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A moeda americana é uma velha conhecida dos brasileiros quando o assunto é investimento. Além de comprar a moeda de fato, existem outras modalidades, como fundos cambiais e as negociações no mercado futuro. Nessa última categoria, se enquadra o minidólar, produto que iremos falar neste artigo. 

A alta do dólar foi um dos temas mais falados nos noticiários econômicos dos últimos meses.  

Uma das explicações é que, em uma crise econômica de proporções globais, é natural que investidores resgatem seu dinheiro de países emergentes, mais instáveis, e invistam em títulos do Tesouro americano, que é mais seguro.  

Mas será que esse movimento é bom ou ruim para as suas finanças aqui em terras tupiniquins? 

Continue acompanhando com a gente e entenda como você pode lucrar com esse tipo de operação no cenário de dólar nas alturas. 

Dólar alto x Investimentos 

O valor histórico atingido pelo dólar pode representar uma oportunidade para que pequenos investidores lucrem com a alta da moeda. 

A primeira estratégia em que pensamos é na compra da moeda em si. Nesse caso, o investidor precisa ter comprado o dólar antes da alta e, quando entender que está próximo do topo da curva, deve vender e consolidar os ganhos. 

Em princípio, pode parecer fácil. Porém, é preciso muito conhecimento e estudo sobre o mercado para entender o tempo certo da operação. 📘 

Além disso, a compra da moeda em papel já não é algo tão usual para fins de investimentos. Quem acredita no potencial das “verdinhas” para rentabilizar, acaba optando por fundos cambiais ou por operações no mercado futuro, como os contratos de minidólar. 

O que é o mercado futuro?  

É simples, o mercado futuro é um ambiente virtual na bolsa de valores no qual são negociados contratos de compra e venda de ativos para uma data futura. 

O mecanismo de ganhar dinheiro com a valorização e perder com a desvalorização é exatamente o mesmo das ações. Entretanto, os objetos da negociação são contratos futuros, cujos ativos envolvidos podem ser índices, commodities agrícolas ou moedas, sendo a moeda americana uma das mais negociadas nesse mercado. 

Há também a possibilidade de operar vendido, podendo lucrar se vender mais caro ou comprar mais barato. 

O que é minidólar?  

Entendendo o funcionamento do mercado futuro, fica mais fácil compreender o conceito de minidólar.  

Trata-se da forma como são chamados os minicontratos da moeda americana, que podem ser considerados como um compromisso de compra ou venda de dólar em uma data futura. 

Um minicontrato é uma opção de investimento que conta com um lote mínimo menor do que os contratos cheios. A finalidade de um minicontrato é tornar essa modalidade de operação acessível a mais investidores, visto que um contrato cheio de dólar está na casa dos U$ 50.000. e a versão reduzida gira em torno de US$10.000. 

Porém, o valor do contrato é estipulado na hora da negociação. Apesar do valor elevado do contrato, o investidor consegue comprá-los com uma margem de garantia no valor aproximado de R$ 600,00 nas operações de day trade. 

Logo, há uma alavancagem muito alta para o valor da aplicação, elevando o risco, mas potencializando o retorno. Ou seja, basicamente, o minidólar costuma ser utilizado para proteção contra a volatilidade ou para especulação, seja na compra ou na venda.  

É importante lembrar que existe também o ajuste diário. Todo lucro e prejuízo são realizados no fechamento do pregão. Quem teve lucro, recebe o retorno. Quem teve prejuízo, é descontado enquanto estiver posicionado. 

Com isso, o investidor só ganha ou paga a diferença do minicontrato daquele dia, o que viabiliza as operações para quem tem pouco capital. 

Minicontratos: horário de negociação 

O horário de negociação para esses ativos é das 9h às 18h em dias úteis. A cotação do contrato é feita em real e o lote padrão das negociações corresponde a um contrato por vez no minidólar. 

Na data de vencimento, você não receberá a moeda física, mas terá direito à liquidação financeira da negociação, recebendo o lucro em sua conta ou tendo o prejuízo descontado. 

Vencimento Minicontratos 

A foto mostra dois homens debruçados sobre uma mesa de centro, na qual há um tablet e papéis com informações sobre investimentos em minicontratos

Outra peculiaridade desse tipo de negociação é que no mercado futuro, todos os contratos têm vencimentos. No dólar, por exemplo, todo mês tem um contrato diferente para negociar e o vencimento é no último dia de cada mês. 

Um minicontrato tem a sua sigla seguida pela letra que representa o mês de vencimento e o número do ano. Por exemplo, WDOJ20, para um contrato de minidólar com vencimento no mês de abril de 2020. 

Como operar com o dólar em alta

O minidólar costuma seguir a mesma tendência da moeda norte-americana e também as expectativas em relação ao cenário interno e externo.  

Com a possibilidade de alavancagem no investimento e de operar no day trade ou curto prazo, você pode aumentar o seu rendimento não só com a alta, mas também com a baixa ou a lateralização do contrato de minidólar. 

Contudo, as oscilações desse período da economia têm elevado a moeda e têm oferecido muitas oportunidades de operações, principalmente para aqueles que compram e vendem o ativo no mesmo dia e com base em uma boa análise gráfica. 

Para obter bons resultados, é preciso estar atento aos sinais do mercado e entender o momento certo de entrar ou sair da posição. Analise o comportamento gráfico do minidólar, como os pontos de mínima e de baixa em um determinado período. 

Os gráficos permitem traçar linhas de tendência, médias móveis e afins, que podem facilitar a sua análise. Mesmo que o comportamento passado não seja garantia de preço futuro, os gráficos ajudam a trazer perspectivas bem interessantes. 

Também existe a estratégia de tape reading, que é a leitura dos movimentos de compra e venda de minidólar. Com ela, é possível identificar o fluxo dos negócios fechados, facilitando a identificação de alta ou de baixa. 

Não deixe também de avaliar o cenário interno e externo na tomada de decisão, pois o cenário macroeconômico influi e muito na cotação do minidólar. 

Plataforma Zero

Encontrar a plataforma ideal para o seu perfil é fundamental. Portanto, para facilitar e encorajar isso, a Clear lançou a campanha de plataforma zero.  

Para ser elegível à campanha basta a realização de, no mínimo, um minicontrato, seja ele de índice ou dólar, com RLP ativo no mês.  

Pronto, sem segredos, só sucesso!  

Mas, vale ressaltar que, caso contrário, o valor integral da plataforma será cobrado no mês subsequente em que não for realizada uma operação de um minicontrato com RLP ativo.  

Algumas das plataformas que se aplicam são:  

Além de muitas outras.  

Importante: A gratuidade é válida somente para uma plataforma, no caso, a de maior valor.  

Não deixe essa oportunidade passar, aproveite agora mesmo! A campanha irá durar 12 meses, podendo ser cancelada a qualquer momento com aviso prévio de 30 dias.  

Conclusão

Com a economia nacional e global instáveis, a busca por proteção deve manter a procura por minidólar, elevando as cotações.  

Sendo assim, este é um bom momento para começar nesse tipo de investimento e conquistar bons rendimentos.  

Porém, caso a tendência de alta mude e a cotação comece a cair, é possível operar vendido, ou seja, você vende o ativo hoje, com a intenção de comprá-lo mais barato no futuro. 

Se você vender um WDO a 4.000 pontos e o recomprá-lo a 3.000 pontos. Como cada ponto vale R$ 10,00, o lucro bruto seria de R$ 10.000,00. Mas, quando a expectativa é alta, é hora de operar comprado no minidólar.  

Isso quer dizer que você compra o derivativo com uma pontuação baixa para depois vendê-lo mais valorizado. 

Não existe a definição do momento ideal para operar minidólar, já que cada investidor tem suas particularidades e objetivos variados. Mas, em cenários de desaceleração econômica, o minidólar costuma ser uma boa pedida, já que o dólar é visto como uma moeda forte. 

Porém, como este é um investimento de alto risco, é indicado investir apenas uma pequena parte do seu dinheiro e estar preparado para as oscilações. Antes de começar, estude bastante para compreender a dinâmica do mercado financeiro. 

Bons investimentos! 🚀 

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Bitcoin: o que você sabe sobre essa criptomoeda e sua modalidade de negociação? 

As estratégias de negociação utilizadas na renda variável podem ser replicadas no mercado de criptomoedas, como day trade, swing trade, position e, uma bem conhecida pelos entusiastas da tecnologia, o famoso buy and hold

Mas antes de utilizar qualquer uma delas, é preciso entender o que é bitcoin, como funciona o mercado de criptomoedas e quais os riscos que investir nessa criptomoeda pode oferecer à sua carteira. 

Como é um ativo digital que tem despertado muito interesse das pessoas, a Clear Corretora separou as informações mais importantes sobre essa criptomoeda. Acompanhe! 😉 

O que é bitcoin e para que serve? 

Bitcoin é uma moeda digital, ou uma criptomoeda. Com ela, é possível comprar e vender pela internet: diferente de outras moedas, como o dólar, euro ou o próprio real, o bitcoin só existe e pode ser utilizado virtualmente ou em lojas físicas que aceitam a criptomoeda como pagamento. 

O bitcoin foi a primeira criptomoeda a circular no ambiente digital. Ele surgiu em 2009, em plena crise econômica e, desde então, foi transacionado sem nenhuma interrupção. 

O criador da criptomoeda bitcoin atende pelo pseudônimo Satoshi Nakamoto. Quando anunciado, o ativo foi desacreditado por muitos, já que esta não foi a primeira tentativa de conceber uma moeda digital. 💰 

Porém, ela tem uma característica muito importante que ajudou para seu sucesso: o bitcoin é uma moeda descentralizada. Ou seja: não tem regulamentação de nenhum governo, empresa ou banco. Com isso, é possível comprar e vender bitcoins sem intermediários. 

O que são criptomoedas? 

Criptomoedas (ou moedas virtuais) são um meio de pagamento digital, através do qual é possível realizar transações de compra e venda on-line, como dissemos acima. 

O bitcoin, que é feito com base em uma rede blockchain criada pelo pseudônimo Satoshi Nakamoto, foi a primeira criptomoeda a entrar em circulação no mundo digital.  

Como você já deve imaginar, ela não é a única, mas foi o big bang desse novo mercado, pois deu início à ideia de moedas digitais descentralizadas no ano de seu anúncio, lá em 2009.  

A noção do dinheiro eletrônico, porém, não é tão nova. Em 1980, por exemplo, o criptógrafo David Chaum escreveu um artigo intitulado “Blind signatures for unraceable payments”, que  inspirou diversos outros criptógrafos na tentativa de criação de uma criptomoeda 

O bitcoin significa a digitalização do dinheiro, do cash, e com ele é possível enviar dinheiro entre duas pessoas diretamente sem depender de nenhum intermediário centralizado em uma rede global, transparente, aberta e sem fronteiras, assim como a própria internet.🌐 

Mas como o bitcoin vira dinheiro “de verdade”? Bem, algumas alternativas são realizar a transferência para alguma conta bancária ou para o seu cartão de crédito, e ele pode ser convertido em diversos tipos de moeda. 

E o que são Altcoins? 

Altcoin é o nome dado às criptomoedas do mercado alternativas ao bitcoin. 

Inspiradas pela invenção do próprio bitcoin, surgiram inúmeras outras criptomoedas nos últimos anos. Hoje, há literalmente milhares de moedas digitais dos mais diversos tipos. 

Algumas são cópias quase idênticas à original, alterando apenas algumas características simples; outras são plataformas muito mais complexas e ambiciosas —como é o caso do Ethereum— que prometem muito mais do que apenas um dinheiro eletrônico. 

E, assim como o precursor bitcoin, grande parte delas é negociada na internet, em plataformas de trading organizadas e especializadas, formando assim um novo mercado em crescente efervescência: o mercado das criptomoedas. 💸 

Como funciona o bitcoin? 

O bitcoin é baseado em um sistema de criptografia, que garante o funcionamento das transações, que acontecem de maneira anônima. Ele não passa por nenhuma regulamentação —seja de governos, empresas ou instituições financeiras, pois é negociado em uma rede própria: o blockchain —um grande banco de dados, onde as transações ocorrem.   

Já no processo de mineração de bitcoin, computadores conectados à rede trabalham para resolver problemas e, quando resolvidos, “recebem” um bloco de bitcoins. É assim que surge essa criptomoeda. 

Segundo o protocolo do Bitcoin, existe um número finito e imutável de bitcoins a serem produzidos: 21 milhões de unidades até o ano de 2140. 

Tem curiosidade sobre como comprar bitcoin? Abaixo a gente explica! 👇 

Como comprar bitcoin? 

Há três formas de comprar bitcoins e demais criptomoedas:  

  1. Aceitando bitcoins como pagamento no seu negócio. 
  1. Comprando de alguém que tenha bitcoins. 
  1. Minerando bitcoins em uma corretora de criptomoedas.  

A maneira mais simples e rápida de comprar seus bitcoins é através de uma corretora. 😉 

Assim, para negociar bitcoin, você deve possuir uma conta em uma corretora de criptomoedas, que são similares a uma casa de câmbio convencional, onde é possível trocar reais por dólares ou euros, mas, nesse caso, você faria a troca de reais por bitcoin. 

ETFs de criptomoedas: O que são?  

Antes de falarmos sobre o que são ETFs de criptomoedas, você precisa entender o que são ETFs. 🤚  

A resposta é simples: ETF, ou Exchange Traded Fund, nada mais é do que um fundo de investimento que leva como base um índice específico, como Ibovespa.  

Ou seja, se trata de um “pacote” de ativos selecionados pelo gestor do fundo, buscando aqueles que se aproximem do índice definido. Desse modo, você pode adquirir uma parcela do ETF que melhor se adeque a sua vibe, tendo assim uma carteira que seguirá os mesmos direcionamentos.  

Essa aquisição pode ser realizada nas Bolsas de Valores, incluindo a B3 (Bolsa de Valores do Brasil). É fácil, entenda como comprar ETFs com a Clear sem enrolação no vídeo abaixo:  

Dentre as diversas opções, algumas das que mais se destacam são os ETFs de criptomoedas: um fundo de investimento com base no índice das moedas digitais, como o bitcoin.  

👉 Você consegue investir em criptomoedas de maneira mais simples e diversificada através de ETFs como HASH11, um dos principais fundos de investimento de moedas digitais disponíveis na B3.  

Essa diversificação possui inúmeros benefícios, principalmente se você está descobrindo este novo mundo agora. Tendo em vista que, atualmente, circulam no mercado mais de 10 mil criptos, começar com um grupo estabelecido com base em um índice pode ser o caminho ideal.  

Achou interessante? Se aprofunde ainda mais no universo dos ETFs com este conteúdo completo que separamos para você: 

👉  ETF de criptomoedas: como investir? | Master Clear 

Bitcoin: por que as pessoas estão buscando por ele? 

A foto mostra um homem, sob um fundo laranja, segurando uma moeda de bitcoin, mostrando-a para a câmera que está à sua frente.
Os ETFs de criptomoeda, como Bitcoin, são um ótimo caminho para facilitar e aumentar a diversificação de investimentos da sua carteira.  

A busca por bitcoins está em alta. A criptomoeda tem algumas características que podem ser vistas positivamente. Olha só: 

Bitcoin como o “Ouro Digital” 

Alguns analistas chamam esse ativo de “ouro digital”: ativo que replica as características do próprio ouro por não ser emitido por nenhum governo, de fácil transporte e verificável (a propósito, investir em ouro na bolsa pode ser uma boa opção para você ficar de olho). 

Diversificação para a carteira 

O bitcoin pode ser considerado um ativo de diversificação contra tensões globais, justamente por ser “independente”. 

Mas já que estamos falando sobre como comprar bitcoin, é preciso ter em mente que sua cotação pode não sofrer menos alterações em caso de crises e tensões globais. O cenário citado acima é apenas um dentre muitos. 

Mercado 24 horas de criptomoedas 

Essa criptomoeda faz parte de um mercado que funciona 24/7. Qualquer negociação ou transferência pode ser feita em qualquer momento com facilidade e rapidez, seja por meio de uma plataforma web ou de um aplicativo

O bitcoin é um ativo deflacionário 

O bitcoin é um ativo deflacionário: só existirão 21 milhões de unidades de bitcoin no mundo. 

Critpomoeda acessível! 

A moeda digital pode ser transacionada até a sua 8ª casa decima chamado de Satoshi. Assim, o investidor ou trader consegue escolher com mais opções a quantidade que irá negociar. 

Riscos de bitcoin: o que saber antes de investir 

Todo tipo de investimento apresenta riscos. Investir em bitcoin não é diferente. Por isso, antes de escolher investir nessa moeda, é preciso saber o seu perfil de risco, ou seja, qual sua tolerância ao risco e quais são eles. 

Podemos separar 3 grupos de riscos dos ativos digitais/criptomoedas: 

  1. Risco de Sistema 
  1. Risco de Usabilidade 
  1. Risco de Mercado 

Vamos ver cada um deles com mais detalhes:  

Riscos de sistema 

O risco de sistema está relacionado à tecnologia necessária para o sistema de criptomoedas funcionar. Aqui, estamos falando do que está por trás dos bitcoins. 

Isso se refere a bugs ou vulnerabilidades que possam ameaçar o funcionamento do sistema de bitcoins, ameaçando sua confiança. Esses problemas podem interferir diretamente no preço das criptomoedas. Além disso, podem resultar em perdas do ativo também. 

Portanto, o sistema é a base do mercado de bitcoins. Se a tecnologia dele for ameaçada, todo o mercado do ativo é impactado. 

Riscos de usabilidade 

Entre os três tipos de riscos, o risco de usabilidade é o que tem a maior chance de causar perdas aos usuários. Esse risco é referente ao armazenamento dos bitcoins. 

Ao contrário de dinheiro físico, que você pode guardar na sua carteira, os bitcoins precisam ser armazenados de forma virtual em um ambiente seguro. 

Assim, você não corre o risco de perder as informações armazenadas no computador ou telefone celular e não conseguir acessar suas criptomoedas. 

O melhor caminho para armazenar suas criptomoedas é procurar por carteiras digitais. Pesquise sobre elas e veja opções confiáveis. 

Riscos de mercado 

O risco de mercado refere-se à própria oscilação do preço das criptomoedas —esse é um risco que diferentes ativos de renda variável sofrem. 

No mercado, a oscilação de preço dos ativos chama-se volatilidade. Alguns ativos digitais são mais voláteis do que outros. 

Além disso, por serem ativos livremente negociados no mundo todo, o preço é definido pela simples interação dos compradores e vendedores, ou seja, a lei de oferta e demanda

Isso significa que não é possível prever o preço dos bitcoins para o próximo dia. Diversos fatores externos, como crises políticas, crises financeiras ou algum acontecimento no mercado financeiro, como a fusão de duas grandes empresas, podem inferir no valor da criptomoeda. 

Assim, você deve se atentar ao risco de mercado antes de negociar criptomoedas. Esses ativos apresentam alta volatilidade em relação ao seu preço e o seu investimento é considerado de alto risco. 

Investir em Bitcoin: quanto custa? 

O custo para investir na criptomoeda varia de acordo com a corretora. Assim como o investimento em ações, por exemplo, algumas corretoras podem cobrar taxas para investir em bitcoin. 

Por isso, seja qual for o ativo de sua escolha, é sempre importante analisar as condições da corretora. 

Aqui na Clear nós não negociamos criptomoedas. Mas nossa taxa de corretagem é zero para todos os nossos produtos de renda variável. 

Existe um valor mínimo para investir em bitcoin? 

Cada corretora costuma definir um valor mínimo para depósito e um valor mínimo para envio de uma ordem. 

Em relação ao valor mínimo para investir, uma das propostas mais revolucionárias em relação ao modo pelo qual utilizamos a moeda tradicional é o potencial de acessibilidade e inclusão que o bitcoin oferece. 

Um exemplo disso é a possibilidade de: com apenas R$0,01 comprar uma fração de bitcoin, pois a criptomoeda pode ser transacionada até a sua 8ª casa decimal, como já dissemos. 

A sua menor fração (0,00000001btc) é chamada de Satoshi, nome derivado do próprio criador do Bitcoin, Satoshi Nakamoto. 

Quanto vale um bitcoin? 

É importante lembrar que o bitcoin se comporta como qualquer outra moeda: seu valor é volátil e sofre variações diárias de acordo com os movimentos do mercado. 

Porém, a oscilação do bitcoin pode ser muito maior: por exemplo, a criptomoeda pode oscilar 20% em um mesmo dia. Por isso, algumas pessoas a enxergam como uma boa oportunidade para investir no day trade (ou seja, um ativo que é comprado e vendido no mesmo dia). 

⚠️ Mas atenção: vale ressaltar que da mesma forma que se pode ganhar com essas oscilações, também se pode perder. Então, tenha cautela ao investir seu capital. 

A cotação do bitcoin pode variar em um mesmo dia. E normalmente tem como referência o dólar. Ou seja, se o dólar sofrer alterações em seu preço, provavelmente isso impactará o valor do bitcoin no Brasil. 

Qual o perfil de um investidor de bitcoin? 

Antes de escolher qualquer investimento ou optar por uma das formas de como comprar bitcoin, é preciso saber o seu perfil de investidor. Dependendo do seu perfil, o investimento poderá ou não ser indicado para você. 

👉 Os bitcoins são recomendados para investidores e traders que possuem apetite ao risco e que estejam familiarizados a investir em ativos que apresentam alta volatilidade em relação ao seu preço, como o mercado de ações. 

Investir em bitcoin vale a pena? 

Como para qualquer outro tipo de investimento, a resposta é: depende. 🤷‍♂️ 

Escolher ou não investir em bitcoin dependerá de diversos fatores, como o seu perfil de risco, quantidade que tem para investir, qual seu objetivo e quanto tempo quer manter o investimento, por exemplo. 

Todos esses fatores devem influenciar na sua escolha de investimentos. 

Mas se você não sente segurança para investir em bitcoin, separamos alguns investimentos para você ir diversificando sua carteira: 

Minicontratos 

Começando com minicontratos, investimentos feitos no mercado futuro, ou seja, são contratos de compra e venda de produtos que serão realizados em uma data futura. Esses contratos podem ser de índice e dólar —caso você deseje investir em moedas. 

Os minicontratos permitem que o investidor pessoa física tenha mais participação e opções para investir na Bolsa, mesmo com pouco capital. E aqui na Clear temos uma das menores margens de garantia do mercado! 

Day Trade de ações 

Investir em ações operando day trade é quando o trader compra e vende o ativo no mesmo dia. O objetivo dessa operação é lucrar com as pequenas oscilações do mercado em um curto período de tempo. 

As vantagens desse investimento são a agilidade em fazer as transações e possibilidade de fazer alavancagem

Mercado de opções 

Opções são contratos nos quais é negociado o direito de comprar ou vender um lote de ações por um determinado período. Esse contrato garante o direito da transação, mas não a obrigação de ela ser realizada. 

Investir em opções é uma boa alternativa para fazer hedge ou alavancar seus investimentos. 

E aí, bora começar a investir? 🚀 

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Uma foto mostra as duas mãos de uma mulher, apoiadas sobre uma mesa, que segura notas de dólares, em referência ao swap cambial.

Você pode não saber exatamente o que são swaps cambiais, mas já deve ter ouvido falar sobre os leilões de dólares organizados pelo Banco Central para controlar o câmbio da moeda. Acertamos? 

Além disso, existem dois tipos de swaps cambiais dos quais mais ouvimos falar: o swap cambial reverso e o swap cambial tradicional. Não sabe qual é a diferença entre eles ou quem deve investir em cada um? Esquenta não! A gente te conta o que é swap cambial e tudo o que você precisa saber sobre o assunto agora. 🙅‍♂️  

O que é swap cambial e como ele funciona? 

O swap cambial é uma operação de leilão de dólares realizada pontualmente para controlar o câmbio, impedindo que o dólar tenha seu valor extrapolado. O swap é um derivativo que envolve a troca de indexadores entre o BACEN e um investidor: a troca é de rentabilidades, não transferência de fluxos de capital. 

O Banco Central utiliza o swap quando, por exemplo, as taxas de câmbio estão oscilando muito, fazendo com que a intervenção do Governo seja indispensável. 

Para que serve o swap cambial? 

O objetivo do swap cambial é prover o hedge cambial (proteção contra variações excessivas do dólar em relação ao real), além de assegurar a liquidez ao mercado de câmbio doméstico. Segundo o do próprio BACEN, o swap cambial “promove simultaneamente a troca de taxas ou rentabilidade de ativos financeiros entre agentes econômicos”. 

Em resumo, “a compra de contratos de swap pelo BC funciona como injeção de dólares no mercado futuro”.  

Qual é a diferença entre swap cambial reverso e tradicional? 

Como falamos lá em cima, existem dois tipos de swaps cambiais, e a diferença entre o swap cambial reverso e o swap cambial tradicional é que, no swap tradicional, o BACEN compra contratos para pagar a variação cambial do dólar com a Selic do período de referência. Já no swap reverso, é previsto que o câmbio suba mais que a Selic. 

De forma mais detalhada, o é no swap cambial tradicional que o Banco Central oferece o pagamento da oscilação do dólar (e um prêmio adicional) àquelas pessoas que investem, que, por sua vez, se comprometem a devolver a diferença da taxa de juros naquele período.  

E no swap cambial reverso, o BACEN paga os juros de determinado período a quem investe, enquanto essas pessoas pagam ao BACEN pela oscilação cambial do período. É como uma compra de dólar futuro

O Banco Central oferece o swap cambial tradicional sempre que precisa conter a alta do dólar, e oferece o swap cambial reverso quando há fortes quedas no dólar, o que é desfavorável para as exportações. 

Onde são negociados os contratos de swap? 

Swaps cambiais são negociados no mercado de balcão (Over The Counter – OTC), ambiente no qual acontecem operações financeiras não registradas na Bolsa de Valores, que conta com a intermediação na compra e venda de ativos de corretoras de valores, distribuidoras e bancos de investimentos autorizados. 

Inclusive, o swap cambial não é padronizado, fazendo com que seja impossível transferir contratos entre as pessoas que investiram ou a uma empresa −ou seja, basicamente, quem optou por fazer um swap cambial tem que cumprir com o contrato até o fim. 

Na Clear você conta com corretagem e custódia zero nos melhores produtos do mercado. Abra sua conta, é online, rápido e 100% grátis.  

Qual é a relação entre swap cambial e hedge? 

Uma foto mostra as mãos de uma mulher mexendo no notebook que está sobre uma mesa.

Como a gente já explicou o que é swap cambial, vamos dar um contexto geral sobre o que é hedge cambial: 

Hedge cambial é um conjunto de instrumentos que tem a finalidade de proteger investimentos e negócios de risco das variações cambiais, e é utilizado por empresas mundiais de importação e exportação, e até pessoas investidoras e turistas que viajam para o exterior. 

Hedge tem como objetivo segurar o preço da moeda em uma data futura, garantindo uma transação previsível e oferecendo proteção contra a desvalorização da moeda local. Tudo isso quer dizer que o swap cambial, seja ele tradicional ou reverso, é um tipo de hedge cambial

Quais são as vantagens e desvantagens das operações swap? 

Falamos sobre o que é swap cambial, como funciona e as diferenças entre o swap cambial reverso e o tradicional. Mas, de maneira geral, existem algumas qualidades que podem trazer um retorno positivo e, outras, um retorno menos lucrativo. Pensando nisso, separamos algumas vantagens e desvantagens das operações swap −segue o fio: 

  1. Protege o patrimônio de quem investiu contra as oscilações do mercado financeiro; 
  1. É uma operação mais simples do que realocar o capital investido, por exemplo; 
  1. É uma alternativa valiosa se você tem uma empresa, instituição, ou é uma pessoa investidora que depende do preço de ativos internacionais. 
  1. Há a probabilidade de o novo indexador não se valorizar e o índice original das aplicações subir; 
  1. O dólar pode não oscilar tanto assim no período contratado e, assim, quem investe (pessoa física ou jurídica) terá buscado se proteger da alta do dólar pagando juros altos 
  1. Como todo investimento, há riscos de perdas. 

Para quem o swap cambial é indicado? 

Faz mais sentido que swaps cambiais sejam utilizados principalmente por empresas que trabalham com importações e exportações. Já pensou na importância do swap cambial para uma empresa que tem a alavancagem atrelada ao dólar? O aumento excessivo do dólar pode representar uma dívida alta que a empresa teria de pagar. É aí que o swap cambial entra: garantindo proteção. 

Pessoas que investem também podem aderir aos contratos de swap, especialmente quem visa o lucro sobre a variação do preço do dólar no curto prazo. Enquanto o Banco Central assume o pagamento dessa variação durante o contrato, quem investiu paga uma taxa de juros, o CDI. Então, se o dólar subir mais do que a taxa de juros, o investidor terá lucro. 

Em conclusão, a indicação do swap cambial vai depender muito do seu tipo de perfil: você tem perfil conservador, moderado ou agressivo? Não sabe? A gente tá aqui pra isso. Nossa equipe de analistas está disponível para consultorias, e você ainda pode participar de salas de análise on-line para ganhar expertise. 

E você sabia que na Clear as taxas de custódia e de corretagem são zeradas? Isso significa que você pode começar a investir sem gastar com taxas adicionais.  

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Hedge cambial é um conjunto de instrumentos usados para proteger investimentos e negócios dos riscos da variação do câmbio.

A estratégia pode ser adotada por empresas importadoras e exportadoras, investidores ou mesmo turistas que planejam viajar ao exterior.

O seu objetivo é travar o preço de uma moeda em data futura e garantir a previsibilidade da transação.

O propósito do hedge, portanto, não é gerar lucros, mas eliminar as incertezas futuras.

Quer saber como proteger investimentos com o hedge cambial?

Então, continue a leitura e descubra.

O que é hedge cambial em investimentos?

Hedge cambial em investimentos é uma estratégia que visa proteger o patrimônio do investidor de possíveis desvalorizações da moeda local.

Em momentos de crise, moedas de países emergentes, como o real, tendem a perder valor frente a moedas fortes, como o dólar.

Isso ocorre porque há uma fuga de investidores para ativos considerados seguros, como o dólar e o euro, elevando suas cotações.

Com uma boa estratégia de hedge, o prejuízo de um lado é compensado com o lucro do outro.

Há diferentes maneiras de fazer hedge cambial nos investimentos, tais como:

Como surgiu o hedge?

O hedge como estratégia de proteção surgiu no século XIX no mercado de commodities agrícolas.

Produtores rurais de Chicago (EUA) adotaram a prática para evitar quedas acentuadas no preço da produção durante a safra, período de grande oferta.

Para garantir o lucro do negócio, os produtores negociavam antecipadamente com os compradores o preço da commodity para entrega em data futura.

Assim, uma eventual queda de preços devido ao excesso de oferta não impactaria o faturamento do produtor que travou seu preço com antecedência.

No mercado financeiro, as ferramentas de hedge foram aperfeiçoadas e deram origem a diversos tipos de derivativos, como as opções e os contratos futuros.

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Como funciona o hedge cambial no mercado futuro?

foco na mão de duas pessoas trocando notas de dinheiro

Mercado futuro é um ambiente dentro da bolsa de valores no qual se negocia contratos futuros derivados de algum ativo, os chamados derivativos.

Para fins de proteção contra os riscos cambiais, o investidor pode usar, por exemplo, o dólar futuro como estratégia de hedge.

Um contrato cheio (ou minicontrato) de dólar é negociado entre duas partes: comprador e vendedor.

No ato da negociação, as partes fixam o preço futuro da moeda (ou do contrato derivado da moeda) e o prazo de liquidação.

Na bolsa, os contratos futuros são padronizados.

A transação acontece porque o comprador acredita que o dólar pode estar mais caro no futuro. O vendedor pensa o contrário.

Como exemplo, imaginemos que o comprador de um contrato futuro é alguém que terá despesas no exterior, como viagem ou pagamentos.

Se ele acredita que o dólar vai subir, o contrato futuro da moeda com um preço travado será sua proteção.

Se de fato o dólar ficar mais caro, suas despesas no exterior serão maiores, mas o ganho com o hedge compensará o prejuízo. Lembra que ele comprou mais barato?

Caso ocorra o contrário e o dólar caia de preço, suas despesas no exterior ficarão mais baratas, mas a operação com o contrato futuro resultará em prejuízo.

De qualquer modo, a estratégia funcionou: uma operação anulou os efeitos da outra e a oscilação cambial foi neutralizada.

Importante ressaltar que contratos futuros de dólar não representam a moeda em si. São derivativos.

Na ocasião da liquidação, o comprador não recebe dólares, mas a diferença em reais entre o preço de compra e venda. Essa diferença, inclusive, é ajustada diariamente.

Uma das vantagens do uso de contratos futuros como hedge é que o investidor não precisa ter em conta o valor total dos contratos futuros. Apenas uma margem de garantia.

Ao longo do período de vigência do contrato, a bolsa faz os ajustes diários, debitando ou creditando as diferenças referentes às oscilações do contrato.

Ou seja, quem tem prejuízo paga para quem tem lucro, todos os dias, até o fim da operação.

Os contratos futuros de dólar podem ser:

Cálculo do hedge cambial

Fazer hedge cambial usando as ferramentas do mercado de derivativos é como contratar um seguro. Tem custos.

Os principais são custos operacionais, do spread bancário e da própria formação do preço futuro do dólar.

Quando comprador e vendedor travam o preço do dólar para daqui a seis meses, por exemplo, não é possível prever como estará o câmbio na data de vencimento do contrato.

São avaliados, então, alguns elementos que podem influenciar a taxa futura:

A fórmula de cálculo é a seguinte:

Hedge cambial: importação e exportação – o que significa?

Para empresas que atuam no comércio exterior, seja de importação ou exportação, o hedge cambial tem importância fundamental.

Afinal, as flutuações do câmbio podem prejudicar o fluxo de caixa e as margens de lucro.

Para uma empresa importadora, uma escalada do dólar é ruim para os negócios, caso não seja possível repassar o custo do câmbio ao cliente.

O hedge cambial garante, em casos assim, mais previsibilidade, principalmente se o pagamento do produto importado estiver agendado para data futura.

Para empresas exportadoras, a lógica é inversa: dólar em alta significa mais lucro. Dólar em baixa, prejuízo.

Para o exportador, uma proteção cambial só seria vantajosa, portanto, em caso de valorização da moeda local.

Vantagens e importância de fazer um hedge cambial

A proteção cambial é importante e vantajosa tanto para empresas que atuam no comércio internacional quanto para investidores com exposição a ativos estrangeiros.

São operações que têm custos, semelhante à contratação de um seguro, mas que podem ser úteis em momentos de grande volatilidade cambial.

Quais são os tipos de hedge cambial?

Entre as ferramentas usadas como proteção cambial podemos listar:

Contratos futuros

Os contratos futuros mais usados para hedge cambial são os de dólar.

Como descrito anteriormente, comprador e vendedor decidem antecipadamente o preço futuro do derivativo da moeda e o prazo de vencimento.

SWAP Cambial

Swap cambial é a troca dos indexadores que remuneram o capital.

Por exemplo, uma empresa que tem dívida em dólares e acredita que a moeda possa se valorizar, faz um swap e troca o indexador (balizado em moeda nacional) pela variação do câmbio.

Assim, se o dólar subir, o capital da empresa acompanhará e a capacidade de pagamento da dívida em dólares no futuro estará garantida.

Fluxo de caixa internacional

No caso de empresas que operam em diferentes países, a manutenção de um fluxo de caixa internacional também funciona como um hedge natural.

Quais são as formas de fazer hedge cambial: saiba as principais

Agora, vamos falar sobre as estratégias utilizadas ao fazer hedge cambial.

Acompanhe!

NDF

NDF (Non Deliverable Forward) é um contrato a termo de moeda sem entrega física.

Trata-se de uma operação na qual os envolvidos estabelecem antecipadamente uma taxa para o câmbio em data futura.

No vencimento, o contrato é liquidado, considerando a diferença entre a taxa contratada e a taxa de mercado.

Quem teve prejuízo paga a quem teve lucro.

Fundos cambiais

Os fundos cambiais, que investem em ativos relacionados à variação do câmbio, são opções práticas, principalmente para o investidor pessoa física.

Ao investir em um fundo cambial que replica o desempenho do dólar, por exemplo, o investidor não precisa se preocupar com a gestão dos ativos.

Caso a moeda se valorize, seu patrimônio também será maior e vice-versa.

Trava de câmbio

Trava de câmbio é uma alternativa oferecida por diversos bancos especializados em operações de câmbio, com foco em empresas importadoras e exportadoras.

Semelhante ao NDF, fixa a cotação da moeda para uma uma data futura, a fim de resguardar a previsibilidade do fluxo de caixa da operação de quem a contrata.

Exemplos práticos de como um hedge cambial funciona

Vimos até aqui algumas das várias opções de hedge cambial que o mercado oferece.

Para facilitar o entendimento, vamos a alguns exemplos.

Viagem ao exterior

Você planeja uma viagem aos Estados Unidos e fez uma reserva para os gastos com o passeio.

A viagem ocorrerá daqui a 30 dias e ninguém sabe qual será o preço do dólar até lá.

Pela cotação atual, os custos da viagem cabem no seu orçamento, mas, se o dólar subir, suas férias podem ser comprometidas.

Com o hedge cambial, você trava o câmbio usando as diversas ferramentas disponíveis e viaja tranquilo, sem se preocupar com a oscilação da moeda nos próximos 30 dias.

Empresa importadora

Uma empresa importadora compra produtos no valor de US$ 100 mil para pagar em dois meses.

Supondo que o dólar está a R$ 5,00, sua fatura em moeda nacional é de R$ 500 mil.

Para garantir que a dívida de R$ 500 mil não saia do controle, o empreendedor estrutura uma operação de hedge.

Por meio de uma compra a termo, por exemplo, ele fixa o preço futuro da moeda a fim de garantir a capacidade de pagamento.

Passados os dois meses, o dólar subiu para R$ 6,00 e a dívida da empresa passou para R$ 600 mil.

Mas a operação a termo, por outro lado, resultou em lucro.

Então, com a diferença, a empresa compensa o aumento da dívida sem impactos negativos no fluxo de caixa.

O que é necessário para fazer um hedge cambial

Para fazer hedge cambial, basicamente, você só precisa seguir dois passos.

Veja quais são:

1° passo: Abrir conta em uma corretora

Se você deseja se proteger dos riscos cambiais por meio dos derivativos, o primeiro passo é abrir conta em uma corretora de valores.

Na Clear, a corretagem é zero para todos os produtos de renda variável.

Se você ainda não é cliente, abra sua conta gratuitamente.

2° passo: Escolher a operação

O passo seguinte é identificar qual o melhor instrumento de proteção.

Você é importador e quer se proteger de uma possível alta do dólar? Ou exportador?

Se é investidor, provavelmente, quer resguardar seu patrimônio de uma eventual desvalorização do real.

Para cada caso, é preciso analisar as opções disponíveis e considerar os custos antes de decidir.

Hedge cambial para empresas: por que investir?

Para as empresas com atuação no exterior, proteger-se das variações do câmbio é uma forma de garantir margens de lucro sem surpresas.

No caso das importadoras, a proteção será sempre contra a desvalorização do real. No caso das exportadoras, a lógica é contrária.

Em alguns setores da economia, a empresa consegue repassar a variação cambial ao cliente ou consumidor final, logo, o hedge tem menos importância.

Em outros casos, isso não é possível.

Qual o melhor momento para fazer hedge cambial?

A escolha do melhor momento para fazer hedge cambial deve levar em conta diversos fatores macro e microeconômicos.

A taxa de câmbio é mais suscetível a oscilações bruscas em momentos de instabilidade econômica, quando as crises afetam com mais força moedas de países emergentes.

O desafio do investidor é antever esses eventos.

Como dissemos, hedge é como um seguro.

Deixar para contratá-lo em momentos de grande incerteza pode custar caro.

A análise, portanto, precisa ser cuidadosa.

Perguntas frequentes sobre hedge cambial

Ainda com dúvidas?

Veja respostas às perguntas mais comuns sobre hedge cambial.

Hedge e diversificação de investimentos: qual a diferença?

Hedge é o uso de instrumentos financeiros (em geral, derivativos) com o objetivo de anular os riscos de perda do patrimônio.

Diversificação tem como objetivo diluir os riscos e tornar uma carteira de investimentos mais resiliente em momentos de crise.

São estratégias diferentes, mas complementares.

Hedge elimina todos os riscos do mercado financeiro?

Não.

O hedge pode mitigar o risco de mercado (oscilação de preços dos ativos).

Mas há vários outros riscos que devem ser considerados, como risco de crédito, operacional, de liquidez, dentre outros.

Qual é o valor mínimo para adquirir um ativo de hedge?

O valor mínimo depende do tipo de instrumento e dos preços de mercado.

Os derivativos, por exemplo, aceitam operações alavancadas, o que reduz o capital exigido nas operações.

Qual é o melhor instrumento de hedge do mercado financeiro?

Depende de cada situação.

O melhor instrumento para uma empresa importadora pode não ser o mesmo para um investidor que busca proteção do patrimônio.

Para quem o hedge é indicado?

Para investidores com perfil de risco adequado ao tipo de operação e que compreendem o funcionamento das ferramentas, além de empresas que precisam proteger suas operações das variações cambiais.

Investir de forma segura pode ser para você

Adotar estratégias de proteção com derivativos e outros instrumentos do mercado financeiro é uma das formas de cuidar do patrimônio.

Outra dica importante é diversificar.

Um portfólio balanceado dilui os riscos e potencializa as oportunidades de ganhos.

Na Clear, você tem à disposição uma infinidade de ativos para investir de forma prática, diversificada e segura.

Conclusão

Dos produtores agrícolas no século XIX aos dias atuais, o hedge evoluiu, foi adotado pelo mercado financeiro e passou a ser usado para diferentes fins.

Se você pretende fazer hedge cambial em seus investimentos, avalie as opções, custos e funcionamento de cada ferramenta.

Caso identifique a real necessidade de proteção, certamente encontrará boas alternativas no mercado.

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Entenda como a moeda mais influente do mundo interfere nos seus investimentos e serve como um termômetro do mercado

Por que a cotação do dólar influencia o mercado? Se você está acostumado a acompanhar o mercado financeiro, certamente já se deparou com esse tipo de manchete: “Ibovespa sobe e dólar recua com bom humor dos investidores”. Como também já deve ter visto: “Dólar dispara com aumento do ruído político”. A cotação do dólar interfere diretamente no mercado e vamos entender um pouco sobre essa influência neste artigo.

Como a hipotética manchete apontou, a cotação do dólar em primeira instância é uma “medida do humor” dos investidores, uma vez que simboliza proteção, já que estamos falando simplesmente da referência monetária da economia mundial, ou seja, a principal moeda no mercado de câmbio.

Esse seu status de moeda forte serve de porto seguro para os investidores em momentos turbulentos do mercado, com a migração de ativos de maior risco, como no caso da renda variável, para um ativo de menor risco, maior reserva de valor e principalmente alta liquidez como é o dólar. Essa fuga para o dólar eleva a demanda pela moeda e por consequência seu preço.

Como o mercado é cíclico e na grande parte do tempo o dinheiro troca de mão, essa migração para o dólar em tempos de turbulência influencia diretamente o mercado de renda variável, pois é um sinal claro da falta de apetite do investidor pelo risco, o que acaba impactando negativamente a bolsa de valores de modo em geral.

Em contrapartida, as empresas exportadoras, cujas receitas são em dólares, são favorecidas por esse movimento de alta do câmbio e geralmente são as alternativas para surfar a alta da cotação do dólar. Não por acaso, essas empresas são conhecidas como defensivas e frequentemente são utilizadas como hedge das carteiras para aproveitar esse movimento de alta do dólar, como também para proteger da turbulência do mercado.

A cotação do dólar e o Ibovespa

Além de ser um bom parâmetro de risco, lembrando que nada garante que a alta do dólar representará irrestritamente na queda da bolsa ou vice-versa, a cotação do dólar é muito importante para entender quão atrativo está o mercado brasileiro para investir.

Na economia, para sintetizar o interesse dos investidores estrangeiros no Brasil, o Bacen (Banco Central do Brasil) divulga o fluxo cambial, que indica o volume de divisas externas que entram e saem do País, ao passo que é o calculado através do fluxo financeiro e comercial. No mercado de ações esse fluxo é medido pela participação dos investidores na Bolsa.

Segundo os últimos dados da B3 referentes ao mês de maio, 48,6% das negociações no mercado a vista foram registradas pelos investidores estrangeiros, ou seja, sua participação é extremamente relevante. Por conta disso, o dólar, caro ou barato, de fato irá influenciar o apetite dos estrangeiros pelas ações brasileiras e para entender melhor essa relação o investidor deve sempre estar ligado no EWZ.

O EWZ é um ETF (Exchange Trader Fund) que representa os papéis com maior peso no Ibovespa e nada mais é do que o maior fundo de índice de ações brasileiras negociado lá fora. O iShares MSCI Brazil Capped Index, como é denominado formalmente, sem dúvida é um ótimo termômetro da demanda dos estrangeiros pelas ações brasileiras e fazer sua análise junto com o Ibovespa é crucial para entender o comportamento do mercado, uma vez que os estrangeiros operam em dólar e estão de olho no Ibovespa em dólares.

Um grande exemplo da sua importância foi em maio deste ano, mais precisamente na terceira semana, quando o Ibovespa recuou 4,5% e foi marcar mínima em 89.400 pontos por conta dos inúmeros ruídos políticos gerados naquele momento. Quando parecia que tudo iria acabar, no Fechamento do Mercado do dia 17 de maio (https://www.youtube.com/watch?v=nDm3efjr3OM&t=1s) foi apontado que o EWZ estava testando os US$ 37,00, seu principal suporte de curto prazo e que, mesmo com a derrocada do Ibovespa, a maior probabilidade era por uma recuperação a partir daquele momento.

No final das contas, de fato o ETF respeitou esse patamar e subiu 16% levando em conta o preço atual.

Portanto, a cotação do dólar influencia o mercado diretamente na percepção de risco do investidor, como também na atratividade de comprar/vender ações. Esse foi um resumo bem sucinto e prático da influência do dólar no mercado, lembrando que a moeda interfere diretamente nos rumos da economia, desde a política monetária até a política comercial de um país.

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Uma mesa preta com um óculos de armação castanha, um calendário branco com algumas anotações coloridas, duas moedas Bitcoin e alguns blocos de madeira com letras, formando a palavra “blockchain”.

Nesse post explicaremos um pouco sobre o Blockchain e a forma como ele é utilizado. 

Não estamos falando sobre nenhum bicho de sete cabeças, essa tecnologia é aplicada por trás de várias criptomoedas, incluindo o Bitcoin. Com a leitura desse conteúdo você vai entender melhor como o Blockchain é empregado nesta moeda digital. 

Continue acompanhando e faça uma boa leitura! 

O que é Blockchain? 

O blockchain nada mais é que uma lista de todas as transações de bitcoin feitas desde a criação da moeda. Essas transações são agrupadas em blocos, e cada bloco tem uma referência ao seu bloco anterior, formando assim uma cadeia. Daí o nome: block (bloco) + chain (cadeia/corrente).  

Cada transação tem uma origem e um destino, com cada um sendo o identificador de uma carteira, e essa lista de transações é o que determina quantos bitcoin cada carteira possui.  

Dessa forma, a “custódia” dos bitcoins está no blockchain, e não na carteira. Assim, oO que determina quantos bitcoins uma carteira possui é o histórico de transações no blockchain. 

Como funciona o controle do blockchain? 

E quem controla esse blockchain? Afinal, o controlador tem o poder sobre quantos bitcoins cada carteira possui. Mas é justamente aí que entra um dos principais conceitos e talvez a principal força do bitcoin: a descentralização.  

Ninguém controla o blockchain sozinho. O blockchain é determinado em consenso pela rede do bitcoin, que consiste de qualquer um que queira fazer parte, basta configurar o software apropriado em sua máquina e se conectar com outros nós dessa rede.  

Hoje a rede do bitcoin tem aproximadamente 12 mil nós. 

Blockchain: o que é uma carteira? 

Mas então o que é uma carteira? No blockchain, uma carteira é simplesmente um par de códigos que identificam a carteira, e que qualquer um pode gerar, basta utilizar o software apropriado (existem vários disponíveis na internet, incluindo um oficial). 

Mas como eu faço para transferir um bitcoin (ou uma fração de bitcoin) da minha carteira para outra? E porque outros não podem forjar transações em meu nome? 

Para isso, é utilizada uma técnica de criptografia onde cada carteira consiste de duas partes: uma chave pública (que também é o identificador da carteira) e uma chave privada (que somente o dono da carteira deve ter acesso).  

O dono da carteira gera um código de autenticação a partir dos dados da transação (como origem, destino e quantidade a ser transferida) utilizando a chave privada.  

Qualquer um pode verificar, utilizando a chave pública, que o código fornecido na transação corresponde aos dados da transação, e portanto ela é válida.  

As propriedades matemáticas dessa técnica, garantem que o código gerado utilizando a chave privada seja possível de ser verificado através da chave pública, e faz com que seja extremamente difícil criar esse código sem saber a chave privada (muitos bilhões de anos utilizando os processadores mais rápidos). 

Como adicionar transações? 

Já vimos então que somente o dono de uma carteira pode criar uma transação a partir daquela carteira. Mas como podemos adicionar uma transação no blockchain?  

Como cada nó na rede do bitcoin deve ter uma cópia idêntica de todo o blockchain, se dois nós resolverem adicionar uma transação ao mesmo tempo, a rede deve atingir um consenso sobre qual transação vai ser adicionada primeiro. 

Uma pessoa segurando diversas moedas, douradas e prateadas, de Bitcoin com as duas mãos.
Através da criptografia de duas chaves, uma pública e uma privada, somente o dono da carteira de Bitcoin consiga gerar códigos de autenticação para realizações no blockchain.

Entenda o conceito de mineração 

É aqui que entra o conceito de mineração. Para evitar que cada nó adicione novas transações a cada momento, dificultando a sincronização entre todos, as transações são agrupadas em blocos.  

Um minerador de bitcoin escolhe as transações propostas na rede e cria um bloco. Para adicionar esse bloco no blockchain, para que os outros nós aceitem, ele deve gerar um código matemático (um hash) a partir dos dados do bloco.  

Esse código deve ter certas características que fazem com que seja necessário muitos cálculos para gerá-lo, e a dificuldade é ajustada automaticamente pela rede para que em média alguém consiga gerar um bloco a cada 10 minutos.  

Isso exige um investimento em termos de processamento computacional para que então um bloco seja adicionado, facilitando a sincronização de blocos na rede, pois haverá somente um novo bloco a cada 10 minutos em média.  

Quando um novo é gerado e aceito pela rede, todos os outros blocos que estavam sendo gerados se tornam inválidos pois a ponta do blockchain mudou. 

Incentivos da mineração 

O incentivo para que alguém queira fazer essa mineração vem de 2 fontes: a geração de novos bitcoins e as taxas de transação.  

A geração de novos bitcoins ocorre a cada novo bloco, onde o minerador recebe por ter gerado aquele bloco uma certa quantidade de bitcoins. Essa quantidade é reduzida pela metade a cada 210 mil blocos, e atualmente está em 12,5 bitcoins por bloco gerado.  

O outro incentivo vem das taxas de transação. Cada transação oferece uma taxa (especificada na própria transação) para o minerador que incluir aquela transação em um bloco adicionado no blockchain.  

Essas recompensas já vem especificadas no bloco e portanto são automaticamente recebidas pelo minerador quando o bloco é incluído no blockchain. 

Onde comprar Bitcoins? 

E afinal, como eu compro um bitcoin? Através de um exchange de bitcoin. Um exchange é uma empresa que permite que seus clientes negociem ativos entre si, e em um exchange de bitcoin o ativo é o próprio bitcoin.  

Existem várias exchanges de bitcoin no mundo e até no Brasil, que permitem negociar bitcoin utilizando o real. O preço varia conforme as ofertas de compra e venda enviadas pelos usuários do exchange, que atualmente apresenta uma alta volatilidade.  

Por isso, muitos pensam que o ideal seria ter uma forma automatizada (como a SmarttBot funciona para a B3) de operar bitcoins, mas por enquanto só existem plataformas fora do Brasil, como a SFox, e que automatizam operações de execução. 

A estratégia mais comum no bitcoin atualmente é o Buy & Hold, ou seja, comprar e esperar o bitcoin valorizar. Mas ainda há muito debate sobre o futuro do bitcoin, se ele irá se estabelecer como a moeda digital do futuro ou se é uma moda passageira, portanto o bitcoin ainda é considerado um investimento de alto risco.  

E mesmo entre os que acreditam que o bitcoin irá continuar se fortalecendo até se estabelecer no mercado, ainda há dúvida sobre em qual preço ele irá se estabilizar. 

ETFs de criptomoeda 

Outra forma para entrar no mundo das moedas digitais é através de um ETF de criptomoedas. Um ETF, ou Exchange Traded Fund, pode ser definido como um fundo de investimento que usa como direcionamento um índice específico. Mas o que isso significa? 

Pense no ETF como um “pacote” de ativos selecionados pelo gestor do fundo, levando sempre em consideração o índice definido, como Ibovespa. Dessa forma, é montada uma carteira com ações similares, acompanhando o “padrão” das demais. 

Assim, você pode adquirir uma parcela do ETF que mais se identifica diretamente na B3, por exemplo.  

Os ETFs de criptomoedas, citados anteriormente, também são muito populares.  Resumindo, eles baseiam seu índice nas moedas digitais, como Bitcoin, estruturando e escolhendo seus ativos desta forma. 

Se você está conhecendo este mundo agora, os ETFs de cripto podem ser o caminho ideal. Com eles, você consegue diversificar seus investimentos com mais facilidade

Essa variedade é extremamente bem-vinda, concorda? Para te ajudar com isso, separamos algumas dicas PRO to PRO para você diversificar ainda mais com ETFs. Vambora, time!  

Gostou? Confira mais sobre os ETFs de criptomoedas no conteúdo completo que nós trouxemos para você e fique por dentro!  

Você sabia que também é possível investir em ETFs de criptos com o Home Broker da Clear? 

Não tem segredo, com o Clear PRO você só precisa abrir sua conta, acessar o Home Broker, definir a quantidade de ativos que deseja e preencher a boleta. Prontinho, agora finalize a operação e boora pra cima!  

Sobre o autor:

Felipe Machado, Co-founder & CTO da SmarttBot.
Mestre em Ciência da Computação pela UFMG. Além de tecnologia, também é apaixonado pelo mercado financeiro e Kung Fu.

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