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A declaração do IR é um assunto que pode gerar confusão em muitos, concorda? 🤔 Ainda mais quando pensamos em algo mais específico, como declarar tesouro direto no Imposto de Renda. 

Mas a Clear está aqui para te ajudar! Se você já conferiu um dos nossos conteúdos completos sobre o tema, sabe como funciona a tributação nos seus investimentos no Tesouro Direto. 

Muito bem, agora chegou a hora de saber como realizar a declaração desse ativo no Imposto de Renda. 😉 

Como declarar Tesouro Direto no Imposto de Renda?

Antes de descobrir como declarar tesouro direto no Imposto de Renda, você precisa saber que a declaração deve acontecer anualmente no período entre março e abril, e todo o processo é feito diretamente por meio do site ou aplicativo da Receita Federal. Em 2022 o prazo de entrega da declaração foi prorrogado para 31 de maio 2022. 

Por isso, fique de olho para não perder o prazo. 👀  

Caso você ainda não saiba se precisa declarar o IR, não precisa se preocupar! Confira nosso conteúdo completo sobre quem precisa declarar Imposto de Renda que separamos para você! 

Existe outro ponto importante que precisamos mencionar antes de começar a declaração do Imposto de Renda no tesouro direto: é essencial ter o seu informe de rendimentos em mãos. 

Esse é um documento importante, tendo em vista que ele garante que todas as informações solicitadas pela Receita Federal, se preenchidas de forma correta, sejam entregues como esperado. 

Já possui o informe? Muito bem, vamos conferir agora como declarar tesouro direto no Imposto de Renda!   

Passo a passo para declarar tesouro direto no Imposto de Renda 

O processo é simples e conta com 2 etapas para ser concluído. 👇 

Passo #01

Para começar, na ficha de declaração “Bens e Direitos”, você deverá clicar em “novo” e depois indicar o grupo 04 “Aplicações e Investimentos” e código 02, que corresponde aos “Títulos públicos e privados sujeitos à tributação (Tesouro Direto, CDB, RDB e Outros)”. 

Passo #02

Após selecionar o código, insira na “discriminação” o CNPJ da XP, digite o nome do ativo e o seu vencimento e ao final o seu saldo em 31/12. 

Atenção: apesar dos ativos não serem emitidos pela XP, estamos considerando uma situação em que ela é responsável pela distribuição, custódia e informações tributárias do ativo, por isso o CNPJ da XP deverá ser utilizada declaração. Vale ressaltar que a Clear é uma marca da XP Corretora. 

Como preencher a declaração? 

Vale ressaltar que será necessário preencher a posição do Tesouro Direto, discriminando título por título caso tenha mais de um tipo de título ou vencimento. 

Mas, por outro lado, caso tenha várias compras do mesmo título e vencimento equivalente ao período, você irá agrupar 

Muito importante: o valor que deve ser preenchido é o da compra dos títulos, presente no informe de rendimentos, e não valor de mercado do dia 31 de dezembro. 

Como declarar os rendimentos de Tesouro Direto no IR 

Além disso, você também deve informar o rendimento líquido de IR do seu investimento durante o ano-calendário. 

O rendimento é proveniente de pagamento de cupons, para títulos com pagamento semestral, da venda antecipada ou vencimento. 

Este rendimento deve ser preenchido na ficha “Rendimentos Sujeitos à tributação Exclusiva/Definitivo” indicando o Tipo de Rendimento, código 06 “Rendimentos de aplicações financeiras”.  

O que achou? Agora você já sabe como declarar tesouro direto no Imposto de Renda e pode realizar o processo com mais tranquilidade e segurança!  

Confira outros conteúdos repletos de dicas e informações sobre o mundo financeiro no blog Master Clear. Te esperamos lá!  

Bora time! 🚀 

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Apesar de parecer um bicho de sete cabeças, aprender como declarar ações no Imposto de Renda pode ser mais simples do que se imagina. 

O processo, principalmente na hora de declarar investimentos de renda variável, como ações e opções, é dividido em várias etapas que exigem muita atenção durante o preenchimento das informações. 

Fazer a declaração dentro do prazo e da forma correta é essencial para evitar multas ou até cair na malha fina. 

Pensando nisso, separamos um conteúdo completo para você aprender como declarar ações no Imposto de Renda de uma forma simples e fácil, além de tirar algumas dúvidas sobre a Declaração Anual de Imposto de Renda. 

Então, se interessou? Continue acompanhando e boa leitura! 😉 

Ações no Imposto de Renda

Antes de aprender como declarar ações no Imposto de Renda, você precisa ter em mente que esse processo é obrigatório para todas as operações de compra e venda de ativos em Bolsa, como ações e opções. 

Já os rendimentos de operações de Swing Trade em vendas mensais inferiores à R$ 20.000,00, são isentos de IR e devem ser declarados na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”. 

Nos meses em que existirem mais de R$ 20.000,00 em vendas, e não houver prejuízo para ser compensado, é necessário pagar o imposto mensalmente (até o último dia útil do mês subsequente), por meio do Darf com o código 6015 (pessoas físicas). 

Quer saber mais sobre Darf? Confira nosso conteúdo explicando todos os detalhes e fique por dentro: 

📘 Darf: O que é? Que tipo de Investidor precisa emitir? 

Dando sequência: a alíquota é de 15% sobre os ganhos em operações comuns (ou swing trade) e 20% sobre operações Day Trade

Mas atenção: existem operações que não estão isentas do Imposto de Renda, independentemente do valor como, por exemplo: 

Vale ressaltar que em caso de prejuízo a declaração também é necessária para que assim o investidor possa abater este prejuízo de lucros futuros. Por isso, fique sempre de olho! 👀 

Manter o pagamento dos Darfs em dia, servirá para você comprovar na declaração de IR que cumpriu sua obrigação ao longo do ano, além de evitar multas e juros por atraso. 

Além disso, a corretora é obrigada a recolher o IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte) de 0,005% sobre as vendas em operações comuns e 1% sobre os ganhos obtidos em operações Day Trade, conhecido como o IR “dedo-duro”, para repassar a Receita Federal e informar quantas operações seus traders realizaram por mês. 

Caso você atrase ou não declare seu IR em Renda Variável, sua declaração cairá na malha fina, além da incidência de multa e juros. 

Como declarar ações no Imposto de Renda?

Muito bem, para aprender como declarar ações no Imposto de Renda é necessário, antes de mais nada, baixar o programa da DIRPF da Receita Federal e seguir algumas etapas importantes. 

Acompanhe com a gente: 👇 

1. Reúna todos os dados

O primeiro passo é reunir todas as informações de suas operações de 01 de janeiro a 31 de dezembro. 

Por isso, é necessário separar cada movimentação, mês a mês, de acordo com o tipo de ativo, como ações, opções, mercado a termo, dólar, índice, entre outros, e agrupá-las por tipo de venda: comum ou Day Trade. 

Além disso, você também deve possuir todos os Darfs pagos, notas de corretagem e extratos de IR “dedo-duro” disponibilizados por sua corretora, e o informe de rendimentos disponibilizado pela companhia aberta (ou por seu banco escriturador) referente aos proventos informados e recebidos no ano-calendário. 

Outro ponto importante é: ter mais detalhes sobre seus investimentos, como o custo médio de aquisição dos ativos. 

As notas de corretagem e os comprovantes de pagamento dos Darfs sobre seu ganho de capital são fundamentais para quem está aprendendo como declarar ações no Imposto de Renda e devem ser armazenadas por, no mínimo, cinco anos. 

2. Cheque os lucros e prejuízos

Nesta etapa, para calcular os lucros, o ideal é construir uma planilha com o preço médio de compra e de venda das ações. 

Para calcular a média do preço de compra é simples: multiplique a quantidade de ações pelo preço pago e acrescente os custos de corretagem e das taxas cobradas pela Bolsa. Por fim, é só dividir pelo número de ações.  

Viu só? 🤔 

Já para calcular o preço médio de venda: multiplique a quantidade de ações pelo preço vendido e desconte o valor da corretagem e das taxas da Bolsa. Por fim, é só dividir pelo número de ações.  

Por fim, encontre o lucro ou prejuízo das ações operadas. O ideal é somar os lucros e prejuízos, separando-os entre operações comuns e Day Trade. 

Para as demais ações ainda em custódia em Dezembro, pegue o custo médio de aquisição e multipliquei pela quantidade de ações ainda em custódia.  

Importante: nas Operações Comuns a alíquota será de 15%, enquanto nas operações de Day Trade será de 20%. 

3. Baixe o programa de IR da Receita Federal

Muito bem, com os documentos e a apuração de lucros em mãos, é hora de começar a preencher sua declaração de IR e colocar em prática tudo que vimos até então sobre como declarar ações no Imposto de Renda.  

Para isso, é necessário baixar o programa da DIRPF. 

4. Declare os rendimentos isentos

Vamos colocar a mão na massa! Primeiramente, comece declarando suas operações isentas de IR, ou seja, dividendos recebidos ao longo do ano ou venda de ações que, no total, somam menos de R$ 20.000,00 mensais. 

Atenção: Para declarar os dividendos, será necessário ter o informe de rendimentos da companhia aberta. 

Com esse documento em mãos, acesse sua “Declaração, a ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” e, em seguida, selecione o campo com o código 09 “Lucros e dividendos recebidos” como tipo de rendimento. 

Depois, para cada ação que tenha recebido dividendos, inclua o titular, o nome e o CNPJ da empresa e o valor recebido. Todas essas informações estão no informe de rendimentos da companhia aberta. 

Já para declarar vendas de ações de até R$ 20 mil em cada mês, selecione a ficha “Rendimentos Isentos”, na opção 20 “Ganhos líquidos em operações no mercado à vista negociadas em bolsas de valores”. 

Informe o tipo de beneficiário e o valor total das operações de venda, lembrando-se sempre que o total das vendas é diferente do total de ganhos. 

Tranquilo, não é mesmo? 🤔 

5. Informe os rendimentos sujeitos à tributação

Os juros sobre o capital próprio (JCP) mencionados no Informe de Rendimentos enviado pela companhia aberta devem ser declarados na ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”. 

Escolha o código 10 “Juros sobre capital próprio” e informe, para cada ação que você tenha recebido JCP, o titular, o nome e o CNPJ da fonte pagadora, e o valor, como exibido no informe. 

Porém, se os juros sobre capital foram declarados pela empresa no ano anterior e ainda não foram pagos, inclua o valor na ficha de “Bens e Direitos” com o grupo 99 e código 07, informando o CNPJ da empresa e preenchendo os campos “discriminação” e “Situação em 31/12”. 

6. Preencha a ficha Renda Variável

Nesta etapa, os relatórios auxiliares com os valores retidos na fonte nas operações em Bolsa e Day Trade, além dos Darfs de recolhimento de IR sobre ganho de capital pagos ao longo do ano, serão fundamentais para o preenchimento do restante da declaração sobre seus ativos. 

No campo de janeiro, se você tiver prejuízos para compensar referente ao ano anterior, preencha o valor em “Prejuízo a compensar”, desde que o valor esteja devidamente informado na DIRPF do ano anterior.  

Na opção “Operações Comuns/Day Trade”, informe, mês a mês, o valor obtido de lucro ou prejuízo do mês, de acordo com o ativo correspondente (ações, opções, mercado futuro ou a termo) e separando por tipo de operação (comum ou Day Trade). 

Em casos de prejuízo, o valor deve ser incluído com o sinal de menos na frente. Porém, se você não tiver feito operações em determinado mês, nem operado outro tipo de ativo ou Day Trade, basta deixar zerado os campos pendentes. 

Para compensar o IR “dedo-duro”, verifique o valor retido a cada mês informado nos Relatórios Auxiliares e insira o valor do IR retido no campo “Consolidação do Mês” ao final da ficha do mês correspondente nas linhas “IR fonte Day-Trade a compensar” e “IR fonte (Lei nº 11.033/2004) a compensar”, conforme o caso. 

Depois de preencher os ganhos obtidos e o IR “dedo-duro” a compensar, preencha o campo “Imposto Pago” com o valor dos Darfs, além de conferir se o valor do campo “Imposto a Pagar” foi calculado corretamente.  

Se o DARF foi pago em atraso, insira apenas o valor do imposto principal, sem a multa e juros pagos. 

7. Finalize a ficha de “Bens e Direitos”

Por fim, na etapa final de como declarar ações no Imposto de Renda, você deve completar a ficha de “Bens e Direitos”, inserindo o grupo 03 código 01 para ações, grupo 04 código 04 para outros ativos negociados em bolsa (Ex. BDR, Opções), grupo 07 código 03 para Fundos Imobiliários, código 08 para ETFs Renda Fixa, e código 09 para demais ETFs.  

No campo “discriminação”, você deve inserir o nome e CNPJ da empresa, o código de negociação do ativo em Bolsa, a quantidade de ações adquiridas e o valor pago. 

O valor em 31/12 deve ser inserido pelo valor do custo médio das ações multiplicado pela quantidade de ativos nesta mesma data. Se você possui ações de mais de uma empresa em sua carteira ou ações da mesma empresa, mas de tipos diferentes, deverá abrir uma ficha para cada uma. 

Aprendeu como declarar ações no Imposto de Renda, mas ainda não opera na Bolsa? Abra sua conta na Clear e comece já. 🚀 

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O Tesouro Direto é um dos investimentos em Renda Fixa mais famosos do mercado. 

Além de ser a alternativa de aplicação financeira com um dos menores risco da economia brasileira, ele também pode oferecer uma rentabilidade superior à da poupança. 

E o melhor: com praticamente a mesma liquidez. 👍 

Não à toa, muitos investidores contam com uma porcentagem do seu capital investido alocado em Tesouro Direto, para ser usado desde reserva de emergência até margem de garantia para operações de renda variável, tanto de Day Trade, como de Swing Trade ou Derivativos. 

Neste artigo vamos te explicar como funciona (no detalhe) o imposto de renda no Tesouro Direto. 

Então, vamos lá? 😊 

Como funciona o Tesouro Direto?

Antes de entender como funciona o imposto de renda no Tesouro Direto, vale entendermos um pouco sobre essa alternativa de investimento. O que acha? 😊 

O Tesouro Direto tornou-se famoso por algumas razões principais: o baixo custo para investimento inicial (a partir de R$ 30,00) e a segurança

Além disso, essa aplicação financeira tem liquidez em até 1 dia útil, ou seja, o dinheiro entra na conta do cliente em até um dia útil após a venda do título. 💸 

Mas, o que de fato é o Tesouro Direto?

Bom, o Tesouro Direto, ou títulos públicos federais, nada mais são do que ativos de Renda Fixa emitidos pelo Tesouro Nacional – órgão que representa o “caixa” do Governo Federal – para o pagamento de dívidas públicas. 

Em outras palavras, funciona basicamente como se você emprestasse dinheiro ao governo e recebesse por isso uma taxa acrescida de juros. 

Tanto a taxa quanto o vencimento e os indexadores, são predeterminados no momento da aplicação. Por isso, esse investimento entra na categoria de Renda Fixa. 

Existem três principais títulos, sendo eles: 👇 

Tesouro Prefixado (antiga LTN)

Esses títulos, como o próprio nome sugere, têm sua rentabilidade definida (prefixada) no momento da compra. 

Isso quer dizer que, ao adquirir um Tesouro Prefixado, o investidor já sabe qual será seu rendimento ao final do período de aplicação. 

Tesouro Selic (antiga LFT)

Esses títulos têm a rentabilidade diária vinculada à taxa Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira. 

Ou seja, se a Selic subir, a tendência é que a remuneração seja maior, e vice-versa. 

Tesouro IPCA + (antiga NTN-B)

Títulos pós-fixados com rentabilidade vinculada à variação do IPCA (Índice de preços ao Consumidor Amplo, que mede a inflação “oficial” do país), acrescida de uma taxa prefixada. 

Imposto de Renda no Tesouro Direto: como funciona? 

Diferentemente dos ativos de Renda Fixa isentos de tributação, como as letras de crédito imobiliário (LCI) e do agronegócio (LCA), há incidência de Imposto de Renda no Tesouro Direto. 

A forma de cobrança do Imposto de Renda no Tesouro Direto é feita por meio da tabela regressiva. Ou seja, quanto mais tempo você investe, menos você paga. 💰 

A alíquota apresenta mínimas e máximas, sendo:  

Confira a tabela abaixo e entenda como funciona o Imposto de Renda no Tesouro Direto: 👇 

Tempo de aplicação Alíquota do IR (%) 
Até 180 dias 22,5 
De 181 a 360 dias 20,0 
Entre 361 a 720 dias 17,5 
Acima de 720 dias 15 

O Imposto de Renda no Tesouro Direto é calculado apenas sobre os rendimentos do período. Ou seja, o valor que você investiu inicialmente não é afetado. 

Vale lembrar que o imposto é retido na fonte. Ou seja, o investidor não precisa se preocupar em realizar o pagamento, pois a corretora já faz o recolhimento do valor devido e faz o pagamento para a Receita Federal. Basta ao investidor declarar o valor exibido no informe de rendimentos da corretora. 

E o IOF?

O IOF, Imposto sobre Operações Financeiras, bem como o imposto de renda no tesouro direto, é cobrado sobre os rendimentos no período. 

No entanto, esse valor é cobrado caso o investidor resgate o investimento dentro prazo de trinta dias contados a partir da aplicação. 

Importante: o IOF é cobrado antes do IR. 

Quer saber mais sobre o Imposto de Renda para não ficar por fora do assunto? Trouxemos outro conteúdo repleto de informações, confira: 

📘 Quem precisa declarar Imposto de Renda? 

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Quem nunca ouviu falar sobre o Leão da Receita Federal? 🦁 Pois é! A declaração do Imposto de Renda é famosa.  Mas como você pode declarar investimentos no Imposto de Renda?  

Primeiro, será necessário informar à Receita Federal o que você aplicou ao longo do ano, e isso precisa ser feito corretamente porque, caso contrário, sua declaração do Imposto de Renda pode cair na malha fina. E isso a gente não quer mesmo! Certo? 

Por isso, nós trouxemos, nesse conteúdo, as informações necessárias sobre como declarar investimento no Imposto de Renda. 

E aí, vamos começar? 👇 

Como declarar investimentos no Imposto de Renda?

O que você deve fazer para ficar em dia com o Leão, especialmente quando falamos sobre como declarar investimentos no imposto de renda?  

É o que a gente vai te contar na sequência. Se liga: 

Quem precisa declarar?

Antes de mais nada, precisamos conferir se você está dentro das obrigatoriedades para declaração de IR. Dentre outras hipóteses, as pessoas que: 

Então, você se enquadra em algum dos pontos mencionados? 

Quais documentos você precisa ter em mãos?

Continuando, agora você vai precisar ter alguns documentos em mãos, pois eles serão necessários na hora de preencher sua declaração.  

Os principais documentos necessários para realizar a declaração do Imposto de Renda, dentre outros, são: 

E no caso de como declarar investimentos no imposto de renda? 

Aí você precisará ter em mãos o comprovante de rendimentos financeiros emitido pelo banco e pela corretora de valores. Para ter acesso a ele, basta entrar no aplicativo da instituição onde estão suas aplicações e baixá-lo. 

O comprovante de rendimentos financeiros fica disponível a partir de 28.02 do ano seguinte, mesmo porque é preciso encerrar o ano anterior para que o documento possa ser produzido e disponibilizado de forma completa. 

Caso possua ações, o informe de rendimentos é fornecido pela própria Companhia (ou pelo seu escriturador) com os valores recebidos. Caso possua investimentos em Fundos de Investimento Imobiliário, o informe de rendimentos deve ser enviado pelo administrador do Fundo. Contudo, em ambos os casos, você deverá controlador o seu custo de aquisição e eventuais ganhos ou prejuízos nas operações realizadas.  

Passo a passo 

Você precisará informar ao leão do Fisco os seus investimentos e o quanto você dispunha em 31 de dezembro de 2021, detalhando cada tipo de aplicação. Isso será feito na ficha de “Bens e Direitos” de sua declaração do Imposto de Renda, mas os rendimentos obtidos serão informados em outras fichas. E cada investimento tem um código diferente para classificá-lo junto à Receita Federal. 

Importante: em 2022, o processo deve ser feito no período de 07 de março a 31 de maio. 

Passo #01: Fazendo o download do programa

O primeiro passo do processo de como declarar investimentos no Imposto de Renda é fazer o download do programa de preenchimento do IR diretamente no site da Receita Federal.  

Faça-o exclusivamente ali, evite baixar o programa em sites diferentes, combinado?  

É neste programa ou aplicativo que você fará sua declaração, inclusive onde irá declarar seus investimentos. 

Passo #02: Preenchendo a declaração

Com o comprovante de rendimentos financeiros em mãos, é necessário preencher a seção “Bens e Direitos”, informando o seu patrimônio, ou seja em ativos financeiros. Demais ativos como bens móveis e imóveis também deverão ser informados.  

Passo #03: Envio 

O próprio programa faz a revisão da declaração e indica se há algum erro ou inconsistência. Caso ele apontar erros, faça as correções e quando tudo estiver certo é só enviar a declaração do IR. 

É sempre bom lembrar que você deve salvar ou imprimir a declaração, o recibo de envio e os DARFs para pagamento de imposto, caso existam.  

E não custa pontuar que a declaração ficará disponível em seu computador, podendo ser utilizada como base para o preenchimento da declaração do ano seguinte. 

Alguns investimentos que precisam ser declarados no Imposto de Renda!

A foto mostra uma mulher sentada em uma cadeira, à frente de uma bancada de madeira. Ela tem um tablet nas mãos, para o qual olha e realiza uma pesquisa sobre como declarar investimentos no imposto de renda, e um notebook à sua frente.
Vem descobrir quais são as principais regras para declarar 10 tipos de investimentos no Imposto de Renda.

Cada investimento deve ser declarado de uma determinada forma, mesmo porque os códigos utilizados são diferentes.  

Saiba, agora, como declarar investimentos no imposto de renda no caso de algumas aplicações mais comuns. 

#01 Ações 

Para declarar ações no imposto de renda, utilize o grupo 03 “Participações Societárias” código 01 “Ações (inclusive as listadas em bolsa)” na ficha de “Bens e Direitos”, informando as ações que você tinha em 31 de dezembro de 2021.No campo “CNPJ”, informe o número da companhia.  

No campo “Discriminação” insira a quantidade de ações, nome da companhia, a corretora utilizada para a compra/custódia dos papéis e o ticker da ação. O próximo passo é informar no campo “Situação” o valor do custo médio multiplicado pela quantidade de ações. Se não houver, deixe o campo 31/12/2020 com R$0,00 e preencha o valor de 31/12/2021.  

Caso tenha comprado e vendido em 2021, não precisa inserir esse ativo na ficha “Bens e Diretos”. Apenas informe o resultado na ficha “Renda Variável” ou isento, conforme abaixo. 

Em operações comuns (swing trade), se a venda de ações abaixo de R$ 20 mil por mês gerar um lucro, não há cobrança de imposto de renda, mas os ganhos precisam ser declarados. Isso deve ser feito na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”, com a opção 20 – Ganhos líquidos em operações no mercado à vista de ações negociadas em bolsas de valores

Se a venda de ações acima de R$ 20 mil por mês gerar um lucro, tenha os comprovantes de DARF em mãos, vá até a ficha “Renda Variável”, utilize a opção “Operações Comuns/Day Trade” e informe o valor do lucro (ou prejuízo) de cada mês.  

Vá até “Consolidação do Mês” e informe o valor do IR fonte retido pela corretora (conhecido como IR “dedo-duro”) no campo “IR fonte (Lei nº 11.033/2004)” bem como o valor do IR pago por você no DARF em “Imposto Pago”.  

  1. Em operações do tipo day trade, você também vai utilizar a ficha “Renda Variável”. Nesta ficha, você deverá acessar “Operações Comuns/Day Trade” onde informará o lucro ou, ao contrário, o prejuízo obtido em cada mês. Se há prejuízos a compensar, informe o valor em “Prejuízo a Compensar”. 

Em cada mês, informe o valor pago do DARF em “Imposto pago”. Também informe o imposto de renda retido na fonte pela corretora (conhecido como IR “dedo-duro”) em “IR Fonte de Day-Trade”. 

Não se esqueça que o código do DARF é o 6015 e deve ser pago até o último dia útil do mês subsequente ao da operação sob pena de multa de juros em caso de atraso.  

Importante: a alíquota é de 15% sobre os ganhos em operações comuns (swing trade) e 20% sobre operações Day Trade realizadas até o último dia do mês. 

Além disso, a isenção de IR sobre ganhos no caso de venda de ações abaixo de R$ 20 mil mensais não é aplicável para operações de day trade. 

O lucro líquido recebido da companhia (ou seja, os dividendos) é isento de tributação, mas deve ser declarado na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”, no campo “09 – Lucros e Dividendos Recebidos”.  

Insira o valor recebido, bem como a companhia que pagou os dividendos. O processo deve ser repetido para cada ação que tenha gerado dividendos, conforme exibido no Informe de Rendimentos emitido pela companhia.  

No caso de recebimento de juros sobre o capital próprio, utilize o campo “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva” na opção “10 – Juros Sobre Capital Próprio”.  

Para cada empresa que pagou juros sobre o capital próprio, informe o titular, nome da fonte pagadora, CNPJ e o valor recebido. A operação deve ser realizada para cada ação, conforme exibido no Informe de Rendimentos emitido pela companhia. 

#02 ETFs 

ETFs também devem ser informados na hora de declarar investimentos no Imposto de Renda. 

Para isso, utilize a ficha de “Bens e Direitos” e opte pelo grupo 07 “Fundos” código 09 “ Demais Fundos de Índice de Mercado (ETFs)” para ETFs de ações e código 08 “Fundos de Índice de Renda Fixa – Lei 13.043/14” para ETFs de renda fixa. 

Depois, informe o CNPJ do fundo e no campo “Discriminação”, escreva com o seguinte padrão: “ETF – nome do ETF – Número de cotas”.  

Então, no campo “Situação”, some os custos de aquisição do ETF, incluindo os custos de corretagem.  

No caso de ETFs de ações, para declarar resultados nas operações utilize a aba de “Renda Variável” e selecione a opção “Operações Comuns/Day-Trade”. Preencha os meses em que houve venda de ETF, informando o lucro ou o prejuízo na linha “Mercado à Vista – Ações”.  

No quadro “Consolidação do Mês”, você deverá preencher o campo do imposto de renda retido pela corretora (conhecido como “IR dedo-duro”) e o imposto de renda pago via DARF. 

A alíquota é de 15% para transações no mercado à vista e de 20% para day trade, e o imposto devido deverá ser recolhido mensalmente pelo próprio investidor. Embora esse investimento esteja sujeito a regime similar ao de venda de ações em bolsa, não tem isenção para vendas abaixo de R$ 20.000,00

Já os rendimentos decorrentes de ETFs de Renda Fixa são tributados exclusivamente na fonte quando do resgate ou alienação, segundo uma tabela regressiva específica. Dessa forma, referidos rendimentos serão exibidos no Informe de Rendimentos Financeiro da Corretora e devem ser declarados na ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva” e código 06 “Rendimentos de aplicações financeiras”.  

#03 BDRs 

Na ficha de “Bens e Direitos” você irá utilizar o grupo 04 “Aplicações e Investimentos” e código 04 “Ativos negociados em bolsa no Brasil (BDRs, opções e outros – exceto ações e fundos)”, opção “105 – Brasil”, indicar na discriminação a quantidade de BDRs, ticker do ativo, nome da corretora como custodiante e custo de aquisição do ativo.  

Os ganhos obtidos na venda de BDRs são inseridos na ficha “Renda Variável”. A alíquota é de 15% para transações no mercado à vista e de 20% para day trade, e o imposto devido deverá ser recolhido mensalmente pelo próprio investidor. Embora esse investimento esteja sujeito a regime similar ao de venda de ações em bolsa, não tem isenção para vendas abaixo de R$ 20.000,00

Já os dividendos recebidos de BDRs devem ser informados na ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Física e do Exterior” e está sujeito ao pagamento de Imposto de Renda pela tabela progressiva mensal (isento a 27,5%) por meio do carnê-leão. 

#04 Fundos Imobiliários 

O valor aplicado deve ser informado no grupo 07 “Fundos” e código 03  “Fundos de Investimento Imobiliários”, com o CNPJ do fundo e no campo “Discriminação”, apresente o nome da administradora do fundo e a quantidade de cotas. Na “Situação em 31/12”, informe o valor de aquisição/custo médio do fundo.  

Já em relação aos rendimentos recebidos de fundos imobiliários, informar na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”, utilize o código “26 – Outros” e coloque o valor dos dividendos ou rendimentos. Não se esqueça de pegar o informe de rendimentos com o Administrador do Fundo.  

E, por último, na ficha “Renda Variável”, informe os ganhos ou prejuízos obtidos com a venda de cotas mês a mês na aba “Operações Fundos de Investimento Imobiliário”, além do valor do imposto já pago. 

A alíquota é de 15% para transações no mercado à vista e de 20% para day trade, e o imposto devido deverá ser recolhido mensalmente pelo próprio investidor com o código DARF 6015 até o último dia útil subsequente ao da operação de venda. Embora esse investimento esteja sujeito a regime similar ao de venda de ações em bolsa, não tem isenção para vendas abaixo de R$ 20.000,00

#05 Criptomoedas 

Em relação às criptomoedas, na ficha “Bens e Direitos”, grupo 08 “Criptoativos” há diferentes códigos que devem ser utilizados: 

  1. Criptomoeda Bitcoin – BTC;  
  1. Outras criptomoedas, conhecidas como altcoins. Por exemplo, Ether (ETH), Binance Coin (BNB), XRP (Ripple), Bitcoin Cash (BCH), Litecoin (LTC), Cardano (ADA), Solana (SOL), Dogecoin (DOGE), entre outros;  
  1. Stablecoins. Exemplos: Tether (USDT), Brazilian Digital Token (BRZ), USDC, Binance dólar (BUSD), TrueUSD (TUSD), DAI, Paxos Gold (PAXG), Gemini dólar (GUSD), entre outros. 
  1. NFTs (Non-Fungible Tokens). Exemplos: Tokens representativos de direitos sobre bens digitais ou físicos, como colecionáveis, obras de arte e imóveis. 
  1. Outros criptoativos não incluídos nos códigos 1, 2, 3 ou 10. Exemplos: Fan Tokens, Tokens de Precatório, Tokens de Consórcio, Tokens de Crédito de carbono, recebíveis, entre outros. 

Tipo de criptoativos diferentes devem constituir itens separados na declaração: 

  1. No campo “Discriminação”, informe os detalhes da compra das moedas virtuais: Tipo, quantidade e onde está custodiada (nome da empresa com CNPJ ou custódia própria). .  

No campo “Situação”, insira o valor pago no campo da situação em 31/12. 

Se você vendeu moedas virtuais, em montante superior a R$35 mil no mês, eventuais lucros estão sujeitos ao imposto de renda sobre ganho de capital, que serão pagos no mês seguinte ao da venda.  

Digamos que em março você tenha vendido uma determinada quantidade de criptomoedas e recebeu mais de R$35 mil pela operação. Se houve lucro, você deve pagar imposto de renda incidente sobre ele até o último dia útil de abril. 

Para fazer o pagamento, você deverá preencher o Programa de Apuração dos Ganhos de Capital (GCAP), que deve ser baixado do site da Receita Federal.  

Neste DARF você deve informar nome, telefone, CPF e utilizar o código 4600, que é de imposto sobre ganho de capital na venda de bens. 

Ganhos mensais até R$ 5 milhões com a venda de moedas virtuais geram uma alíquota do imposto de renda de 15% sobre o lucro.  

A alíquota aumenta gradativamente após esse valor:  

Durante a elaboração da declaração anual de imposto de renda, para o preenchimento da ficha “Ganhos de Capital”, é possível importar os dados do GCAP. 

#06 Fundos de Investimentos (exceto imobiliários) 

Também em “Bens e Direitos”, o saldo dos fundos de investimento deve ser informado sob o grupo 07 “Fundos”. Há diferentes códigos, dentre eles: 

  1.  Fundos de Investimentos sujeitos à tributação periódica (come-cotas) 
  1. Fundos de Investimento em Ações e Fundos Mútuos de Privatização – FGTS 

No campo CNPJ, insira o número do fundo. Informe o nome da administradora ou distribuidora do fundo em “Discriminação”, conforme exibido no seu informe de rendimentos.  

No campo “Situação em 31 de dezembro de 2021” deve ser informado o valor exibido no seu informe de rendimentos emitido pela Corretora ou Banco.  

Já Rendimentos obtidos com os resgates ou come-cotas, se for o caso, devem ser declarados na ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”, no código 06 “Rendimentos de Aplicações Financeiras”. 

#07 Investimentos no Exterior 

Você deve declarar investimentos realizados no exterior no Imposto de Renda na ficha “Bens e Direitos” de acordo com o código do ativo.  

Os códigos podem ser observados no programa da própria Receita Federal. É preciso especificar o país do investimento, e as aplicações financeiras deverão ser declaradas pelo valor investido, com o câmbio do dia exato quando o investimento foi realizado. 

É importante observar que ganhos de capital, caso aconteçam, devem ser registrados no mês da venda do ativo, no Programa da Receita Federal de Ganhos de Capital (GCAP), que deve ser baixado diretamente do site da Receita Federal, e tributados segundo a tabela progressiva do ganho de capital (de 15% a 22,5% – quanto maior o valor, maior a alíquota).  

Além disso, eventuais rendimentos decorrentes dos investimentos no exterior, caso existam, também devem ser tributados no mês de recebimento, só que no Programa da Receita Federal Carnê-leão, segundo a tabela progressiva mensal (de isento a 27,5% – quanto maior o valor, maior a alíquota) 

 Por fim, na declaração anual, existem fichas (“Ganhos de Capital” e “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Física e do Exterior pelo Titular”) que permitem importar os dados do GCAP e do Carnê-leão. 

Pessoa física e pessoa jurídica: Qual a diferença? 

A foto mostra um homem sentado à mesa. Ele toma algo em uma xícara, tem um celular em uma das mãos e analisa como declarar investimentos no imposto de renda no notebook que está à sua frente.
Você sabia que o processo de declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física e do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica são diferentes?

Imposto de Renda para Pessoa Física 

O Imposto de Renda da Pessoa Física é a prestação de contas de cada cidadão que, em algumas hipóteses descritas na lei, é obrigado a acertar as contas com o leão do Fisco.  

O contribuinte deve declarar seus rendimentos e bens uma vez ao ano, sempre com referência ao ano anterior. 

Lembrando, em 2022 deve-se respeitar o período de 07 de março a 31 de maio. 

Imposto de Renda para Pessoa Jurídica 

O Imposto de Renda de Pessoa Jurídica é a tributação dos ganhos da pessoa jurídica, ou seja, das empresas.  

As organizações que optam pelo regime tributário do lucro real apuram o imposto de renda trimestralmente ou anualmente (via estimativas mensais)

As empresas que se enquadram no Lucro Presumido apuram o IR trimestralmente com base em coeficientes de presunção de lucro aplicados sobre a receita bruta.  

Já as empresas que optam pelo Simples Nacional pagam o IR mensalmente, no Documento de Arrecadação do Simples (DAS). 

Trata-se de um tributo federal, previsto no Art. 153, Inc. III da Constituição Federal, que incide sobre os lucros obtidos por pessoas jurídicas e equiparadas. A maioria das pessoas jurídicas pagam IR, com exceção, por exemplo, de igrejas, partidos políticos, instituições de educação e de assistência social sem fins lucrativos. 

Conclusão

Saber como declarar investimentos no Imposto de Renda é fundamental para que você não caia na malha fina.  

E, só para relembrar: antes de iniciar o preenchimento de sua declaração, é fundamental que você tenha em mãos o comprovante de rendimentos financeiros da instituição onde você faz suas aplicações, além de notas de corretagem e relatórios emitidos pelos administradores de fundos imobiliários e pelas companhias abertas.  

As informações necessárias estão em tais documentos. 

O preenchimento da declaração de investimentos é simples, mas algumas regrinhas devem ser observadas, como os códigos utilizados e os campos a serem preenchidos, incluindo os ganhos auferidos.  

Com este passo a passo, temos certeza de que você poderá fazer sua declaração corretamente, sem problemas, erros ou inconsistências.  

Para ficar por dentro de diversos assuntos inseridos na temática de renda variável e investimentos em geral, é só continuar acompanhando nossos portais de conteúdo: o Master Clear, o canal do Youtube da Clear e nossas redes sociais! 

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Está chegando a hora declarar o imposto de renda pessoa física, e é muito importante fazê-lo dentro do prazo, para não cair na malha fina e ser penalizado com multa e outros encargos. 

Para quem é obrigado a declarar Imposto de Renda, é preciso listar os ganhos obtidos ao longo do ano e os bens, incluindo ativos como as criptomoedas

Mas será que o simples fato de possuir ativos em criptomoedas é o suficiente para tornar obrigatória a declaração do IR?  

E se sim, como declarar criptomoedas no imposto de renda? É isso o que vamos te contar nesse conteúdo. Se liga! 😉 

Imposto de renda: criptomoedas 

É muito importante você, que investiu em criptomoedas, saber que a Receita Federal definiu novas regras relacionadas ao imposto de renda sobre criptomoedas, ou seja, como declarar investimentos em criptomoedas. 

Já a partir da declaração de 2022 as moedas digitais como, por exemplo, o bitcoin, ganharam grupo e códigos próprios. 

Mas independente da nova regra do imposto de renda sobre criptomoedas, primeiro é preciso saber quem, onde e quando declarar o imposto. Continue a leitura! 

Quem deve declarar o imposto?

Afinal, quem tem a obrigação de declarar Imposto de Renda?  

O contribuinte que recebeu rendimentos tributáveis sujeitos ao ajuste na declaração acima de R$28.559,70, ao longo do ano é obrigado a declarar IR. 

Outra obrigatoriedade é para quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, no valor superior a R$40.000,00. 

Também precisa declarar imposto de renda aqueles que obtiveram ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas.   

Aqueles que optaram pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, também precisam declarar seus rendimentos.  

Aqui, a declaração é obrigatória nos casos, cujo produto da venda seja destinado à aplicação na aquisição de imóveis residenciais localizados no País, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contados da celebração do contrato de venda. 

Atividade rural com receita anual bruta superior a R$142.798,50 e quem pretende compensar prejuízos da atividade rural de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2021, bem como aqueles que tinham, em 2021, bens e direitos no valor superior a R$ 300 mil, também estão entre os que são obrigados a prestar contas à Receita Federal. 

No caso das criptomoedas, se o valor de aquisição for igual ou superior a R$ 5 mil em bitcoins ou qualquer outra moeda virtual, você deve declará-las. 

Onde deve declarar?

A declaração deve ser feita por meio de computador ou demais dispositivos móveis, a partir do download de programa específico ou aplicativo disponibilizado pelo site da Receita Federal. 

Quando deve declarar?

A declaração deve ser apresentada no período de 07 de março a 31 de maio, impreterivelmente. Caso isso não aconteça, o contribuinte pagará multas e juros.  

Em casos de multas, confira:  

Como declarar criptomoeda no imposto de renda?

A foto mostra um homem em um estabelecimento, sentado em uma mesa de madeira. Ele segura um celular nas mãos e pesquisa sobre como declarar imposto de renda criptomoedas.
A declaração de criptomoedas não é difícil de ser feita. Ela deve ser registrada na ficha de bens e direitos de sua declaração do imposto de renda.

Passo 01: Atenção para os códigos

Com o programa IRPF 2022 aberto, acesse a ficha de “Bens e direitos” de sua declaração e informe se a compra foi feita por você mesmo ou por um dependente, se for este o caso.  

O próximo passo é selecionar o grupo 08 “Criptoativos” e código do ativo.  

Alguns dos códigos disponibilizados pela Receita Federal: 

  1. Criptomoeda Bitcoin – BTC;  
  1. Outras criptomoedas, conhecidas como altcoins. Por exemplo, Ether (ETH), Binance Coin (BNB), XRP (Ripple), Bitcoin Cash (BCH), Litecoin (LTC), Cardano (ADA), Solana (SOL), Dogecoin (DOGE), entre outros;  
  1. Stablecoins. Exemplos: Tether (USDT), Brazilian Digital Token (BRZ), USDC, Binance dólar (BUSD), TrueUSD (TUSD), DAI, Paxos Gold (PAXG), Gemini dólar (GUSD), entre outros. 
  1. Demais criptoativos que não sejam considerados criptomoedas (payment tokens). São aqueles considerados como security tokens ou utility tokens, Chiliz (CHZ) Binance Coin (BNB), Chainlink (LINK), Tokens de Precatório (MBPRK03, Tokens de Consorcio (MBCONS02), WIBZ(WBZ), PAX Gold (PAXG) entre outros  – código 89. Exemplos: Tokens representativos de direitos sobre bens digitais ou físicos, como colecionáveis, obras de arte e imóveis. 
  1. Outros criptoativos não incluídos nos códigos 1, 2, 3 ou 10. Exemplos: Fan Tokens, Tokens de Precatório, Tokens de Consórcio, Tokens de Crédito de carbono, recebíveis, entre outros. 

Tipo de criptoativos diferentes devem constituir itens separados na declaração 

Passo 02: Campo “Discriminação”

No campo “Discriminação” é necessário informar à Receita Federal os detalhes da compra das moedas virtuais: Tipo, quantidade e onde está custodiada (nome da empresa com CNPJ ou custódia própria).  

Passo 03: Campo “Situação”

Falta apenas informar o valor pago ou custo médio em caso de mais de uma compra ou negociação parcial no campo “Situação” em 31/12.  

Como funciona a tributação do imposto de renda criptomoeda?

Se você vendeu moedas virtuais, em montante superior a R$35 mil no mês, eventuais lucros estão sujeitos ao imposto de renda sobre ganho de capital, que serão pagos no mês seguinte ao da venda.  

Digamos que em março você tenha vendido uma determinada quantidade de criptomoedas e recebeu mais de R$35 mil pela operação. Se houve lucro, você deve pagar imposto de renda incidente sobre ele até o último dia útil de abril. 

Para fazer o pagamento, você deverá preencher o Programa de Apuração dos Ganhos de Capital (GCAP), que deve ser baixado do site da Receita Federal.  

Neste DARF você deve informar nome, telefone, CPF e utilizar o código 4600, que é de imposto sobre ganho de capital na venda de bens. 

Ganhos mensais até R$ 5 milhões com a venda de moedas virtuais geram uma alíquota do imposto de renda de 15% sobre o lucro.  

A alíquota aumenta gradativamente após esse valor:  

Durante a elaboração da declaração anual de imposto de renda, para o preenchimento da ficha “Ganhos de Capital”, é possível importar os dados do GCAP. 

Ativos comprados no exterior também devem ser declarados? 

Devem sim! Mesmo que você tenha comprado alguma moeda virtual por meio de uma exchange (corretora de criptoativos) ou de alguma pessoa no exterior, deve declarar como um bem, igual aos ativos comprados aqui no Brasil (ficha “Bens e Direitos”). 

E para quem VENDEU criptos?

A foto mostra uma mulher com um celular nas mãos para o qual olha e pesquisa sobre imposto de renda criptomoedas.
Além da tributação incidente na hipótese de obtenção de ganhos descrita anteriormente quem vendeu criptos deve dar baixa do bem em sua declaração.

Se você tinha Criptoativos em 2020 e vendeu a totalidade das criptomoedas e declarou o bem na ficha “Bens e Direitos”, no campo “situação em 31/12”, deve ser zerado. Caso tenha mantido alguma quantidade de Criptos em 2021, informar o custo médio desses ativos.  

Criptos na Clear

Se você tem interesse em investir em criptomoedas, a Clear é um excelente ponto de partida.  

Você pode começar, por exemplo, entendendo o que são, de fato, as criptos e como investir em ETFs de criptomoedas pela Clear. Olha só esse vídeo:  

Vale ressaltar que os procedimentos de declaração bem como o regime de tributação de ETFs de criptomoedas são diferentes dos procedimentos e regime aplicáveis às criptomoedas analisadas no texto acima. 

A negociação de ETFs está sujeita ao pagamento de imposto de renda assim como os demais ativos de renda variável.  

Além disso, aproveite para ficar por dentro do que está acontecendo no mundo dos investimentos e da renda variável através dos nossos canais de conteúdo, como o Youtube e o Master Clear

Bons investimentos!

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A foto mostra uma menina, em frente a um fundo azul, com uma mão no queixo olhando para o lado, com uma expressão de pensamento.

Você tem ideia de quanto paga de taxa de custódia quando aplica na Bolsa de Valores? E o quanto paga, todo mês, para que o banco ou corretora mantenha seus investimentos? 

Pensando nessas e em outras questões com as quais a gente se depara ao longo da nossa jornada de investimentos, preparamos este conteúdo para te contar tudo sobre o que é taxa de custódia, se ela é obrigatória e, mais importante, se é possível zerá-la. 

Segue! ⬇️ 

O que é taxa de custódia? 

Até a digitalização das operações financeiras, os investimentos eram registrados em papel, por meio de documentos oficiais, assim, o nome taxa de custódia veio da necessidade de as instituições emitirem e guardarem esses documentos, garantindo os direitos da pessoa investidora.  

“Custódia”, do ponto de vista jurídico, é o ato de proteger ou guardar algo ou alguém. 

Hoje, toda a gestão de investimentos é eletrônica e automatizada, e não depende mais do papel, mas a taxa de custódia ainda é cobrada por algumas instituições.  

A B3 cobra centenas de tarifas, e a taxa de custódia está entre elas. Atualmente, a taxa é de 0,25% sobre as aplicações em títulos do Tesouro Público, por exemplo.  

Muitas corretoras e instituições financeiras também cobram a taxa, e seu valor varia de corretora para corretora –o que não é o caso da Clear, que foi a primeira corretora do Brasil a zerar, de fato, as taxas de custódia e corretagem

Vale lembrar ainda que você tem a opção de trocar a corretora que intermedia suas operações na Bolsa através de um processo chamado transferência de custódia. Por meio dele, é possível transferir suas aplicações para a Clear, por exemplo, e parar de pagar taxas de custódia e corretagem. 

Taxa de custódia no Tesouro Direto 

Quem investe no Tesouro Direto tem que pagar pela taxa de custódia obrigatoriamente. Por padrão, a B3 cobra a taxa sobre investimentos no Tesouro Direto duas vezes ao ano, com uma alíquota de 0,25% sobre o total investido: a cobrança é realizada sempre em janeiro e julho, ou seja, de seis em seis meses. 

Entretanto, desde agosto de 2020, ficou estipulado que nem todas as pessoas que investem precisam pagar pela taxa de custódia: quem aplica até R$10 mil no Tesouro Direto tem isenção de cobrança.  

Quando essa medida foi anunciada, 53% das pessoas investidoras foram isentas da taxa de custódia. 

Mas você não precisa se preocupar com esta cobrança logo no primeiro dia útil do ano, pois o procedimento atual envolve o recebimento de um e-mail no último dia do ano anterior (cujo título provavelmente será algo como “Cobrança semestral Tesouro Direto”) pra te lembrar da data de pagamento e do valor da taxa de custódia. 

A taxa de custódia pode ser cobrada fora das datas semestrais quando ocorre o resgate antecipado, no recebimento de juros semestrais ou no vencimento do título. 

Taxa de custódia em ações 

A Bolsa de Valores cobra taxa de custódia de quem investe em ações, mas é diferente da cobrança realizada por pessoas que investem em títulos do Tesouro Direto.  

Atualmente, a cobrança varia de 0,005% a 0,013%, e quanto mais dinheiro você tiver aplicado em um ativo, menor será a taxa de custódia. Quem aplica até R$20 mil está isento/a da cobrança. 

A taxa de custódia reincide sobre investimentos acima desse valor e segue a seguinte tabela de variação: 

Valor Porcentagem da taxa 
De R$300.001,00 a R$1 milhão 0,0130% 
Entre R$1.000.001,00 a 10 milhões 0,0072% 
De R$10.000001,00 a R$ 100 milhões 0,0032% 
De R$ 100.000.001,00 a R$ 1 bilhão 0,0025% 
De R$ 1.000.000.001,00 a R$ 10 bilhões 0,0015%; 
Acima de R$ 10 bilhões 0,0005% 

Taxas da B3 

A B3 cobra taxa de custódia sobre todos os investimentos, inclusive em títulos do Tesouro Público e em ações. 

A taxa de custódia (e outras taxas da B3) são como uma forma de a pessoa investidora “remunerar” a Bolsa de Valores pelo serviço de custodiante, afinal, ela faz os registros das aplicações no nome de cada pessoa que investe e, bom, deve receber por este trabalho. 

A cobrança das taxas da B3 sobre investimentos recaem sobre commodities, juros, inflação, moedas, renda fixa, renda variável, programas de incentivo do Governo, documentações, mercado de balcão, empréstimos de ativos, leilões, serviços da central depositária, serviços de informação e infraestrutura, emissores, classificação de mercadorias, depositários do agronegócio, tarifas do balcão B3, consulta, taxa de análise e, finalmente, sobre o serviço de gestão de garantia. 

A Bolsa de Valores tem centenas de taxas. Como você viu acima, listamos alguns exemplos, mas ainda existem mais! Se você quiser conhecer tudo em detalhes, é só entrar no site da B3, na área de tarifas

Na Clear você conta com corretagem e custódia zero. Invista com a com a especialista na Bolsa: Abra sua conta, é online, rápido e 100% grátis. 

Quando e como é cobrada a taxa de custódia? 

A foto mostra uma calculadora sobre uma mesa, enquanto uma mão tecla em um dos números. Há uma imagem sobreposta a essa, com gráficos de barra.
A cobrança da taxa de custódia exige que você tenha saldo na sua conta da corretora.

A taxa de custódia pode ser cobrada mensal ou anualmente, e é calculada sobre o valor total da sua aplicação.  

Ela pode ser cobrada tanto na aplicação inicial, como no resgate ou durante o período de aplicação. A B3 cobra a taxa de custódia de títulos do Tesouro Direto, por exemplo, duas vezes ao ano, nos primeiros dias úteis de janeiro e de julho. 

É preciso ter saldo na sua conta na corretora. Caso contrário, será preciso baixar alguma aplicação com liquidez diária ou depositar o valor para pagar a taxa de custódia. 

Taxa de custódia x Taxa de corretagem 

Você já sabe que a taxa de custódia é cobrada para custear o armazenamento de títulos ou ações na B3, por exemplo. Mas qual é a diferença entre ela e a taxa de corretagem?  

É que, diferentemente da taxa de custódia, a taxa de corretagem é cobrada pelas corretoras para remunerá-las pela intermediação das negociações com a Bolsa de Valores. 

As taxas de custódia são fixas, de acordo com porcentagens pré-definidas; já as taxas de corretagem dependem da política adotada por cada corretora. Elas podem cobrar o quanto desejarem e acharem justo, mas com limites definidos por órgãos reguladores. 

Na Clear, as taxas são zeradas!

A Clear fez história e se tornou referência no mercado ao se tornar a primeira corretora do Brasil a oferecer corretagem zero para todos os produtos de renda variável.  

Não importa se você investir R$100 ou R$1 milhão: aqui, as taxas são isentas. Assim, você, pessoa investidora, tem menos custos e mais lucros na hora de investir. E dá pra operar quantas vezes quiser, sem se preocupar com o custo que o número de ordens poderia gerar! 

Além de poder contar com analistas especialistas, você tem nas mãos uma plataforma de alta performance

Invista com a gente! 

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mulher segurando documentos

Aprenda como fazer transferência de custódia e opere na Clear com corretagem zero

Se você já opera na Bolsa de Valores, sabe bem que escolher uma boa corretora para intermediar suas operações é essencial para obter uma boa rentabilidade com o menor custo possível.

Com a concorrência crescendo e o mercado ficando cada vez mais competitivo é comum que o trader encontre preços bem mais atrativos em outras corretoras. Nesses casos, a principal dúvida entre os investidores é: como fazer transferência de custódia para outra instituição financeira?

Se você já se perguntou se é possível transferir suas ações para outra corretora, saiba que o procedimento é, sim, realizável. Não é necessário vender seus ativos para recomprá-los depois, mas você vai precisar preencher alguns documentos.

Nesses casos, a principal dúvida entre os investidores é: como fazer transferência de custódia para outra instituição financeira? Por isso, agora, iremos ensinar em 7 passos como fazer transferência de custódia de sua carteira de ações para uma nova corretora gratuitamente.

O que é transferência de custódia?

Transferência de custódia é um processo realizado quando o investidor opta por trocar de corretora, ou seja, ele retira seus ativos, sejam de renda variável ou fixa, de uma instituição financeira para enviá-los para outra.

Como fazer transferência de custódia?

Depois de entender o que é uma transferência de custódia, vale a pena pesquisar a fundo sobre os custos e benefícios que cada uma das concorrentes oferecem. O ideal é buscar por uma corretora que tenha os menores custos para operar, como taxa de corretagem e de custódia, e disponibilize boas plataformas para você realizar suas operações de forma simples e rápida.

Na Clear, você encontra corretagem zero para operar todos os produtos, além de ter taxa zero de custódia para qualquer tipo de ativo.

Como mudar de corretora e transferir suas ações em 7 passos

1. Abra sua conta na Clear

Abra uma conta na Clear para viabilizar a transferência de custódia dos seus ativos.

2. Acesse o formulário de Solicitação de Transferência

Faça o download do formulário de Solicitação de Transferência de Valores Mobiliários disponibilizado pela Clear.

3. Preencha o formulário com as informações das corretoras

Preencha todas as informações do formulário sobre sua conta na corretora cedente (que irá transferir as ações) e corretora cessionária (que irá receber as ações), de acordo com este modelo de preenchimento, além de descrever os ativos que serão transferidos.

4. Preencha os campos com seus dados de investidor

Em “Identificação de Cessionário”, preencha o campo “Código do Investidor” com o número e dígito da sua conta Clear.

5. Informe seus dados pessoais

Preencha os campos CPF/CNPJ, Nome/Razão Social e endereço com os seus dados completos. É importante que o endereço seja o mesmo do cadastro.

6. Reconheça firma

Reconheça firma no cartório por autenticidade.

7. Veja como enviar sua solicitação com a corretora cedente

Entre em contato com a corretora cedente para saber como enviar sua solicitação de transferência.

Caso suas ações estejam alocadas em um banco ou em uma empresa escrituradora, o procedimento é um pouco diferente e pode ser consultado na página de transferência de custódia da Clear, que contém todas as informações que você precisa.

Ficou com alguma dúvida? Confira nosso vídeo completo sobre como transferir sua custódia para a Clear e não perca mais tempo! Bora pra cima! 🚀

Aprendeu como fazer transferência de custódia? Então abra sua conta na Clear e comece a operar com corretagem zero de verdade!

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Você sabe o que é corretagem? Entenda como é cobrada a principal taxa para operar na Bolsa

Ao decidir ingressar no mercado de ações é fundamental entender como funcionam os custos para operar na Bolsa de Valores. Neste caso, a principal dúvida que fica entre os investidores iniciantes é: o que é corretagem?

Como não é possível enviar ordens de compra e venda diretamente para a B3, as corretoras de valores são responsáveis por intermediar esse envio via home broker, plataformas ou mesa de operações, e cobram uma taxa  de corretagem.

Nesta matéria, explicaremos o que é corretagem, como ela é cobrada e como esse custo impacta em suas negociações, além de dar mais detalhes sobre as demais taxas cobradas por algumas corretoras. Na Clear, você encontra todos os produtos com taxa de corretagem zero. Comece a operar agora.

O que é corretagem?

Corretagem é uma taxa cobrada pelas corretoras para intermediar o envio de ordens de compra e venda de seus clientes para a B3. A taxa de corretagem costuma ser cobrada em negociações de ativos de renda variável, como ações e contratos futuros, e suas regras de cobrança dependem da corretora e do tipo de operação.

O que é nota de corretagem?

Nota de corretagem é uma espécie de extrato das suas operações no mercado financeiro, como uma nota fiscal, através da qual é possível verificar gastos, operações, datas, preços de aquisição de ações e emolumentos. Ela serve tanto para o controle pessoal do investidor como para declarar renda no IR, por exemplo.

Tipos de taxa de corretagem

A taxa de corretagem é uma taxa que influi diretamente na rentabilidade líquida dos investimentos do trader e pode ser cobrada de forma fixa ou em percentual sobre o volume de cada operação. Veja as especificidades de cada uma delas:

Corretagem fixa

Neste modelo, o cliente paga um valor fixo de corretagem, independentemente do montante da operação. Ou seja, se ele realizar uma operação de R$ 1 mil ou de R$ 10 mil reais, o valor da taxa de corretagem sobre as operações será o mesmo.

Corretagem variável

Neste tipo de cobrança, o valor da taxa de corretagem é cobrado de acordo com o volume de cada operação. Isso quer dizer que, operações de R$ 1 mil e de R$ 100 mil terão um percentual de taxa de corretagem diferente.

A Bovespa disponibiliza uma tabela com uma sugestão de preço para a taxa de corretagem de acordo com o volume da operação, que gira em torno de 0,5% em cima do volume negociado.

mulher mexendo em notebook buscando por taxas de corretagem para investir

Corretagem por produtos

Contratos futuros

A corretagem para contratos futuros costuma ser cobrada sobre cada contrato negociado. Ao comprar 20 contratos, por exemplo, será cobrada a taxa de corretagem em cima de cada um deles.

Ações

Já no mercado de ações, a taxa de corretagem costuma ser fixa e cobrada em cima de cada ordem de compra ou venda enviada pelo trader via home broker.

Outras taxas para operar

Existem diversos tipos de taxas cobradas para operar. Além da taxa de corretagem, as principais são:

ISS/Pis/Cofins

Como faz parte de uma prestação de serviço, o ISS (Imposto Sobre Serviços) é cobrado em cima de cada taxa de corretagem repassada ao trader e gira em torno de 5%, dependendo do estado. Além disso, é cobrado 0,65% de Pis e 4% de Cofins, totalizando 9,65% de impostos sobre o valor da corretagem.

Taxa de custódia

Taxa cobrada pela CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia) e repassada por determinadas corretoras para custodiar ações e títulos em nome dos investidores. Na Clear, a taxa de custódia é zero.

Emolumentos

As taxas de emolumentos dizem respeito às negociações e liquidação e são cobradas por meio da B3 e da CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia). Ela consta na nota de corretagem e costumam ser cobradas para negociações de ações e contratos futuros.

Taxa de Registro

A taxa de Registro é cobrada pela Bolsa por conta do serviço de registro de operações feito pela Clearing, sistema da BM&F Bovespa responsável pela compensação, liquidação, registro e gerenciamento de risco de diversas operações.

Como escolher uma corretora para operar

Para começar a operar o ideal é escolher a corretora que ofereça os menores custos de corretagem e tenha boas plataformas de negociação.

A Clear, por exemplo, possui corretagem zero para todos os produtos. Confira abaixo duas simulações de quanto custa operar Day Trade e Swing Trade com os nossos custos.

Swing Trade (módulo básico)

Compra de 100 ações PETR4 no valor de R$ 16,00:

– Corretagem: R$ 0,00

– Taxa de liquidação: R$ 0,44 (R$1.600 (volume – preço multiplicado pela quantidade) x 0,0275%)

– Emolumentos: R$0,08 (R$ 1.600 (volume da operação) x 0,005%)

– Iss/PIS/Cofins: R$ 0,00 (9,65% de R$0,00 (taxa de corretagem))

Total aproximado de custos da operação: R$ 0,52

Day Trade

Compra e venda de 500 ações de PETR4 no valor de R$ 10,00

– Corretagem: R$ 0,00 (2 ordens x R $0,00)

– Taxa de liquidação: R$ 2,00 (R$ 10.000 (volume: preço multiplicado pela quantidade) x 0,02%)

– Emolumentos: R$ 0,49 (R$10.000 (volume da operação) x 0,004890%)

– ISS/PIS/Cofins: R$ 0,00 (9,65% de R$ 0,00 (corretagem))

Total aproximado de custos da operação: R$ 2,49

Conheça todos os novos custos de operar com a Clear

Aprendeu o que é corretagem? Então abra sua conta na Clear e aproveite os menores custos do mercado.

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homem e mulher sentados lado a lado, ele segurando um celular e ela escrevendo contar em um papel

Os emolumentos estão entre as taxas cobradas para quem investe em ações e outros ativos na bolsa de valores.

Segundo dados da B3, são mais de 2 milhões de investidores ativos até dezembro de 2022. Ou seja, aqueles que estão sujeitos a essa cobrança, embora nem todos saibam como ela funciona.

Os emolumentos são taxas sobre serviços prestados e que dizem respeito tanto ao âmbito financeiro quanto judicial, especialmente em relação aos cartórios.

Conhecer essa e outras tarifas aplicadas aos investimentos é algo primordial na vida dos investidores, até porque influenciam na rentabilidade obtida.

Para ajudar você a entender o assunto e calcular corretamente o gasto com emolumentos, preparamos um guia recheado de informações úteis.

Acompanhe a leitura e confira!

O que são emolumentos e para que servem?

Nos cartórios, o tabelião é a pessoa responsável por lidar com os registros e, consequentemente, retira as custas e emolumentos usados para cobrir gastos.

No caso da B3, os emolumentos servem para remunerar a bolsa de valores pelos serviços prestados ao registrar, catalogar e guardar informações de compra e venda.

Toda transação efetuada na B3 é guardada pela CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia), a fim de gerar maior segurança para os investidores.

Os valores de emolumentos são chamados também de taxas de negociação, sendo possível acompanhar esses dados no “Resumo Financeiro” da sua nota de negociação.

Qual é a diferença entre custas e emolumentos?

Como os emolumentos também figuram no âmbito jurídico, pode ser que você veja essa nomenclatura associada ao termo “custas”, mas são coisas distintas.

Apesar de ambos serem pagamentos, já vimos que os emolumentos se referem ao registro e utilização de materiais nos cartórios, refletindo os custos administrativos.

Porém, quando se trata das custas, o conceito vai um pouco além, pois diz respeito aos valores que cobrem os recursos utilizados em um processo judicial.

Ou seja, é uma cobrança que resulta da soma das despesas com a prestação de serviço público de justiça, previsto no artigo 98, parágrafo 2 da Constituição Federal.

O que é taxa de emolumentos?

A taxa de emolumentos, como vimos, remunera a bolsa de valores pelos serviços prestados.

Mesmo que você faça poucos aportes em renda variável e tenha cobranças de centavos em emolumentos, é muito importante entender esse gasto.

Compreender as taxas incidentes na compra e venda de ações é relevante para a sua tomada de decisão, buscando formas de obter bons lucros e menos custos.

Além disso, acompanhar os dados das notas de corretagem facilita na hora de fazer a declaração anual de Imposto de Renda.

O que é cobrança de emolumentos?

A cobrança de emolumentos, então, nada mais é do que uma outra maneira de se referir à taxa sobre a qual estamos falando agora.

No mundo dos investimentos, ela só é praticada sobre negociações que envolvam ativos da bolsa de valores, justamente porque se destina a remunerar a instituição pelos seus serviços.

Quem paga os emolumentos?

A taxa de emolumentos é paga por investidores ativos na bolsa de valores a cada operação realizada.

Como vamos ver ainda neste texto, ela não se aplica apenas a quem investe em ações, já que há outros tipos de ativos negociados na bolsa brasileira.

Como a B3 cobra os emolumentos?

Os emolumentos incidem em qualquer operação, independentemente da corretora escolhida, mas variam conforme algumas regras.

Para pessoas físicas e demais investidores, bem como os fundos e clubes de investimentos, a taxa é de 0,003020% sobre o valor financeiro das operações.

No caso das operações feitas em leilão de abertura ou fechamento, além das Ofertas Públicas de Aquisição (OPA), a tarifa apresenta o valor de 0,0070%.

Quando se trata das operações de day trade, onde compras e vendas são efetuadas no mesmo dia, os percentuais obedecem aos seguintes critérios:

Toda a apuração dos emolumentos cobrados é realizada após o fechamento do pregão, sendo que o valor é descontado das operações de acordo com o volume negociado.

Você pode conferir todas as tarifas no site da B3.

Entenda como os emolumentos são calculados

Agora, você já conhece os percentuais cobrados como taxa de emolumentos.

Vamos ver, então, como se dá o cálculo deles em operações envolvendo ações, contratos futuros e commodities.

Para facilitar o entendimento, faremos isso a partir de exemplos práticos.

O cálculo dos emolumentos para ações

Vamos imaginar que você compre 600 ações por R$ 22,50 cada e, no mesmo dia, venda 500 ações por R$ 28,00.

A compra custou R$ 13.500,00, então, nesse caso, 0,003020% equivale a R$0,40 de emolumentos.

Agora na venda, que rendeu R$ 14.000,00 a cobrança de emolumentos atende ao mesmo percentual e resulta em um custo de R$0,42.

Cálculo dos emolumentos para contratos futuros e commodities

Além das ações, os investidores também têm a possibilidade de negociar outros ativos na bolsa, como contratos futuros, commodities, opções e moedas.

Nos contratos futuros de ações, por exemplo, as taxas de emolumentos praticadas são de 0,005% e 0,004% para operações normais e no day trade, respectivamente.

Os contratos futuros do Dólar comercial apresentam valores diferentes entre o vencimento atual e vencimentos futuros e, este valor varia de R$1,97 para vencimentos futuros à R$0,99 para vencimento do contrato atual, diminuindo conforme aumento de contratos negociados.

No caso do minicontrato futuro de Dólar comercial (WDO), a taxa de emolumentos é de  R$0,43 variando de acordo com contratos negociados.

Já nas commodities, os emolumentos variam de acordo com o número de contratos e tipo de produto.

Acompanhe:

Obs. Na Clear atualmente não negociamos futuros de ações e as Commodities da lista que negociamos são: Boi Gordo, Café Arábica, Milho, ouro e Soja.

Entenda as taxas da B3

No resumo financeiro das suas operações, você pode observar outros campos correspondentes às demais taxas que se aplicam às negociações na bolsa.

Vamos falar sobre elas agora, explicando que podem ou não ser cobradas, dependendo do volume financeiro, regras de isenção ou política adotada pelas corretoras.

Taxa de Corretagem

Podendo variar de corretora para corretora, essa taxa corresponde à intermediação das operações existentes entre os investidores e a bolsa de valores.

O modo de cobrança mais recorrente é o de corretagem fixa, cujo objetivo é estipular um valor independentemente do volume de ações negociadas.

Mas existe outro modelo, que é o de porcentagem sobre operação, dependendo política adotada pela instituição financeira.

Na Clear, a corretagem é zero para você investir com maior rentabilidade.

Taxa de Custódia

Antes da digitalização dos investimentos, os registros das aplicações eram feitos em certidões de papel. E o ato de guardar esses documentos correspondia à custódia.

Hoje, tudo é online, mas a taxa cobrada pela B3 se mantém.

Ela pode ser mensal ou anual, sendo calculada conforme o valor total da operação, tendo a cobrança válida no início, no final ou durante a valorização.

É um valor que pode aparecer em vários tipos de investimento, porém é muito mais comum vermos essa taxa em ações e títulos públicos do Tesouro Direto.

Imposto de Renda

Todos os investidores da bolsa de valores devem declarar as ações que compraram e venderam no ano apurado.

Porém, existem regras específicas quanto à cobrança ou não de Imposto de Renda.

Swing Trade e Buy and Hold

A alíquota de IR adotada para os investidores de médio e longo prazo é de 15% sobre o lucro obtido, sendo que há isenção para vendas até 20 mil reais dentro de um mês.

Além disso, a corretora que intermediou o negócio ainda tem direito de recolher 0,005% sobre o valor de venda, conhecido como “dedo duro” que antecipa o IR.

Day Trade

Para os day traders, não há o benefício fiscal de isenção de 20 mil reais em venda, sendo que eles, obrigatoriamente, pagam 20% sobre o ganho de capital obtido na operação.

Ao contrário dos investidores que esperam um pouco mais para vender, o “dedo duro” no day trade é de 1% e incide sobre o lucro e não pela venda.

Vale ressaltar que a guia de recolhimento pode ser paga até o último dia do mês posterior à operação, seja para day trade, seja swing trade.

E é importante citar que ainda existe o ISS (Imposto Sobre Serviços), cobrado diretamente do valor de corretagem e que gira em torno de 5%.

No vídeo abaixo, você confere tudo sobre as taxas da B3 e a influência delas em seus investimentos:

Investir na Bolsa pode ser para você

Pode ser que você tenha chegado até este conteúdo apenas para compreender o que são emolumentos, mas ainda não sabe muito bem como funciona o mercado de capitais.

Mas não vá embora sem saber que a bolsa de valores tem uma série de oportunidades para você investir e aumentar seu patrimônio.

Entenda porque investir na bolsa pode ser para você!

Valores baixos de investimentos

Um dos grandes mitos de quem ouve falar em bolsa de valores é achar que o investimento é só para quem tem muito dinheiro.

Mas não é bem assim que funciona, não.

Existem vários tipos de empresas com ações negociadas na B3 e por valores que começam em centavos de reais.

Nem todos têm a oportunidade de investir grandes fortunas, mas é possível aplicar seu dinheiro em ações de pouco em pouco, até formar um bom patrimônio.

No modelo fracionário de negociação, por exemplo, você pode comprar de 1 a 99 ações por vez, algo que não pesa tanto no orçamento e pode facilitar seus objetivos.

Praticidade nas transações

Graças à tecnologia, os investidores da bolsa podem fazer suas negociações em poucos cliques na tela do celular, utilizando a praticidade de plataformas digitais.

O home broker, por exemplo, é oferecido por bancos e corretoras de valores, permitindo realizar negociações de compra e venda via internet.

Do conforto do seu lar, ou de onde estiver, você pode executar as ordens de negociação, acompanhar as notas de corretagem, verificar as ofertas de compra e venda, entre outros fatores.

Inclusive, com as plataformas da Clear, você pode identificar os gráficos das ações e fazer suas análises, a fim de tomar decisões mais estratégicas.

Possibilidade de ganhos significativos

Diferente de uma aplicação em renda fixa, que costuma ter um horizonte linear de ganhos, a renda variável tem a possibilidade de proporcionar lucros maiores.

Claro que isso depende de uma série de fatores, ou seja, não basta apenas comprar e esperar riquezas imediatas, pois é preciso acompanhar as tendências de mercado.

Desde que tenha uma boa estratégia e a oscilação de preços favoreça, existe a chance de obter lucros substanciais em ações.

Vale lembrar também que é possível receber dividendos e juros sobre capital próprio periodicamente dessas empresas, depositados na conta corrente dos investidores.

Já pensou em viver de dividendos? Essa pode ser a sua realidade.

Oportunidade de diversificação de carteira

Existe uma metáfora no mundo dos investimentos que diz que não se deve colocar todos os ovos na mesma cesta.

A lógica por trás da recomendação é que, se algum estragar ou a cesta cair, você consegue salvar os demais.

Ao investir, funciona de maneira parecida – e a melhor decisão é diversificar os produtos em “sacolas” diferentes para obter resultados favoráveis.

Na bolsa, você pode aplicar um percentual em renda variável, evitando ficar preso à renda fixa.

Também pode diversificar em ações (investindo em companhias de diferentes segmentos) e em outros ativos(contratos futuros, commodities, opções, etc.).

Nos dois cenários, sempre que uma aplicação puxar a sua rentabilidade para baixo, a outra compensa e equilibra a relação entre ganhos e perdas.

É uma estratégia inteligente de proteção do seu dinheiro – e mais um motivo para investir na bolsa.

Conclusão

Vimos neste conteúdo que entender sobre emolumentos não é um bicho de sete cabeças, mas algo bem simples que, assim como outras taxas, faz diferença em seus investimentos.

Agora, é só colocar o conhecimento em prática e se tornar um investidor na bolsa.

Se ainda não deu esse passo, basta escolher uma corretora de confiança, com as melhores plataformas para você operar online e de forma segura, além dos menores custos.

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Descubra as vantagens de operar com a Clear, a primeira no Brasil com corretagem zero de verdade 

Sabemos que a corretagem, taxa cobrada pelas corretoras para enviar suas ordens para a Bolsa de Valores, é um dos custos mais significativos na hora de operar e um dos principais empecilhos para quem deseja começar a investir em produtos de Renda Variável.

Pensando nisso, a Clear, que já tinha a menor corretagem do mercado, revolucionou e decidiu dar um passo que, até então, nenhuma corretora teve coragem de dar: zerar a corretagem de todas as operações de seus clientes.

A mudança, que vai bem além de baixar preços ou zerar a corretagem em apenas alguns produtos, tem como objetivo democratizar o mercado financeiro e proporcionar a todos a chance de investir na Bolsa de Valores.

Para Marcel Andrade, Head da Mesa de Operações da Clear, a corretagem zero chegou para quebrar os paradigmas do mercado financeiro e dar oportunidade para os clientes da Clear operarem ainda mais:  “Ao proporcionarmos corretagem zero em todos os nossos produtos, trazemos benefícios para todos os perfis de clientes, pois, ao reduzir os custos, incentivamos nossos traders a melhorarem seu desempenho”.

Marcel ainda explica que, com a corretagem zero, ao realizar compras ou vendas, tanto no lote padrão como no fracionário, o investidor pode operar sem se preocupar com a quantidade de ordens e, assim, otimizar seu preço médio. Já para o trader e o scalper, os ganhos são ainda maiores, pois eles podem realizar operações rápidas, com poucos pontos ou centavos de lucro, e ter, relativamente, uma rentabilidade ainda maior.

Nesta matéria, mostramos, em exemplos práticos, como os custos impactam em suas operações e como a corretagem zero te ajuda a economizar na hora de investir na Bolsa:

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O que é corretagem?

A corretagem é uma taxa cobrada pelas corretoras para intermediar o envio de sua ordem para a Bolsa de Valores.

Logo, ao fazer uma operação de compra ou venda de qualquer ativo de Renda Variável, você deverá pagar uma taxa para que a corretora envie sua ordem via Home Broker para a B3 e a operação seja realizada.

Esse valor pode ser fixo ou variável e muda de acordo com a corretora ou tipo de operação. Na Clear, por exemplo, o custo atual de corretagem é zero, independentemente do produto que você decidir operar.

Como o custo da corretagem impacta em seus investimentos 

É indiscutível que a corretagem é um dos maiores custos para negociar ações, já que algumas instituições cobram preços altíssimos para intermediar o envio de sua ordem para a Bolsa de Valores.

Em grandes bancos, por exemplo, a corretagem chega a custar cerca de R$20,00 reais por operação, fazendo com que o investidor deixe grande parte de seu capital investido no pagamento de taxas, principalmente se o valor de corretagem for variável, ou seja, cobrado de acordo com o volume de cada operação.

Na Clear, com a corretagem zero, você economiza nos custos, pagando apenas as taxas de Bolsa, como emolumentos e taxa de liquidação, e passa a ter mais capital para operar, aumentando assim suas chances de lucro.

Como você economiza operando com corretagem zero

A foto mostra uma mulher sentada à mesa, na qual há diversos papéis, um notebook e uma calculadora. Ela olha para a câmera e sorri, em referência à taxa de corretagem zero.

Veja alguns exemplos de operações com os preços antigos de corretagem vs com a corretagem zero para te mostrar o quanto você poderá economizar operando com a Clear:

Swing trade (ações)

Compra de 100 PETR4 a R$16,00 – Valor da ordem R$1.600,00

Total aproximado dos custos da operação com o valor antigo de corretagem: R$1,39

Novo custo total operando com corretagem zero: R$0,52 (Redução de 62,59%)

Day trade (ações)

Compra de 500 PETR4 (ou qualquer outra ação) a R$10,00 e Venda de 500 PETR4 a R$10,05 – Volume operado de R$10.025,00

Total aproximado dos custos da operação com o valor antigo de corretagem: R$4,25

Novo custo total operando com corretagem zero: R$2,50 (Redução de 41,18%)

Minicontratos (Índice)

Compra de 1 WINFUT no 77.000 e venda de 1 WINFUT no 77.100

Total aproximado dos custos da operação com o valor antigo de corretagem: R$0,46

Novo custo operando com corretagem zero: R$0,26 (Redução de 43,48%)

Termo

Compra de 100 ITSA4 a Termo para 16 dias à taxa de 0,38% por R$9,00 e venda a R$10,00. Volume operado R$1.900,00 (a vista) + taxa = R$1.903,42

Total aproximado dos custos da operação com o valor antigo de corretagem: R$55,73

Novo custo total operando com corretagem zero: R$0,91 (Redução de 98,37%)

Estratégia de Opções

Compra de 1.000 VALEJ567 (Call com strike em R$55,44) no R$0,30 e venda no R$0,34 – Volume operado de R$640,00

Total aproximado dos custos da operação com o valor antigo de corretagem: R$2,61

Novo custo total operando com corretagem zero: R$0,86 (Redução de 67,05%)

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