uma alternativa para quem está iniciando no mundo das ações e da renda variável.

Além disso, os ETFs têm algumas características que podem ser vantajosas e fazer deles uma boa escolha.

Facilidade para investir

Se a sua dúvida é como comprar ou como vender ETFs pode ficar tranquilo, pois a operação acontece da mesma maneira como comprar uma ação na B3.

E se você é novo na bolsa de valores, não tem problema. Nós temos um post sobre o Home Broker. É nessa plataforma onde você irá negociar os ETFs.

O ponto positivo desse tipo de investimento é que, para quem não quer ou não tem tempo de acompanhar a cotação de ação por ação é uma maneira de investir na bolsa, porém sem precisar fazer esse acompanhamento. Você apenas escolhe um ETF e ele vai replicar o desempenho do índice escolhido. Simples assim. E isso nos leva ao próximo ponto.

Diversificação de investimentos

Por replicar um índice, ao comprar cotas de um ETF você investirá em vários papéis de uma só vez. Por exemplo, em vez de comprar ação por ação das empresas que compões o Ibovespa, você pode apenas comprar cotas do ETF que replica o Ibovespa.

Assim, você dilui o risco da carteira mesmo investindo em apenas um investimento.

Custo para investir

Geralmente, as taxas de administração dos ETFs são bem menores do que de outros fundos de investimento. Como a gestão dos ETFs é passiva, os custos de operação são reduzidos, o que se reflete na taxa de administração.

Assim, o investidor não encontra taxas altas para investir.

E nenhum valor é descontado da conta do cliente, pois os fundos tiram o percentual da taxa dos dividendos recebidos.

Alguns tipos de ETFs

Aqui no Brasil, os mais negociados são os ETFs de índice. Mas existem outros tipos de ETFS:

ETFs de Títulos

Esse tipo de ETF espelha sua rentabilidade em ativos de renda fixa. Existem alguns ETFs de títulos aqui no Brasil, mas eles também são negociados na B3, via home broker.

ETFs de Commodities

Ele tem sua rentabilidade atrelada a commodities como ouro, prata, cobre e combustíveis fósseis.

ETFs de Índices

Esses são os mais comuns, nos quais a rentabilidade está atrelada a algum índice existente no mercado.

ETFs para investir no exterior

Investir no exterior é uma recomendação importante para a diversificação da sua carteira de investimentos. Os motivos são vários: a economia de outros países pode estar em outro momento que a economia brasileira (e em momentos melhores), você pode investir nas melhores empresas do mundo, você dilui o risco da sua carteira, o número de opções é absurdamente maior… Enfim, motivos não faltam.

Mas muita gente pensa que investir no exterior é apenas para quem tem muito dinheiro, para o investidor qualificado. Mas não é verdade. Os ETFs são uma ótima opção para expor sua carteira a investimentos no exterior e diversificar seus investimentos.

Você pode aplicar seu capital em fundos como o IVVB11, que replica a rentabilidade do S&P 500, composto pelas 500 maiores empresas dos Estados Unidos, como a Apple, Amazon, Facebook e Alphabet Inc (da qual o Google faz parte).

Ou seja, você consegue expor o seu capital às maiores empresas do mundo de uma maneira muito simples. Basta abrir sua conta na Clear e acessar o home broker.

ETFs como Hedge da carteira de ações

É comum os investidores utilizarem os ETFs para fazer hedge da carteira de ações. Hedge é uma ferramenta de proteção contra as oscilações do mercado: o investidor tem mais preocupação em garantir o preço de um determinado ativo para uma compra ou venda futura do que no lucro da operação.

E os ETFs podem ser utilizados como hedge na carteira de ações. É comum vender-se o BOVA11 para se proteger da queda do mercado, por exemplo.

Assim, ele dilui os riscos dos seus investimentos e se protege contra as quedas do mercado.

Riscos de investir em ETFs

Mas vale lembrar que esse investimento, assim como ações, é de renda variável. Portanto, implica em riscos. Ele sofre com oscilações e volatidade do mercado e a rentabilidade não é garantida.

Portanto, você apenas deve investir em ETFs se o seu perfil de investidor estiver de acordo com esse tipo de investimento, ou seja, se for um investidor agressivo. Além disso, não invista todo o seu capital em um mesmo ativo: sempre diversifique seus investimentos. Assim, você dilui os riscos entre eles.

Como declarar ETF no IR

Outra dúvida que pode surgir é em relação ao Imposto de Renda (IR).

Para ETFs de Renda Fixa é mais simples: o IR é retiro na fonte, portanto não é preciso pagar DARF sobre o lucro da venda. Porém, a posse e rendimento devem ser lançados na declaração anual, pelo Informe de Rendimentos fornecido pela sua corretora.

Já os ETFs de Renda Variável, diferente de ações, não tem isenção de IR. Para operações de day trade é incidido 20% de IR, e outras operações 15%.

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Investir em renda variável pode ser para você!  

Indeciso se vale a pena investir em renda variável? Elencamos dezoito motivos para te ajudar a acabar com sua indecisão e começar a investir agora mesmo! 👇 

O que é renda variável?  

Os investimentos em renda variável são aqueles em que o retorno é imprevisível na hora da aplicação.  

Ou seja, esse tipo de investimento é suscetível às oscilações do mercado, caracterizando-se, assim, como investimentos de alto risco

Tipos de investimentos em renda variável 

Como falamos, os investimentos em renda variável são múltiplos, por isso listamos os principais pra você. Confira:  

Ações 

Ações são as pequenas parcelas de empresas, negociadas na Bolsa de Valores. Em resumo, a partir do momento que o seu dinheiro é aplicado na ação de uma empresa, você se torna sócio dela e compartilha dos seus lucros e etc. 

Fundos imobiliários (FIIs)  

Os fundos imobiliários são formados por carteiras de ativos financeiros. Eles funcionam por meio de administradores que vendem cotas, que são compradas pelos investidores.  

Esse tipo de investimento em renda variável é regulado pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e pela ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).  

ETFs 

Os ETFs (Exchange Traded Funds) são um tipo de fundo de investimento que funciona com base em índices, como o Ibovespa, e as cotas dos ETFs são negociadas nos pregões da Bolsa de Valores.  

Opções 

Opções são tipos de investimentos caracterizados por produtos de negociação do mercado financeiro, que dá ao titular da comprar ou vender um ativo em uma data no futuro.   

Fundos Cambiais 

Fundos de câmbio focam na oscilação de uma determinada moeda e alocam partes dos recursos em ativos ou derivativos vinculados a moedas estrangeiras.  

+Saiba mais sobre o que é hedge cambial e como proteger seus investimentos! 

Mercado Futuro 

O mercado futuro é uma modalidade de renda variável, negociada na Bolsa de Valores por contratos futuros. Estes contratos preveem a liquidação financeira e  são a base nas posições assumidas por cada operador.  

+ Aprenda neste vídeo, com o Pit Money, quais são os indicadores ideais para operar contratos futuros de Boi e Milho. 

Criptomoedas 

As criptomoedas são moedas virtuais independentes dos bancos centrais, ou seja, na maioria das vezes, não são produzidas e controladas por estes órgãos.  

Existem diversos tipos de criptomoedas disponíveis no mercado, entre as mais famosas temos o Bitcoin, Dogecoin e Ethereum.  

Qual a diferença entre renda variável ou renda fixa? 

Como a gente comentou, a renda variável refere-se a investimentos nos quais o retorno não é previsível na hora da aplicação.  

Enquanto  a renda fixa a remuneração é prevista na hora da aplicação e seus resultados variam de acordo com o tipo de investimento, como é o caso do Tesouro Direto e IPCA (Índice de Preços ao Consumidor).  

Se quiser saber mais sobre o assunto no detalhe, nossa parceira, Bea Aguillar gravou um vídeo onde ela explica as diferenças entre investir em renda variável e fixa: 

📘: Diferença entre Renda Fixa e Renda Variável | com Bea Aguillar 

A Clear tem taxa zero de corretagem em todos os produtos, o melhor home broker do mercado e a equipe de analista mais capaz do país. Abra sua conta! 

Renda variável: 18 motivos para investir! 

1. Sair da poupança  

Apesar dos investimentos em renda variável apresentarem riscos, proporcionam chances de lucros bem maiores que manter o seu dinheiro com uma falsa sensação de segurança na poupança. 

Quando você guarda o seu dinheiro na poupança, os seus rendimentos estão atrelados às oscilações da Taxa Selic (taxa básica de juros do país) e a variação da TR (Taxa referencial).  

O problema desse tipo de investimento é que o seu dinheiro sofre com a inflação, ou seja, conforme a inflação aumenta o seu dinheiro “perde” valor de mercado e é desvalorizado.  

Para entender isso, vamos comparar o retorno da poupança com o aumento dos preços, que é medido pela inflação.  

Em 2020, a poupança rendeu 2,94%, enquanto a inflação (medida pelo IPCA-15) foi de10,42%, maior acumulado em um ano desde 2015

Ou seja, se você tivesse deixado o seu dinheiro na poupança ao longo de 2020, no final do ano você conseguiria comprar menos do que compraria em janeiro e isso porque os preços subiram mais que o seu dinheiro rendeu.  

Não dá para chamar isso de investimento, né? 

2. Taxa de juros  

A maior parte dos investimentos de renda fixa tem seu retorno atrelado à taxa básica de juros da nossa economia, a famosa Selic..  

Saímos de uma Selic de mais de 14% em 2016 para 9,25% em 2020. Com isso, a rentabilidade da renda fixa também caiu e já não está mais tão atrativa, apesar de ainda ter boas oportunidades visando médio e longo prazos. 

3. Oportunidade de rentabilidade acima da renda fixa 

Aproveitando que estamos falando dela, as aplicações de renda fixa trazem sim maior previsibilidade e são importantes para compor qualquer carteira de investimentos.  

O ideal é colocar uma parte que você pode precisar, a famosa reserva de emergência, em renda fixa e aplicar outra parte das suas reservas em ativos que buscam trazer mais rentabilidade, como a renda variável.  

Afinal, como falamos, o retorno da renda fixa não está  atrativo para deixar tudo lá. 

4. Diversificar seus investimentos 

A foto mostra um homem ao ar livre, que segura um celular nas mãos, enquanto olha para ele, pesquisando os motivos para investir em renda variável.

Além de diversificar investindo tanto em renda fixa quanto em renda variável, você pode diversificar dentro da renda variável.  

Essa classe de investimentos, além de ações, tem outros tipos de investimento como BDRs e Fundos Imobiliários – ok, já vamos falar mais deles. 

5. Poder investir em empresas de outros países 

Os BDRs (Brazilian Depositary Receipt) são títulos negociados na nossa bolsa de valores, famosa B3, mas que estão ligados às ações de empresas de outros países.  

Investindo em BDRs, além de ter acesso a empresas estrangeiras e setores que não temos no Brasil, você fica exposto à cotação da moeda e pode se beneficiar da valorização do dólar.  

Quem é cliente Clear recebe todo mês a carteira recomendada de BDRs da Spiti, que ajuda na tomada de decisão sobre quais BDRs investir. 

+ BDRs pagam dividendos? Confira! 

6. Poder investir em imóveis sem ter que comprar o imóvel 

Os fundos imobiliários, como o próprio nome já diz, tem lastro em imóveis.  

Para investir direto e comprar um imóvel, normalmente, você precisa de muito mais dinheiro do que para investir em um fundo e, caso queira resgatar seu investimento, nem sempre vender o imóvel é rápido.  

No fundo, você sabe em quanto tempo pode resgatar o dinheiro, o que faz dele um investimento mais líquido. E para escolher os melhores fundos, os clientes da Clear também têm acesso a carteira recomendada Clear de Fundos Imobiliários. 

7. Investir em diferentes setores 

Falamos de ações, BDRs e fundos imobiliários, praticamente todos os setores que conhecemos podem ser investidos através desses ativos.  

Você pode colocar parte do seu capital em uma empresa que depende de exportação e se beneficia quando o dólar sobe.  

E ainda pode investir outra parte em empresas de vendas online, lembrando que vimos esses negócios valorizarem com as medidas de isolamento social. Ou tem a opção de investir em fundos imobiliários.  

8. Aprender sobre o mercado 

Falamos de algumas variáveis aqui. Já deu para ver que investir em renda variável é uma forma de entender a economia que vivemos.  

Por exemplo, acompanhar na prática a valorização que as empresas exportadoras podem ter quando o dólar sobe. Ou como as decisões do governo podem impactar as empresas estatais e os setores regulados.  

De fato, você não precisa necessariamente investir para entender a economia, mas não fica muito mais interessante acompanhar essas mudanças quando você pode ganhar com isso? 

9. Pensar no longo prazo 

Investir em renda variável pode ser uma ótima forma de ganhar no longo prazo. As ações das boas empresas tendem a se valorizar com o passar do tempo, e  você pode capturar esses ganhos lá na frente. 

10. Ter mais uma fonte de renda 

Algumas ações pagam dividendos com frequência, ou seja, periodicamente, quem investe recebe uma parte do lucro que a empresa distribui aos acionistas.  

Além das ações, há também fundos imobiliários que garantem uma receita até mensal, como se você recebesse um aluguel pelos imóveis.  

É interessante colocar na sua carteira ativos que gerem uma fonte de renda recorrente. 

11. Organização Financeira 

Organizar seus investimentos, escolher qual faz mais sentido para o seu momento de vida, quanto você pode aplicar e por quanto tempo torna a sua vida financeira mais tranquila.  

Aí vale lembrar que, além da saúde física, temos também a saúde financeira para cuidar. 

12. Traçar as próprias metas e objetivos 

Já entendemos que investir é uma ferramenta poderosa e pode contribuir na vida financeira de todos.  

Nesse sentido, você pode traçar metas, desde aprender mais sobre uma coisa nova até estipular ganhos mensais que quer atingir, ou mesmo traçar uma estratégia para alcançar aquele objetivo financeiro que parece distante. 

13. Autonomia nos seus investimentos 

Conforme você vai aprendendo, vai se organizando e o que vem junto? Autonomia.  

Você pode investir em ações através de fundos, e alguns gestores são de fato gênios do mercado, mas você não precisa depender só deles.  

É possível contar com um  gestor para apenas uma parte da sua carteira, para te ajudar a tomar algumas decisões, escolher as empresas que gosta, os negócios que você acredita e investir diretamente neles. 

A Clear, periodicamente, disponibiliza análises e relatórios que auxiliam na tomada de decisão e te ajudam a conquistar sua autonomia. 

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14. Conhecer o seu perfil de investidor arrojado 

Quando você conhece seu perfil, toma as suas próprias decisões de investimentos. 

Passe a entender qual o nível de detalhe quer ter para tomar uma decisão e se sentir confortável com ela, se prefere investir em empresas consolidadas ou gosta da ideia de aplicar em um negócio novo (obviamente, sem fazer nenhuma loucura financeira).  

Como você se sente com a tomada de risco? 

15. Liberdade de definir o momento de comprar e vender 

Na renda variável,   as pessoas têm liberdade para combinar o melhor momento para seus investimentos com  momentos oportunos do mercado.  

Diferente de outros tipos de investimento, o próprio investidor pode decidir comprar ações quando tem dinheiro disponível, e pode optar por vender e transformar as suas ações em dinheiro quando quiser. 

Ou seja, liberdade! 

16. Colocar o dinheiro para “trabalhar” 

Afinal, investir nada mais é que colocar o dinheiro para trabalhar.  

É aplicar o seu dinheiro para que ele gere mais dinheiro. É ter ativos que geram ativos, ou seja, ter um bem que gera mais bens. 

17. Investir sem pagar taxa de corretagem 

A Clear tem taxa de corretagem zero. Ou seja, para investir em ações, por exemplo, você paga só o preço da ação, sem taxa de corretagem.  

Vale lembrar que não foi sempre assim: no passado, investir tinha mais custos, mas na Clear, desde 2018,  a taxa de corretagem é zerada. 

18. Informação de qualidade disponível 

Cada vez mais, a pessoa física tem informação de qualidade disponível para tomar as melhores decisões. 

O time da Clear traz conteúdos, para que todos tenham acesso à informação de qualidade e se sintam seguros para gerir de modo autônomo seus investimentos.  

Como é investir em Renda Variável na Clear 

Fica aqui uma dica para ter ainda mais informações sobre o mercado: o Telegram da Clear. Lá, você vai receber tudo o que precisa para fazer os melhores investimentos. Para entrar, basta clicar aqui

Acompanhe os analistas nas redes sociais, veja os vídeos da Clear no Youtube e se surgir dúvida, pode mandar.  

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Conheça o Ibovespa Futuro e saiba como operar no índice no mercado futuro

O mercado futuro é um tema que pode gerar dúvidas em alguns investidores. Isso pois nele são negociados contratos de compra e venda de ativos que só são liquidados, como diz o nome, no futuro. Um desses produtos que podem ser negociados é o Ibovespa. Nesse caso, ele é chamado de Ibovespa Futuro.

Mas, para entender o que é e como ele funciona, antes é preciso entender o que é o Ibovespa.

Índice Bovespa e sua importância para o mercado

O Índice Bovespa, conhecido também como Ibovespa, é composto pelas ações com maior volume de negociação na Bolsa de Valores. O índice mede o desempenho dessas ações, e é calculado por uma média ponderada de suas performances.

Então, quando se fala que o Ibovespa subiu, em geral quer dizer que as empresas que compõe o índice, em média, se valorizaram e, por isso, os investidores estão mais otimistas. E o contrário também é verdadeiro. Quando o índice cai, aponta para uma cautela maior por parte do mercado.

Portanto, o Ibovespa funciona como um “termômetro” do mercado financeiro como um todo. Como nele estão as ações de empresas mais negociadas na Bolsa, ele demonstra o sentimento geral do mercado.

Por isso, mesmo que você não invista no índice é interessante acompanhar como ele está.

Mercado futuro: o que é e como funciona?

Mercado futuro é um ambiente da Bolsa de Valores onde são negociados os contratos de compra e venda de mercadorias, que vão desde produtos alimentícios até moedas, commodities, juros e o próprio Índice Bovespa, que serão realizados em uma data futura.

O que é Ibovespa Futuro?

É um contrato derivativo negociado no mercado futuro, no qual negocia-se  uma expectativa do valor, em pontos, que o índice terá em uma data futura. Ou seja, no Ibovespa Futuro é negociado um contrato em que os investidores podem comprar ou vender uma pontuação para o índice futuramente.

Portanto, esse investimento é derivado do índice Bovespa, ou seja, tem seus ganhos ou perdas atreladas ao índice. Todos os contratos do Ibovespa futuro têm uma data de vencimento com uma expectativa de pontos para essa data.

Importante lembrar que é um investimento de renda variável que tem seus ganhos atrelados à variação do Ibovespa. Portanto, é bastante volátil e é considerado de alto risco.

Qual a diferença entre  Ibovespa e Ibovespa Futuro

A diferença principal está naquilo que é negociado: no Ibovespa, quando você compra alguma ação, sabe que ganhará dinheiro se o preço dos papéis subir e,  se esse  preço cair, seu dinheiro se desvalorizará. Já no  Ibovespa Futuro, você negocia a expectativa de um resultado do Ibovespa em uma data futura, que é medido em pontos, e não os papéis.

Como consultar o Ibovespa Futuro?

Como seus valores podem variar, o ideal é acompanhar e consultar o índice em uma plataforma que mostra a cotação em tempo real, para que você esteja sempre atualizado, como o próprio site da B3.

Como funciona o Ibovespa Futuro?

Como falamos, o Ibovespa Futuro negocia a expectativa de pontos do principal índice da Bolsa de Valores. Para ficar mais claro de como funciona o Ibovespa Futuro, vamos dar um exemplo.

Suponha que o Índice Bovespa esteja em 90.000 pontos.

Foi negociado um contrato futuro com vencimento em determinada data em 100.000 pontos.

Para saber se o investidor terá ganhos com a operação, é necessário esperar o dia do vencimento do contrato e observar a pontuação real do índice ao longo do tempo, ou então, no momento que o investidor zera a sua posição, vendendo o que comprou ou comprando o que vendeu.

Se no dia do vencimento o Ibovespa estiver nos mesmos 90.000 pontos, o investidor terá perda pois pagou por um contrato avaliado em 100.000 pontos. Mas se ele estiver em 110.000 pontos, ele sairá ganhando.

Mesmo com o Ibovespa variando diariamente, no caso do Ibovespa futuro o valor que conta é o do dia de vencimento do contrato.

Portanto, para investir nesse mercado é necessário ter a capacidade de fazer previsões sobre a economia, ou utilizando a análise técnica. Contudo, o mercado é imprevisível e extremamente volátil: diferentes fatores podem interferir drasticamente em seus resultados. Por isso, investir no Ibovespa Futuro é para os investidores que tem bastante aptidão ao risco.

Contrato Futuro de Ibovespa e Minicontrato de Ibovespa

É possível negociar o contrato cheio e o minicontrato futuro de Ibovespa.

O Contrato cheio é chamado de Futuro de Ibovespa. Ele é calculado a partir dos pontos do índice, e cada ponto é igual a R$ 1,00. E, o lote mínimo para investir no Ibovespa Futuro é de 5 lotes. Ou seja, se o Ibovespa estiver em 100.000 pontos, o contrato cheio valerá R$ 100 mil.

Um valor alto para o investidor comum. Para driblar essa situação, existe o contrato futuro mini de Ibovespa.

O Futuro Mini de Ibovespa tem o valor de R$ 0,20 por ponto do índice. Então, usando o mesmo exemplo, o contrato mini valeria R$20 mil. E, além disso, o lote mínimo é de 1 mini contrato.

Qual o código do Ibovespa Futuro?

TIPO DE CONTRATOCÓDIGO
Contratos-MiniWIN + mês de vencimento + ano vigente
Contratos CheiosIND + mês de vencimento + ano vigente

Vantagens do Ibovespa Futuro

Investir em Ibovespa Futuro pode ser uma boa alternativa para diversificar sua carteira de investimentos. Confira algumas vantagens desse tipo de investimento.

Proteção por meio de hedge

É uma maneira de se proteger por meio de hedge contra a alta volatilidade do mercado financeiro. Ou seja, você se protege contra a variação de preço.

Não pague à vista

Não é necessário arcar com todos os custos da transação na hora da negociação. É uma possibilidade de replicar o comportamento do Ibovespa sem precisar arcar com os custos do mercado à vista.

Alta liquidez

As operações no Ibovespa Futuro têm alta liquidez. Com uma única operação, é possível ter alta liquidez. Sem precisar negociar ação por ação como no mercado à vista.

Como investir no Ibovespa Futuro?

Quer ter esse investimento na sua carteira? É importante lembrar que ele é um tipo de investimento de renda variável. Ou seja, é um investimento que apresenta alto risco.

Por isso, ele é recomendado apenas para quem tem perfil de investidor arrojado. Para os investidores que tem mais aptidão ao risco. Além disso, é um investimento complexo que demanda análises e estudos. Então, é indicado para investidores experientes.

Se esse é o seu caso, o Ibovespa Futuro pode ser uma boa escolha.

O investimento se dá de maneira parecida como acontece quando você investe em ações, por exemplo. Portanto, para investir em Ibovespa Futuro primeiro é necessário abrir conta em uma corretora de valores, como a Clear.

Após ter sua conta aprovada, o investimento pode ser feito pelo seu home broker.

Estratégias para investir no Ibovespa Futuro

Hedge

Uma das estratégias utilizadas para investir nesse tipo de investimentos é quando o investidor quer realizar um hedge, ou seja, proteger sua carteira de investimentos contra a volatilidade e oscilação dos investimentos.

Dessa maneira, o investidor que utiliza o Ibovespa Futuro para hedge pode lucrar com a queda do mercado. Nesse caso, se perder dinheiro com sua carteira de ações – que caiu – vai ganhar dinheiro com o hedge que fez com o Ibovespa Futuro.

Portanto, ele conseguirá equilibrar as perdas e ganhos da carteira, reduzindo então a volatilidade. Nesse exemplo:

Especulação

Nessa estratégia trabalha-se com a expectativa do movimento do índice no futuro. Ou seja, tenta-se adivinhar a movimentação do índice para lucrar com o contrato.

Para fazer a especulação muitos investidores fazem uso da análise técnica: utilizam padrões gráficos na tentativa de prever e antecipar movimentos de alta ou queda na pontuação do índice Bovespa.

Para além do Ibovespa: o mercado de futuros

O Ibovespa não é o único ativo que pode ser negociado no mercado futuro. Ele faz parte da categoria “índices” que são negociados no mercado futuro.

Investimentos como minidólar futuro e commodities no mercado futuro são exemplos de ativos que podem fazer parte da diversificação de carteira de um investidor arrojado.

Tanto no mercado futuro Ibovespa quanto no caso de outros ativos,  negociados têm o mesmo princípio:  o contrato negociado possui vencimento em uma data futura. A lógica é a mesma. O risco também. E a possibilidade de diversificar a carteira também.

Quer investir no mercado futuro? Abra sua conta na Clear, a primeira corretora com corretagem zero.

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