Array

Array

Navegue por assunto


A foto mostra uma mulher sentada no sofá olhando para o notebook em seu colo, ela segura um cartão em uma das mãos, que leva delicadamente ao rosto, em referência às reflexões sobre investir em tesouro direto

Você já sabe o que é e como investir no Tesouro Direto? Conhecido como o investimento mais seguro da economia brasileira, o Tesouro Direto pode oferecer retorno superior ao da poupança, alta liquidez e diferentes utilidades na sua carteira.

Isso porque, além de ser um investimento conservador, você também pode utilizá-lo  como garantia para operações de Day Trade

Agora, você confere  as vantagens do Tesouro Direto e por que todo mundo –de pessoa investidora a trader– deve ter esse ativo na carteira. 

Vamos lá? 

O que é Tesouro Direto? 

Tesouro Direto também é conhecido como “título ou títulos público(s)”, e representa os ativos de Renda Fixa emitidos pelo governo para o pagamento de dívidas públicas. 

Em outras palavras, seria como se você emprestasse o seu dinheiro para o governo e recebesse, em uma data predeterminada no momento da aplicação, uma rentabilidade acrescida de juros, que variam conforme o título que você escolher. 

Esta é uma das alternativas de investimento com menor risco do mercado brasileiro e, sem dúvidas, o Tesouro Direto é seguro. Ele também é conhecido porque  apresenta rentabilidade superior aos investimentos tradicionais, inclusive a poupança. 

Quais são os títulos do Tesouro Direto? 

Tesouro Prefixado (antiga LTN – Letra do Tesouro Nacional) 

Tesouro prefixado é um título de Renda Fixa que tem sua rentabilidade definida (prefixada) no momento da compra. Portanto,  ao adquirir um Tesouro Prefixado, quem investe já sabe qual será o rendimento ao final do período de aplicação. 

Tesouro Selic (antiga LFT – Letra Financeira do Tesouro) 

Esse tipo de título tem a rentabilidade diária vinculada à taxa Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira. Ou seja, se a Selic subir, a tendência é que a remuneração seja maior, e vice-versa. O Tesouro Selic também se configura como um investimento de Renda Fixa. 

Tesouro IPCA+ (antiga NTN-B – Nota do Tesouro Nacional) 

Possui a característica pós-fixada e rentabilidade vinculada à variação do IPCA (Índice de preços ao Consumidor Amplo, que mede a inflação “oficial” do país), acrescida de uma taxa prefixada. O Tesouro IPCA+ é um título de Renda Fixa. 

O Tesouro Direto oferece uma rentabilidade muito superior a de investimentos tradicionais, como a poupança. Abra a sua conta na Clear e comece hoje mesmo a cuidar do seu futuro. 

Vantagens do Tesouro Direto 

A foto mostra um homem de frente para um notebook com índices de plataforma de investimento, levantando um dos braços em sinal de comemoração.
Saiba como e por que é possível lucrar com o Tesouro Direto.

Deu pra entender um pouco mais sobre o que é Tesouro Direto e como funciona? Depois dessa introdução, vamos falar sobre as principais vantagens em acrescentar títulos do Tesouro Direto na sua carteira. Confira na sequência! 

1. Investimento de menor risco 

O Tesouro Direto é garantido pelo Tesouro Nacional, órgão responsável por receber e administrar o capital do Brasil, além de avaliar sua situação fiscal e fazer relatórios periódicos. 

Ou seja, o Tesouro Direto funciona como um  “contador” do País, fazendo com que os títulos públicos sejam os ativos mais seguros do mercado.  

Por isso, vale repetir o que a gente disse lá em cima: Tesouro Direto é seguro sim! 

2. Alavanque suas operações com o Tesouro Direto 

Por serem títulos de liquidez diária, você pode alocar seus investimentos em Tesouro Direto como garantia para outras operações, como Day Trade. 

Ou seja, utilizando seus títulos públicos, você pode alavancar até 70x suas operações e continuar deixando seu dinheiro aplicado rendendo. Quem não gosta dessas condições? 

3. Liquidez diária é ideal para sua reserva de emergência 

O Tesouro Nacional, órgão ao qual o Tesouro Direto é vinculado, garante a recompra diária dos seus títulos públicos. 

Ou seja, você poderá resgatar antecipadamente os títulos adquiridos no Tesouro Direto todos os dias, a preço de mercado. 

Aqui, é importante destacar que a marcação a mercado é diária conforme a expectativa futura da taxa de juros, fazendo com que a parte pré-fixada do título oscile tanto para cima quanto para baixo, impactando, assim, o valor presente do mesmo. 

Ou seja, existe a possibilidade de receber um valor menor em caso de resgate antecipado, dependendo do título escolhido e do momento da solicitação. 

Assim, para a reserva de emergência, o mais adequado é o Tesouro Selic, que praticamente não possui marcação a mercado, por ser um título quase que 100% pós-fixado. 

A única parte que eventualmente poderia trazer algum ajuste, mesmo ínfimo, é a parte do ágio ou deságio em cima da Selic no ato da aplicação ou resgate, mas é tão pequeno que, na prática, acabamos esquecendo dele e saindo antes ou, no vencimento, costuma ser indiferente. 

Como investir no Tesouro Direto com a Clear?  

1. Acesse o Pit de Negociações 

Após ter aberto sua conta, acesse o Pit de Negociações novo –o Home Broker oficial da Clear. 

Clique no logotipo da Clear, do lado esquerdo da tela, e escolha a opção “Renda Fixa” no menu. 

2. Escolha o título de Tesouro Direto 

Na página “Renda Fixa”, você terá acesso aos títulos disponíveis para aplicação e seus diferentes prazos de vencimento. Quando decidir pelo seu, clique no título escolhido e depois em “aplicar”. 

3. Preencha a boleta 

Nesse momento, você irá se deparar com a sigla “P.U”, que significa preço unitário, ou seja, quanto custa uma unidade do título escolhido. 

Não é necessário aplicar em uma unidade: você pode escolher a fração que desejar, mas a fração mínima é 0,01. 

E só lembrando que, antes da aplicação, você já deve ter transferido o valor que deseja investir para a sua conta na Clear. 

Depois disso, basta inserir a sua assinatura eletrônica e enviar a ordem. Fácil, né?  

Tesouro Direto: custos para investir 

Na Clear, você não paga taxa de intermediação para investir em Tesouro Direto, apenas a taxa de custódia cobrada pela Bolsa de Valores, de 0,25% ao ano, dividida em 0,125% em janeiro e 0,125% em julho sobre o que exceder a R$10.000,00. Até esse valor é isento de cobrança. 

Já o Imposto de Renda sobre o rendimento é regressivo, ou seja, quanto mais tempo você investe, menos você paga: começa com 22,5% para rendimentos/ganhos de capital realizados até 180 dias; 20% entre 181 a 360 dias; 17,5% entre 361 a 720 dias; e 15% a partir de 721 dias. 

Já se sente confiante para começar a investir? Conheça nosso catálogo de opções e descubra qual é a aplicação certa para o seu perfil. 

Clique e abra sua conta na Clear

Array

Array

Navegue por assunto


Aprenda como investir em tesouro direto e como lucrar com um dos investimentos mais seguros do mercado

Se você deseja diversificar sua carteira de investimentos, o Tesouro Direto é, sem dúvidas, uma das melhores opções, já que seus riscos são baixos e sua liquidez diária.

Preparamos uma matéria para que você entenda melhor como funcionam os títulos públicos, quais são seus custos e como investir em tesouro direto.

Quer saber como transferir sua custódia de Tesouro Direto para a Clear? É simples e sem custos. Confira o passo a passo.

O que é e como funciona o Tesouro Direto?

O Tesouro Direto é um investimento de Renda Fixa promovido pelo Tesouro Nacional em parceria com a B3, que possibilita a venda de títulos públicos para pessoas físicas por meio de instituições financeiras. O Tesouro Direto oferece uma rentabilidade maior que a poupança, e é o investimento mais seguro do mercado.

Ele foi criado em 2002 e seu principal intuito era aumentar a gama de investidores com acesso aos títulos públicos, permitindo aplicações com valores mínimos, a partir de R$ 30 reais.

Antes de sua criação, só era possível comprar títulos públicos por meio de fundos de Renda Fixa com custos bem elevados.

O tesouro é um dos investimentos de Renda Fixa com menor risco e um dos mais indicados para quem deseja diversificar a carteira, já que ele possui ativos de diferentes rentabilidades, atendendo todos os tipos de investidores.

Mas o que são títulos públicos?

Parte do entendimento sobre o que é Tesouro Direto envolve saber o que são os títulos públicos:  eles nada mais são do que ativos de Renda Fixa emitidos pelo governo para provisionar o pagamento de dívidas públicas federais.

Ou seja, ao comprá-los, você empresta seu dinheiro para o governo e recebe, de acordo com a data predeterminada no momento da aplicação, uma rentabilidade anual acrescida de juros, que pode variar de acordo com o título e as variações de seus indexadores, como a taxa Selic, IPCA, entre outros.

Vantagens do Tesouro Direto

Baixo risco

O tesouro direto é um dos tipos de investimentos mais seguros do mercado. Isso porque, ao investir seu dinheiro em títulos públicos, o Governo, por meio do fundo soberano, garante que você receberá seus rendimentos ao final da aplicação.

Liquidez diária

Outra grande vantagem do tesouro direto é, sem dúvidas, sua liquidez diária. Ou seja, ao decidir resgatar sua aplicação, o próprio governo compra seus títulos de volta e seu dinheiro é depositado na sua conta em até um dia útil.

Boa rentabilidade

A rentabilidade do tesouro direto é uma das melhores entre os investimentos de Renda Fixa, principalmente quando comparado à poupança.

Baixo custo      

Os custos para investir em tesouro direto também são um diferencial. Na Clear, a taxa de custódia para títulos públicos é ZERO. Ou seja, você paga apenas pela taxa de custódia cobrada pela B3, que é de 0,30% ao ano.

Tipos de Tesouro Direto

A principal diferença entre os tipos de Tesouro Direto está na condição de serem pré ou pós-fixados, uma taxa que diz respeito à rentabilidade dos títulos. Na sequência, veja os 3 tipos de Tesouro Direto mais conhecidos:

Tesouro Prefixado (LTN)

Os títulos prefixados são aqueles em que é possível definir a rentabilidade no momento da compra, caso mantenha o até a data de vencimento, e também quanto será pago de taxa de juros ao final da aplicação.

Esse título é indicado, principalmente, em momentos em que a taxa de juros está alta, pois o investidor consegue “travar” sua rentabilidade com a Selic em alta, evitando que seu lucro diminua, mesmo que a taxa caia.

Tesouro Selic (LFT)

Este título tem sua rentabilidade diária atrelada à taxa Selic, ou seja, não é possível saber qual será sua remuneração no fim da aplicação, já que ela irá depende da variação da taxa básica de juros.

Caso a taxa de juros suba, consequentemente, sua rentabilidade será maior, e vice-versa, caso a taxa caia. É recomendado para investidores que acompanham o mercado ou que precisem resgatar o dinheiro a qualquer instante.

Tesouro IPCA + (NTN – B)

São os títulos atrelados à variação do IPCA, índice que mede a inflação oficial do país, acrescidas de juros.

Apesar de serem híbridos, já que sua rentabilidade é composta por uma parte prefixada e outra atrelada ao IPCA, eles seguem a mesma linha do Tesouro Selic, ou seja, ao comprar um título IPCA +, não é possível mensurar qual será a rentabilidade exata no fim da aplicação, pois a inflação tende a oscilar com frequência.

Como investir em Tesouro Direto?

Foto mostra o dois braços de um homem digitando em notebook de teclado azul

Quer saber como investir em Tesouro Direto de um jeito simples, rápido, e 100% online? Confira o passo a passo:

Como investir em Tesouro Direto em 3 passos

1.    Escolha uma corretora confiável

A primeira decisão envolvendo como investir em Tesouro Direto envolve escolher uma corretora confiável e com custos competitivos para intermediar a compra de títulos com a Bolsa.

Aqui na Clear, a taxa de custódia para investir em Tesouro Direto é zero.

2. Saiba seu perfil de investidor

Com essa informação em mãos, basta pesquisar qual título mais se enquadra em seu perfil de investidor.

3. Aplique no Pit de Negociação da Clear

No Pit de Negociação da Clear, siga o seguinte caminho: Operações > Renda Fixa > Tesouro.

Selecione o título escolhido e, em seguida, clique em aplicar e, por último, insira o valor.

Qual o custo para investir em Tesouro Direto?

Apesar da Clear cobrar taxa zero de custódia, investir em Tesouro Direto implica em outros custos como, por exemplo, a taxa de custódia cobrada pela BM&F Bovespa, de 0,30% ao ano sobre o valor aplicado; o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e Imposto de Renda sobre o lucro.

No caso do IOF e do IR, vale ressaltar que a alíquota diminui com o tempo de investimento, ou seja, quanto maior for o período da aplicação, menor será o valor de ambos os impostos.

Confira os custos completos na nossa página de Tesouro Direto.

Como fazer o resgate?

Caso você decida vender o seu título antes da data de vencimento, é necessário criar uma ordem de venda e colocar seu título a preço de mercado. Como o comprador será sempre o Tesouro Nacional, o prazo para sua transação ser processada é D+1.

Já se o resgate for feito de acordo com a data de vencimento, basta selecionar a opção resgatar ou reinvestir.

Que tal começar a investir com corretagem zero? Só a Clear oferece condições como essa! Abra sua conta!

Clique e abra sua conta na Clear

Array

Array

Navegue por assunto


Confira o que fazer com o dinheiro que irá resgatar da sua aplicação do Tesouro IPCA + 2020

No dia 15 de agosto vence o título público atrelado à inflação – o NTN-B – com juros semestrais com vencimento em 2020.

Além disso, também serão pagos juros referentes a todas as NTN-Bs com vencimento em anos pares: 2024, 2026, 2028, 2030, 2040 e 2050. Os recursos vão ser disponibilizados na conta da corretora.

Serão pagos R$ 63,8 bilhões referentes à NTN-B 2020 e R$ 15,4 bilhões de juros dos títulos dos outros anos.

O que fazer com o valor que irá vencer

Com os pagamentos, pode surgir a dúvida: o que fazer com o dinheiro recebido? Uma opção interessante é reinvestir o valor em outro título do Tesouro Direto, com ou sem juros semestrais. Assim, você garante mais rentabilidade ao seu capital.

Para escolher o título, como para escolher qualquer investimento, você deve avaliar qual é o seu objetivo principal com ele, por exemplo:

Sabendo o objetivo, é mais fácil escolher a alternativa certa para você.

Importante pontuar que os mercados retornaram a patamares próximos ao começo do ano desde o início da crise do covid-19. Portanto, os títulos do Tesouro Direto pagam hoje rentabilidades próximas as do início do ano.

Mas isso não significa que não vale a pena investir nesses títulos. Ter uma parcela da carteira alocada em Tesouro Direto é garantir segurança e diversificação.

Além disso, para projetos em que você já conhece e que tem prazo para serem realizados, pode ser uma boa opção buscar ativos sobre os quais conhecemos as condições e o prazo de rentabilidade.

Tipos de Tesouro Direto

Confira as características de cada modalidade para escolher a que mais se encaixa com as suas necessidades:

Tesouro Selic

Ideal para reserva de emergência ou para objetivos de curto prazo, pois é possível resgatar o dinheiro a qualquer momento e o rendimento não sofre com oscilações do mercado. Além disso, para investimentos de até R$ 10 mil, não é cobrada a taxa de custódia da B3.

Tesouro Prefixado

Ideal para quem quer saber exatamente quanto irá receber no vencimento do título, já que ele não está atrelado a nenhum indexador.

Há títulos vencendo em 2023, 2026 e 2030, sendo ideal para objetivos de médio a longo prazo, como a compra de um carro ou de imóvel.

Tesouro IPCA+

Ideal para quem quer saber a rentabilidade real do investimento desde o momento da aplicação, já que pagará a inflação acrescida de um percentual definido.

Os prazos dessa modalidade são mais longos. Portanto, deve ser pensado para planos de longo prazo, como aposentadoria ou pagamento da faculdade dos filhos. O vencimento dos títulos varia de 2030 a 2055, ou seja, planeje-se para deixar o dinheiro investido por um bom tempo.

Acesse sua conta e invista agora mesmo.

Clique e abra sua conta na Clear

Array

Array

Navegue por assunto


LCI: entenda, no detalhe, como funciona um dos investimentos em Renda Fixa mais famosos do mercado brasileiro

Existem no mercado financeiro investimentos para diferentes perfis de investidores. Para quem busca mais segurança e previsibilidade, a renda fixa é a categoria mais adequada. E a Letra de Crédito Imobiliário, conhecida também por LCI, faz parte dessa categoria e pode ser uma boa escolha para o investidor conservador.

Isenta do Imposto de Renda (IR) a LCI é um tipo de investimento protegido pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) em até R$ 250 mil, por CPF e instituição financeira. Ou seja, caso o banco emissor da LCI não cumpra com suas obrigações, você receberá o valor aplicado (até R$ 250 mil) de volta.

LCI: o que é?

A Letra de Crédito Imobiliário é um título que pode ser emitido por instituições financeiras autorizadas pelo Banco Central. Ela é um investimento de renda fixa e é lastreada ao financiamento do mercado imobiliário. Simplificando: ao investir em LCI, o seu dinheiro será “emprestado” para a compra ou financiamento de um imóvel.

Ele é justamente um instrumento de captação das instituições financeiras para movimentar o mercado imobiliário.

Como o rendimento da LCI é conhecido no momento da aplicação, é considerado um investimento seguro em comparação à Bolsa de Valores, por exemplo, embora o retorno não seja tão atraente quanto o mercado de ações.

Além disso, é protegido pelo FGC. Ou seja, caso o emissor do título entre em falência, o FGC garante o pagamento do valor investido mais os juros prometidos, com o teto máximo de R$ 250 mil por CPF e por instituição financeira.

Além disso, a volatilidade desse investimento é baixa. De uma forma simples, a rentabilidade não sofre grandes variações, como acontece em investimentos de renda variável, como as ações por exemplo.

Como funciona a LCI?

Antes de escolher um investimento, é interessante saber como ele funciona e para onde vai o dinheiro investido. Afinal, todo o dinheiro aplicado em investimentos é utilizado de alguma forma ou destinado a alguma aplicação.

No caso da LCI a utilização do dinheiro investido tem relação com o mercado imobiliário.

Vamos exemplificar para ficar mais claro como funciona a Letra de Crédito Imobiliário.

Primeiro, precisa-se do investidor e do emissor do título, no caso, uma instituição financeira. Então, o investidor realiza uma aplicação em uma LCI por meio uma corretora de investimentos, por exemplo.

O dinheiro que o investidor “emprestou” para a instituição financeira é direcionado, junto com o dinheiro de muitos outros investidores que optaram por alocar o capital em LCI, para clientes do ramo imobiliário, ou seja, que precisam de recursos para financiar determinado tipo de imóvel.

Portanto, você aloca dinheiro no mercado imobiliário apenas de maneira indireta. A instituição financeira que emite o título é quem faz a intermediação das operações.

Quais são os tipos de LCI?

Existem três tipos diferentes de LCI que são classificados de acordo com a rentabilidade:

LCI pré-fixada

Nessa modalidade o investidor consegue saber exatamente o valor final que irá resgatar no vencimento do título. Isso pois a rentabilidade é pré-fixada, ou seja, é definida no momento da aplicação e não é alterada durante o período em que o dinheiro está investido.

Então, pode ser, por exemplo, que a LCI renda 5%, 15% ou 25% ao ano. No momento da aplicação, você saberá qual será o rendimento.

LCI Pós-fixada

Na LCI pós-fixada é possível saber como vai ser calculada a rentabilidade, mas não é possível saber o rendimento final da aplicação já que ele é atrelado a algum indexador externo. Na maioria dos casos, o indexador é o Certificado de Depósito Interbancário (CDI), que é um valor que geralmente fica muito próximo da taxa básica de juros – a Taxa Selic.

Exemplos de rentabilidade de LCI pós-fixadas são:

Como o CDI não é conhecido no momento da aplicação e pode variar no tempo, não é possível saber qual será o valor resgatado no vencimento do título.

LCI híbrida

Existem também a LCI híbrida: uma parte do rendimento é pré-fixado e outra parte é variável, atrelado a algum indexador externo.

Pode ser, por exemplo:

Ou seja, tem-se garantido uma parte do rendimento. A outra parte vai variar de acordo com o indexador escolhido.

Então, qual a rentabilidade da LCI?

Muitas pessoas elencam a rentabilidade como o fator mais importante na hora de investir. Se você pensa mais em ter um bom rendimento do que em segurança, vale lembrar da máxima para quase todos os investimentos: quanto maior o risco, maior as chances de rentabilidade.

A LCI é considerada um investimento de baixo risco, como muitos dos que fazem parte do grupo de renda fixa. Ou seja, ela oferece outros benefícios como a previsibilidade, segurança e baixa volatilidade.

A dica para encontrar Letras de Crédito Imobiliário mais rentáveis segue a mesma linha: quanto maior o risco, maior a chance de lucro. O que isso significa? Que se você optar por investir em LCI de instituições muito consolidadas e saudáveis, terá segurança, mas provavelmente a rentabilidade do título será menor.

Contudo, LCI de pequenos bancos, não tão conhecidos no mercado e com um rating baixo podem oferecer uma maior rentabilidade. Porém, é necessário abrir mão da segurança e correr riscos. Pode ser uma alternativa para encontrar mais rentabilidade nos títulos.

Como escolher LCI?

A resposta é: depende. É preciso analisar alguns fatores para escolher qualquer tipo de investimento para sua carteira. Pense sempre em:

LCI para reserva de emergência?

A reserva de emergência deve ser o primeiro passo para quem está começando a investir. Os investimentos mais adequados são os com baixo risco, mais segurança e alta liquidez.

Pensando nisso, existem alternativas mais adequadas para a reserva de emergência se comparadas com a LCI. Isso pois algumas opções desse tipo de investimento além de terem o valor mínimo para investimento alto, ou seja, não ser acessível para quem está começando a reserva de emergência, também não tem liquidez diária.

E a liquidez é, justamente, um dos pontos mais importantes para a reserva de emergência. Pois esse dinheiro pode ser usado exatamente em situações onde precisa-se dele com urgência.

Portanto, os melhores investimentos para esse objetivo são os que tem liquidez diária, como o Tesouro Direto.

O que é melhor tesouro direto ou lci?

Algumas pessoas têm dúvidas entre investir em Tesouro Direto ou em LCI. Os dois são investimentos de renda fixa, mas têm características diferentes.

O Tesouro Direto é um título público, ou seja, é emitido pelo próprio governo. Já a LCI é emitida sempre por uma instituição privada. Por isso o Tesouro Direto é considerado o investimento mais seguro do Brasil: pois as chances de o próprio governo quebrar são menores do que uma instituição privada.

A liquidez também é diferente. No Tesouro Direto, a liquidez é diária. Ou seja, você pode resgatar o dinheiro antes do vencimento do título. Então, caso precise para uma emergência ou encontre uma boa oportunidade de investimento, pode retirar o capital. Já na LCI, não são todos os títulos que permitem o resgate antes do vencimento do título. É um fator importante, pois você deve investir apenas se tem certeza de que não precisará do dinheiro.

Então, não existe um investimento melhor que o outro. E sim o que mais se encaixa dentro dos seus objetivos.

Além disso, não invista todo o seu capital em um mesmo ativo. A diversificação ajuda a mitigar os riscos, mas mantendo uma carteira rentável.

Aqui na Clear, você pode investir em Tesouro direto para diversificar sua carteira. Assim, garante um ativo seguro na sua carteira.

Clique e abra sua conta na Clear

Array

Array

Navegue por assunto


Entenda como a substituição de títulos afeta o rendimento do Tesouro Direto

No dia 10 de fevereiro de 2020, o Tesouro Nacional descontinuou a venda de alguns títulos públicos do Tesouro Direto e divulgou as novas opções disponíveis no mercado.

Em regra, as novas opções contam com vencimentos mais longos e, como consequência disso, o rendimento do Tesouro Direto também aumentou.

Mas, o que isso muda para quem já investe em títulos públicos do Tesouro Direto? Nada.

A única diferença é que a partir de agora, os novos investidores terão acesso apenas aos títulos com vencimentos mais longos, o que torna essa aplicação ainda mais atraente ao investidor pessoa física.

Ficou com dúvida?

Neste artigo vamos apresentar os novos vencimentos dos títulos do Tesouro Direto e por que você deve ter um (ou mais) deles na sua carteira de investimentos.

Vamos lá?

Títulos do Tesouro Direto: o que são?

Antes de falarmos da substituição de títulos, vale entender o que de fato eles são e significam.

O Tesouro Direto, nada mais é do que uma forma de “empréstimo” ao governo federal com o objetivo de financiar atividades públicas, como obras de infraestrutura, saneamento, educação etc.

Para isso, o governo disponibiliza diferentes títulos do Tesouro Direto para compra e, cada um deles, conta com um vencimento diferente.

O vencimento é o momento no qual o investidor receberá o valor investido acrescido dos juros predefinidos no momento da compra.

Além disso, os títulos podem ser prefixados, os quais o lucro no vencimento da aplicação é conhecido no momento da compra, ou pós-fixados, atrelados a fatores externos da economia, como IPCA, taxa Selic etc.

Quais são os títulos do Tesouro Direto?

Tesouro Prefixado (antiga LTN)

Esses títulos, como o próprio nome sugere, têm sua rentabilidade definida (prefixada) no momento da compra.

Isso quer dizer que, ao adquirir um Tesouro Prefixado, o investidor já sabe qual será seu rendimento ao final do período de aplicação.

Tesouro Selic (antiga LFT)

Esses títulos têm a rentabilidade diária vinculada à taxa Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira.

Ou seja, se a Selic subir, a tendência é que a remuneração seja maior, e vice-versa.

Tesouro IPCA + (antiga NTN-B)

Títulos pós-fixados com rentabilidade vinculada à variação do IPCA (Índice de preços ao Consumidor Amplo, que mede a inflação “oficial” do país), acrescida de uma taxa prefixada.

Novos títulos do Tesouro Direto

Os novos títulos do Tesouro Direto disponíveis ao Investidor pessoa física são:

Títulos que foram descontinuados

Os títulos descontinuados foram os prefixados e os atrelados ao IPCA. Sendo eles:

Lembrando que, na Clear, a compra dos títulos do Tesouro Direto permanece 100% igual, realizada diretamente pelo Pit de Negociações, o Home Broker oficial da corretora.

Clique e abra sua conta na Clear

Array

Array

Navegue por assunto


Quer saber como fazer transferência de custódia de Tesouro Direto para a Clear? É rápido e sem custos 

Se você investe em tesouro direto, já deve ter se perguntado se o valor investido em títulos públicos precisa ficar sob custódia da mesma corretora até o final da aplicação.

Apesar de parecer complicado, a transferência de custódia de ativos de tesouro direto para outra corretora é mais simples do que parece. É possível transferi-los sem precisar resgatá-los ou pagar por isso.

Ou seja, ao encontrar uma corretora com custos menores, como a Clear que possui taxa zero de custódia para tesouro direto, o processo de transferência é rápido e gratuito.

Nesta matéria, explicamos mais sobre o assunto e ensinamos um passo a passo de como fazer transferência de custódia de tesouro direto.

Abra sua conta na Clear e transfira seus ativos para a corretora com as menores taxas do mercado.

O que é tesouro direto?

O tesouro direto é um investimento de renda fixa, emitido pelo Tesouro Nacional, e que consiste na compra de títulos públicos na B3 por meio de um agente de custódia, que nada mais é do que a corretora que irá fazer o intermédio entre você e a Bolsa.

Ao decidir financiar uma dívida, por exemplo, o governo emite um título público e coloca à venda para que pessoas físicas emprestem seu dinheiro aos órgãos públicos e recebam o pagamento com taxa de juros e variação de um indexador, como a Selic, taxa fixa ou o IPCA, na data de vencimento acordada no momento da aplicação.

Por que transferir seus ativos para outra corretora?

Na maioria dos casos, a transferência de custódia de tesouro direto acontece para evitar as altas taxas de custódia cobradas por algumas corretoras.

Em algumas instituições, segundo o ranking dos agentes de custódia do Tesouro Nacional, ela chega a ser de até 2% ao ano sobre o volume aplicado, custo este pode reduzir a rentabilidade da aplicação. Na Clear, a taxa de custódia para seus ativos de Tesouro Direto é zero, sendo cobrado apenas a taxa de custódia da BM&F Bovespa, que é de 0,30% ao ano.

Como fazer transferência de custódia de Tesouro Direto

Para fazer a transferência de custódia de seus ativos do Tesouro Direto sem precisar resgatá-los, basta pesquisar as vantagens oferecidas por todas as instituições, abrir uma conta na corretora escolhida e, depois, solicitar a transferência.

Passos para transferir seus ativos de Tesouro Direto para a Clear 

Passo 1

Abra uma conta na Clear sem custo e 100% online para viabilizar a transferência de custódia dos seus ativos;

Passo 2

Faça o download do formulário de Solicitação de Transferência de Valores Mobiliários disponibilizado pela Clear no site;

Passo 3

Preencha todas as informações do formulário sobre sua conta na corretora cedente (que irá transferir as ações) e corretora cessionária (que irá receber as ações), de acordo com este modelo de preenchimento, além de descrever os ativos e quantidade de Tesouro Direto que serão transferidos;

Passo 4

Em “Identificação de Cessionário”, preencha o campo “Código do Investidor” com o número e digito da sua conta Clear;

Passo 5

Preencha os campos CPF/CNPJ, Nome/Razão Social e endereço com os seus dados completos. É importante que o endereço seja o mesmo do cadastro;

Passo 6

Reconheça firma no cartório por autenticidade;

Passo 7

Entre em contato com a corretora cedente para saber como enviar sua solicitação de transferência.

Qual o prazo para a transferência ser realizada?

Segundo a instrução CVM 542, a transferência deve ser realizada em até 2 dias úteis, que começa a ser contado a partir do recebimento do formulário preenchido pelo investidor.

Clique e abra sua conta na Clear