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Carteira Recomendada de Renda Variável (Outubro)

Carteira Recomendada de Renda Variável (Outubro)

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Destaques do mês

Cenário Global

O que está acontecendo?

Nos EUA vimos pela primeira vez desde Outubro de 2020 o S&P500, um dos principais índices da bolsa americana, ter uma queda acumulada no mês perto de 5%. Isso aconteceu após o Federal Reserve (Fed), banco central do país, indicar o início da retirada dos estímulos ainda esse ano. Além disso, metade dos diretores do Fed acreditam que a taxa de juros americana pode subir já no ano que vem, o que elevou a expectativa das taxas de juros de longo prazo. 

Como isso impacta a sua decisão de investimento?

De certa forma, uma correção no mercado americano era esperada e considerada até saudável. A bolsa por lá acumulava ganhos desde janeiro e o aumento dos juros pesou sobre as ações, contribuindo para que a correção acontecesse. Isso impacta negativamente principalmente as ações de crescimento, que dependem da expansão da empresa no futuro para a valorização das ações. Agora vale entender até onde vai essa correção e como o mercado vai seguir reagindo a retirada de estímulos e ao aumento dos juros. 

O que mais é importante ter no radar?

Os acontecimentos recentes de China trouxeram muita volatilidade para os mercados. O principal destaque foi a preocupação com o possível calote da dívida da construtora Chinesa Evergrande, que impactou inclusive as commodities. Esse fato, combinado com a desaceleração do crescimento do país e uma potencial crise energética contribuíram para a queda de >20% nos preços do minério de ferro. 

Cenário Brasil

O que está acontecendo?

Por aqui, algumas preocupações seguem se agravando. Entre elas (i) a inflação e as taxas de juros mais altas; (ii) a crise hídrica que continua a preocupar; (iii) os gastos do governo para o próximo ano que podem trazer mais pressão quanto à trajetória fiscal; (iv) tensões políticas conforme as eleições de 2022 se aproximam; e por fim, até consequente dos pontos anteriores, (v) o menor crescimento da economia brasileira. 

Como isso impacta a sua decisão de investimento?

As incertezas acima parecem terem sido, em grande parte, precificadas pelo mercado de ações. O índice Ibovespa caiu quase -18% do pico de 130 mil pontos do meio do ano para os atuais 111 mil pontos. Em setembro, o Ibovespa continuou apresentando desempenho inferior ao de seus pares internacionais, com retorno de -6,6% em moeda local e, com o real mais fraco, -11,7% em dólar. Nesse cenário adverso, diversificar e escolher ativos de qualidade são a melhor estratégia. Vemos dois temas principais para se posicionar nas ações brasileiras: commodities, que são uma proteção contra a alta da inflação e valorização do dólar, e empresas que dependem menos do ambiente local. 


O que mais é importante ter no radar?

Olhando para os últimos 20 anos, o quarto trimestre tende a ser o trimestre mais forte em retornos para o mercado brasileiro. Na nossa análise há dois gatilhos que podem impulsionar a bolsa para uma valorização no final do ano: (i) redução dos ruídos políticos; e (ii) se os mercados globais não entrarem em uma correção mais acentuada. Continuaremos monitorando esses pontos de perto. 

Alterações

Nessa virada de mês faremos duas trocas na nossa carteira: 

  1. Sai Marfrig, maior alta do Ibovespa de setembro com 33,36% de valorização nos últimos 30 dias, e entra São Martinho. Incluímos Marfrig na carteira no começo de agosto baseados na perspectiva positiva para os frigoríficos, que de fato se consolidou. Agora optamos por realizar o ganho e abrir espaço na carteira para ações que tenham um potencial maior de valorização no horizonte próximo. 
  2. Sai Raia Drogasil, acumulando desvalorização de 16,97% nos 4 meses que ficou na carteira. Incluímos a ação pensando em um movimento para ações de qualidade e na resiliência do varejo defensivo, movimentos que de fato aconteceram mas não diretamente para esse papel. Nesse momento, tomamos a decisão de encerrar a posição mesmo com perda mas abrindo espaço para potenciais ganhos com a inclusão de Aura Minerals. 

1 Retorno desde que o ativo entrou na carteira, com base no fechamento de 30/09/2021, fonte: Economática.

Visão da Carteira

Ativos

Exposição

Comparativo de Rentabilidade Carteira X Ibovespa

Sobre os Ativos

AURA33

Aura Minerals é uma produtora de ouro e cobre com foco no desenvolvimento e operação de projetos minerais nas Américas. Possui, atualmente, quatro ativos produtivos, alguns ainda em fase de construção e outros quatro grandes projetos em fase pré-operacional. Aproximadamente 75% da produção está ligada ao ouro. 

Vemos que a mineradora está bem posicionada para capturar o momento positivo dos preços dos metais preciosos. Também estamos otimistas com o plano de expansão da Aura, que deve desbloquear valor à medida que novas reservas e recursos são declarados. 

Adicionalmente, entendemos que o momento é favorável para ter exposição a metais. O ouro, assim como as outras commodities, funciona como uma proteção contra a inflação dado que boa parte da alta dos preços vem das commodities. Já o cobre tem uma perspectiva positiva de longo prazo com a tese de eletrificação global. Assim, a Aura contribui com a diversificação da carteira, trazendo exposição indireta ao ouro e outro metais.

SMTO33

A São Martinho é um dos maiores grupos sucroalcooleiros do país. Assim como outras usinas, a São Martinho planta, colhe e processa cana-de-açúcar, além de comprar a cana de fornecedores terceiros. Além da produção de açúcar e etanol, a São Martinho também gera energia elétrica por meio da queima do bagaço da cana. Consequentemente, todas as suas quatro plantas são autossuficientes em energia renovável e, além disso, exportam o excedente de energia para a rede nacional.  

Hoje, o resultado com a venda de energia já representa cerca de 5% da receita total da São Martinho e, na nossa visão, pode vir a representar ainda mais no médio prazo. Além dessa oportunidade de crescimento, apesar da produção de açúcar já ter preços travados via hedge (proteção), o atual momento do etanol é positivo para as margens. Entendemos que a São Martinho tem todas as capacidades para aproveitar o momento favorável do setor, com o preço internacional do açúcar já travado e ainda é impulsionado pelo cambio desvalorizado 

ARZZ3

A Arezzo&Co é uma das principais empresas do varejo de moda do país. Além da marca que leva o nome do Grupo, a própria Arezzo, a companhia tem outras 7 marcas, como Anacapri e Vans, sendo líder em calçados, bolsa e acessórios femininos com lojas espalhadas por todo o Brasil. Além do sólido histórico de entregas, vemos a Arezzo&Co como uma empresa inovadora, com capacidade de criação e que soube se adaptar as tendências, principalmente durante a pandemia e o novo estilo “ficar em casa”. Destacamos também as recentes aquisições, como a marca Baw e a Reserva, que reforçam a estratégia de adaptação e atualização as tendências. 

Além do forte posicionamento da companhia, sendo uma empresa de qualidade e com perspectiva de crescimento orgânico e inorgânico, destacamos a Arezzo como uma oportunidade de investimento para ter exposição a recuperação econômica. O Grupo está bem posicionada para se beneficiar da retomada da atividade, pois acreditamos que a categoria de calçados foi duramente despriorizada em 2020, principalmente no que diz respeito a sapatos sociais/casuais (foco da Arezzo).

BRBI11

BR Partners é um banco de investimentos brasileiro e independente. Fundado em 2009 por Ricardo Lacerda, seus sócios e 10 das famílias mais ricas do Brasil, a instituição conta com a experiência desses profissionais no negócio de banco de investimento. A Br Partners atua em (i) fusões e aquisições; ii) assessoria de conselhos; iii) reestruturação financeira; iv) privatizações; v) Sales (Vendas) & Trading; e vi) emissão de dívidas (DCM).

Como instituição financeira, a BR Partners nunca teve um ano de perdas. Além disso, sua participação de mercado aumentou substancialmente ao longo dos anos. Entendemos que a empresa está bem posicionada para capturar o crescimento do mercado de investimentos. O momento atual do mercado de capitais, agitado por diversos IPOs, follow-ons (ofertas de ações), e emissões de dívidas, é positivo para bancos de investimentos, que participam assessorando as empresas para acessar esse mercado. 

A Br Partners é um dos novos nomes da nossa bolsa, o banco fez o IPO em junho desse ano quando passou a ter as suas ações negociadas na B3. 

MULT3

A Multiplan é uma das maiores operadoras de shoppings centers do Brasil. A companhia conta com 19 unidades espalhadas por Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Distrito Federal e Alagoas. Vale destacar que grande parte das regiões de atuação da empresa são Estados que concentram boa parte do PIB (Produto Interno Bruto), ou seja, da geração de riqueza do país. Isso é um ponto positivo para o setor de shoppings, que depende do poder de consumo da população para girar o negócio, principalmente num momento pós-crise. 

Operacionalmente os shoppings vêm se recuperando ao longo do 2º semestre de 2021, com os níveis de atividade se aproximando aos números de julho de 2019. O que tem impactado as ações são fatores macroeconômicos, como a alta da inflação e a consequente expectativa de juros mais altos. Entretanto, mantemos a nossa visão positiva para o setor e destacamos Multiplan como bem posicionada para capturar ganhos de forma acelerada o momento de recuperação. 

MELI34

Mercado Livre é o maior ecossistema de varejo e meios de pagamento online da América Latina, o grupo opera através da sua plataforma de e-commerce e do Mercado Pago para solução financeira. Presentes em 18 países (entre eles: Argentina, Brasil, México, Colômbia, Chile, Venezuela e Peru), é líder de mercado em cada uma das principais regiões. A ação do Mercado Livre está listada na bolsa de tecnologia dos Estados Unidos, Nasdaq, e está disponível para o investidor brasileiro na B3 como BDR.  

Destacamos a empresa como uma das mais bem posicionados entre as varejistas online. O Mercado Livre (i) tem vantagens competitivas em relação aos pares por já ter “nascido” como uma empresa tech; (ii) é gerida por pessoas que são referencia no setor e (iii) recentemente fez aquisições interessantes que potencializam a sua atuação. O Grupo segue apresentando bons resultados, o que penalizou o papel no ultimo mês foi o momento adverso para empresas de tecnologia. Optamos por manter a posição dado o bom fundamento do papel, enquanto avaliamos a tendência do mercado. 

IVVB11

Esse ETF, gerido pela BlackRock, tem como referência o índice S&P 500, formado pelas 500 maiores ações dos Estados Unidos. As empresas são selecionadas de acordo com critérios como tamanho, liquidez e setor, sendo composto por algumas das principais empresas do mundo, como: Microsoft, Apple, Amazon, Facebook, Alphabet– Google, Johnson & Johnson, Berkshire Hathaway, Visa Inc. e JPMorgan Chase & Co. 

Ao longo de 2021 o índice S&P 500 renovou sucessivamente as máximas históricas. No último mês houve a sinalização de uma correção dos mercados, que entendemos como saudável, mas ainda vemos potencial de crescimento nas bolsas dos Estados Unidos. Entendemos que o IVVB11 é um ótimo ativo para termos exposição a esse mercado. A diversificação de setores e a relevância das gigantes de tecnologia líderes em crescimento (como Facebook, Amazon, Apple entre outras) na composição do índice são uma boa estratégia para capturar o momento positivo da região. 

WEGE3

A Weg S.A. é uma multinacional brasileira fabricante de motores, transformadores e geradores para o setor elétrico, além de outros equipamentos eletrônicos para a indústria. A Weg tem exposição global, com a comercialização de seus produtos em praticamente todos os continentes e a maior parte da sua receita é proveniente de exportação.  

WEGE3 foi uma das ações de destaque do Brasil nos últimos anos, despontando pelo bom posicionamento e boa gestão da empresa. Vemos a WEG bem posicionada para continuar entregado fortes resultados operacionais, com (i) retomada de investimentos globais, e (ii) portfolio altamente diversificado suportando um sólido crescimento de receita no curto-prazo. Além do mais, dada a exposição da companhia a diversos mercados, acreditamos que riscos políticos num âmbito doméstico podem ser compensados por uma maior participação a mercados externos (~55% da receita advinda de mercados fora do Brasil).

Renda Variável

Objetivo

A carteira recomendada tem como objetivo capturar as melhores oportunidades e performances do mercado de renda variável. Dessa forma, os ativos aqui recomendados não se limitam a uma única classe. A carteira pode ter na sua composição ações, ETFs, BDRs ou outra classe de ativo de renda variável que faça sentido com a estratégia de capturar as oportunidades em diferentes momentos. 

O processo de seleção dos ativos é realizado pelo time de estratégia da Corretora Clear. As recomendações ponderam (i) a qualidade dos ativos; (ii) possíveis janelas de oportunidade para compra; (iii) momento macroeconômico e setorial. 

Estratégia

Definimos a estratégia com base no (i) cenário brasileiro, (ii) o potencial de crescimento de outras economias, (iii) a tendência da moeda (R$/USD) e (iv) eventuais fatores específicos dos ativos. Com esse pano de fundo, escolhemos ativos que proporcionem exposição as melhores oportunidade do mercado de renda variável internacional e local. 

Atualização

A carteira é atualizada todo começo de mês. Com periodicidade mensal revisamos se a estratégia está alinhada na busca pelo potencial de ganho com a conjuntura econômica mais atual. Nesse cenário, alterações são feitas se necessário.

Cumprindo o objetivo de capturar oportunidades e de acordo com a tomada de decisão baseada em fundamentos, a carteira visa um horizonte de médio prazo. As recomendações feitas são revisadas mensalmente podendo ou não sofrer alterações, a depender da mudança de cenário macroeconômico ou fundamentos de cada ativo.

Composição

A carteira é composta por oito ativos e distribuída igualmente entre eles, sendo 12,5% o peso de cada um. A estratégia adotada considera a diversificação como vetor importante da perenidade dos resultados em um horizonte mais amplo de tempo, sem perder oportunidades de mercado. 

Distribuímos a carteira em setores variados, com diversos fatores de risco (como commodities, dólar, crescimento de diferentes economias, entre outros) e diferentes classes de ativos. Entretanto, não foram estipulados parâmetros fixos de cada fator visando a flexibilidade para capturar ao máximo as oportunidades de cada momento. 

Informações Importantes

DISCLAIMER INFORMAÇÕES IMPORTANTES 

Analistas: Roberto Indech – CNPI: 1426 

Pietra Guerra – CNPI: 2531

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